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Rope Jump: MPSP cria documento para orientar esportes de aventura e risco

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Rope Jump: MPSP cria documento para orientar esportes de aventura e risco

O Ministério Publico do Estado de São Paulo (MPSP) divulgou, nesta terça-feira 30/6), a elaboração de um documento para dar suporte na prevenção, fiscalização e responsabilização de envolvidos em caso de acidentes na prática de esportes de aventura. A medida é parte da atuação de uma força-tarefa criada pelo governo estadual  após a morte a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior paulista.

Os promotores de Justiça envolvidos com o tema, o Centro de Apoio Operacional Cível (CAO Cível) e o Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) elaboraram o documento “Orientação sobre Serviços de Turismo e Esportes de Aventura”.

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Jovem que morreu em salto de rope jump

Instagram/Reprodução

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Rope jump: instrutor preso após morte de Maria Eduarda em salto fez vídeo sobre “desovar corpo”

Reprodução/Instagram @luisfelipeegoroff

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Reprodução/Redes sociais

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Reprodução/Redes sociais

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Reprodução/Redes sociais

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Governo de SP faz fiscalização contra rope jump e bungee jump após morte

Divulgação/Agência SP

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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu ao cair de uma altura de 40 metros

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Jovem que morreu em salto de rope jump

Instagram/Reprodução

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Jovem que morreu em salto de rope jump

Instagram/Reprodução

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local

Reprodução/Instagram

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Em outro post, feito por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”

Reprodução/Instagram

De acordo com os promotores Adriana Cerqueira e Daniel Magalhães, respectivamente do CAO Cível e do CAOCrim, o roteiro do documento pretente oferecer subsídios jurídicos e técnicos à atuação do MP, em especial aos órgãos de execução com atribuição na tutela do consumidor, em casos que envolvam a prevenção e apuração de responsabilidades por acidentes em atividades de turismo e esportes de aventura, notadamente aqueles de elevado risco.

O relatório também apresenta diretrizes para eventual manejo de ação penal, evidentemente respeitada a independência funcional dos promotores, “prerrogativa constitucional que lhe assegura a livre e motivada valoração da prova na tutela intransigente da ordem jurídica”.

Força-tarefa

No último sábado (27/6), o iniciou uma fiscalização em 11 pontos de esportes radicais nas alturas depois que a jovem Maria Eduarda morreu após saltar sem a corda de proteção. Não foram feitas apreensões.

Veja imagens do acidente:

As ações ocorreram na Pedreira do Dib, em Mairiporã; no Parque Caminhos do Mar e no Caminho dos Pilões, em Cubatão; na Pedra do Maluf, no Guarujá; em parques e no Rio Jacaré Pepira, em Brotas; na Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí; no Horto Florestal, Tarundu e Zoom Bike Park, em Campos do Jordão; na Pedra Grande, em Atibaia; na Pedra do Índio, em Botucatu; e na Cachoeira Can Can, em Ibaté. O Viaduto Sumaré, na capital paulista, também foi alvo de fiscalização.

Equipes da Polícia Militar (PM), órgãos de prefeituras locais e do Procon-SP orientaram praticantes e organizadores de atividades de rope jump e bungee jump. De acordo com o governo estadual, a força-tarefa analisou o cumprimento de normas de segurança e a regularidade das empresas responsáveis.

Conforme a Lei Geral do Turismo (Lei nº 14.978/2024), explica o Ministério Público, é obrigatório que empresas turísticas possuam cadastro no Cadastur, do Ministério do Turismo, além da contratação de seguro de responsabilidade civil, da adoção do termo de consentimento e ciência de risco e da certificação de empresas, profissionais e equipamentos em Sistema de Gestão de Segurança (SGS), com base em normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).


Morte em salto de rope jump


Prefeitura proíbe acesso a ponte

 

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