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Automático, espaçoso e famoso por durar muitos anos: com motor 1.5 de até 116 cv, câmbio CVT, seis airbags e consumo de até 14,1 km/l, este usado surpreende pela versatilidade e aparece como alternativa racional a Polo, HB20 e Onix; conheça o Honda Fit EXL 2020

Automático, espaçoso e famoso por durar muitos anos: com motor 1.5 de até 116 cv, câmbio CVT, seis airbags e consumo de até 14,1 km/l, este usado surpreende pela versatilidade e aparece como alternativa racional a Polo, HB20 e Onix; conheça o Honda Fit EXL 2020

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Automático, espaçoso e famoso por durar muitos anos: com motor 1.5 de até 116 cv, câmbio CVT, seis airbags e consumo de até 14,1 km/l, este usado surpreende pela versatilidade e aparece como alternativa racional a Polo, HB20 e Onix; conheça o Honda Fit EXL 2020

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 31/07/2026 às 20:28

Atualizado em 31/07/2026 às 20:58

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Motor eficiente, câmbio automático, seis airbags e cabine modular ajudam a explicar por que este compacto usado continua atraindo compradores interessados em versatilidade, economia, segurança e confiabilidade, sem recorrer a veículos maiores nem abrir mão da praticidade necessária para a rotina.

Quem procura um carro usado automático, econômico e capaz de acomodar a família sem recorrer a um SUV encontra no Honda Fit EXL 2020 uma alternativa diferente aos hatches mais pesquisados no mercado brasileiro.

Equipado com motor 1.5 flex de até 116 cv, câmbio CVT, seis airbags e bancos modulares, o modelo combina dimensões compactas com uma cabine conhecida pelo aproveitamento inteligente do espaço disponível.

No topo da linha, a versão EXL concentra os equipamentos mais valorizados do Fit produzido no Brasil, reunindo transmissão automática, bancos revestidos em couro, câmera de ré, piloto automático, central multimídia, volante multifuncional e rodas de liga leve.

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Esse conjunto reforça a proposta de oferecer conforto, segurança e praticidade em um automóvel de dimensões contidas, voltado a quem deseja facilidade no trânsito urbano sem migrar para uma categoria maior.

Motor 1.5 flex entrega até 116 cv

Segundo levantamento publicado pela Quatro Rodas, toda a terceira geração nacional do Fit utiliza o motor 1.5 de quatro cilindros com comando de válvulas i-VTEC, conjunto conhecido pela entrega progressiva de potência e pelo funcionamento regular.

Abastecido com gasolina, o propulsor desenvolve 115 cv, enquanto o uso de etanol eleva a potência para 116 cv, acompanhado de torque máximo de 15,3 kgfm em condições previstas para a configuração.

Com aproximadamente 1.100 quilos, a carroceria mantém uma relação equilibrada entre peso e desempenho, favorecendo deslocamentos urbanos, retomadas em rodovias e uma condução compatível com a proposta familiar do modelo.

Câmbio CVT favorece conforto e eficiência

Honda Fit EXL 2020 reúne motor 1.5, câmbio CVT, seis airbags, consumo de até 14,1 km/l e espaço interno versátil para a família brasileira.

Outro componente central da configuração é o câmbio CVT, que substitui as marchas fixas de uma transmissão automática convencional por relações continuamente ajustadas conforme a velocidade, a carga aplicada ao acelerador e a necessidade do motor.

Durante congestionamentos ou trajetos urbanos, esse funcionamento reduz mudanças perceptíveis de marcha e mantém as acelerações mais lineares, contribuindo para uma condução suave, especialmente em percursos com paradas frequentes.

Já em viagens, o sistema procura manter o motor na faixa adequada de rotação, evitando variações bruscas e favorecendo um uso mais confortável para quem permanece longos períodos ao volante.

A eficiência também integra os principais argumentos do modelo, sobretudo para compradores interessados em um veículo flex automático que não imponha consumo elevado na rotina diária ou em deslocamentos rodoviários mais longos.

Conforme os dados reunidos pela Quatro Rodas, o Honda Fit automático pode alcançar até 14,1 km/l em percurso rodoviário com gasolina, índice competitivo para um automóvel equipado com motor 1.5.

Espaço interno amplia o uso no dia a dia

Embora Polo, HB20 e Onix sejam classificados tradicionalmente como hatches, o Fit adota carroceria mais alta e proporções próximas às de uma minivan compacta, característica que amplia o espaço vertical da cabine.

Graças a essa arquitetura, o acesso aos assentos se torna mais simples, enquanto motorista e passageiros encontram posição elevada, bom espaço para a cabeça e acomodação adequada no banco traseiro.

Com capacidade declarada de 363 litros, o porta-malas supera o volume oferecido por diversos hatches compactos, atendendo viagens, compras e necessidades comuns de famílias pequenas.

A principal diferença, entretanto, está no sistema modular dos bancos traseiros, chamado pela Honda de ULT e conhecido no mercado como Magic Seat, recurso que permite diferentes configurações internas.

Bancos modulares transformam a cabine

Instalado sob os assentos dianteiros, o tanque de combustível libera espaço na parte traseira e permite que os bancos adotem posições pouco comuns entre automóveis compactos vendidos no Brasil.

Honda Fit EXL 2020 reúne motor 1.5, câmbio CVT, seis airbags, consumo de até 14,1 km/l e espaço interno versátil para a família brasileira.

Quando os encostos são rebatidos, surge uma área de carga praticamente plana, enquanto o levantamento das bases cria espaço vertical para transportar objetos altos sem ocupar completamente o porta-malas.

Malas, bicicletas, caixas, plantas e equipamentos de trabalho podem ser acomodados de maneiras distintas, dependendo da configuração escolhida e da quantidade de passageiros transportados.

Além de ampliar a versatilidade, essa solução reduz a necessidade de recorrer a um veículo maior apenas para transportar cargas ocasionais, preservando as dimensões externas adequadas a garagens estreitas e ruas movimentadas.

Mantidos todos os bancos em posição normal, o automóvel conserva espaço para cinco ocupantes e continua oferecendo uma cabine funcional para deslocamentos cotidianos e viagens em família.

Seis airbags reforçam o pacote de segurança

Na versão EXL, o pacote de segurança acrescenta um diferencial relevante diante de muitos compactos usados do mesmo período, sobretudo por incluir seis airbags distribuídos pela cabine.

Duas bolsas frontais, duas laterais e duas de cortina compõem o sistema, ampliando a proteção dos ocupantes em diferentes tipos de impacto previstos no projeto do veículo.

Também fazem parte da configuração o controle eletrônico de estabilidade, o assistente de partida em rampa e a sinalização de frenagem de emergência, recursos destinados a auxiliar o motorista em situações críticas.

Para facilitar manobras e deslocamentos longos, a central multimídia de sete polegadas trabalha em conjunto com a câmera de ré, enquanto o piloto automático reduz a necessidade de manter pressão constante sobre o acelerador.

Bancos de couro e comandos integrados ao volante completam o ambiente interno, reforçando o posicionamento da versão EXL como a mais equipada da linha, embora a concepção da cabine permaneça essencialmente funcional.

Procura no mercado de usados permanece elevada

Associada à confiabilidade mecânica e à facilidade de revenda, a reputação do Honda Fit ajuda a sustentar a procura por exemplares usados, especialmente quando apresentam histórico de manutenção documentado.

A Quatro Rodas destaca que unidades bem conservadas continuam valorizadas mesmo após o encerramento da produção nacional, situação favorecida pela ausência de um sucessor direto com proposta idêntica.

Entre compradores que priorizam espaço, modularidade e dimensões compactas, o modelo permanece relevante justamente por reunir características que passaram a aparecer com menor frequência em projetos mais recentes.

Essa valorização, porém, exige atenção durante a escolha, porque preço elevado não substitui a análise cuidadosa da quilometragem, das revisões realizadas e do estado geral do automóvel.

Exemplares com componentes preservados e manutenção comprovada costumam atrair maior interesse, enquanto unidades com reparos acumulados podem reduzir a vantagem financeira associada à durabilidade do conjunto.

Suspensão e câmbio exigem verificação

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Entre os componentes que merecem inspeção está a suspensão, cujo acerto mais firme pode acelerar o desgaste de buchas, batentes e bieletas quando o carro circula frequentemente por vias irregulares.

Ruídos ao passar por buracos, vazamentos nos amortecedores e coifas danificadas precisam ser avaliados antes da compra, pois podem indicar serviços pendentes ou desgaste superior ao esperado.

Durante o teste de rodagem, o funcionamento da transmissão também deve ser observado com atenção, especialmente em acelerações leves, retomadas e manobras realizadas em baixa velocidade.

Conforme a orientação reproduzida pela Quatro Rodas, o fluido do câmbio CVT deve ser substituído nos intervalos definidos para o veículo e com o produto correto.

Vibrações, trancos ou demora anormal nas respostas justificam uma avaliação especializada, evitando que o comprador assuma custos inesperados logo após a aquisição.

Também merecem acompanhamento o ajuste periódico das válvulas do motor e a limpeza do corpo de borboleta quando necessária, procedimentos ligados à manutenção preventiva do conjunto.

Antes do fechamento do negócio, a consulta a eventuais campanhas de recall pelo número do chassi deve integrar a inspeção, assim como a conferência de notas, registros e serviços anteriores.

Honda Fit EXL reúne espaço e segurança

Sem apostar em aparência esportiva ou na maior potência entre os compactos, o Fit EXL 2020 concentra seu apelo na combinação de câmbio automático, seis airbags, espaço adaptável e motor flex.

A capacidade de cumprir funções diferentes sem abandonar dimensões adequadas a garagens menores ajuda a explicar por que o modelo continua sendo considerado por famílias pequenas e motoristas urbanos.

Para quem transporta objetos com frequência ou busca um automático de marca reconhecida, a configuração reúne características normalmente distribuídas entre veículos de categorias distintas.

Enquanto a cabine aproveitável aproxima o Fit de automóveis maiores, o consumo e as proporções externas permanecem alinhados à proposta de um compacto voltado ao uso cotidiano.

Na comparação com Polo, HB20 e Onix, os concorrentes podem oferecer projetos mais recentes, motores turbo ou sistemas multimídia modernos, dependendo da versão escolhida.

Já o Fit concentra seus diferenciais na modularidade, no espaço vertical, no conjunto mecânico aspirado e na reputação construída no mercado brasileiro de usados.

Você escolheria um hatch mais moderno ou daria preferência ao espaço versátil, aos seis airbags e ao câmbio CVT do Honda Fit EXL 2020?


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

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