Enquanto o Brasil registra uma tendência geral de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o Acre permanece na contramão nacional. Segundo dados do mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estado continua na zona de alerta, risco ou alto risco para a doença.
A situação é ainda mais crítica na capital: Rio Branco figura ao lado de São Luís (MA) como as duas únicas capitais do país que ainda apresentam sinal de crescimento sustentado nos atendimentos e internações a longo prazo.
Vírus causadores e perfil das internações
Ao contrário da média nacional — onde a redução das internações vem sendo impulsionada pelo recuo dos vírus sincicial respiratório (VSR) e da Influenza (A e B) —, o cenário epidemiológico acreano segue preocupante:
Vírus Sincicial Respiratório (VSR): Permanece como o principal responsável pela alta de casos graves no estado, afetando principalmente crianças.
Influenza A: Continua apresentando taxas elevadas de circulação e mantendo o volume de quadros graves em patamares altos.
O levantamento aponta que o Acre se mantém entre as 12 unidades da Federação com maior incidência acumulada de SRAG no país, acendendo o sinal de alerta para a rede pública de saúde e reforçando a necessidade de cuidados preventivos por parte da população.
*Com informações do site ac24horas
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

