A Seleção Brasileira foi eliminada no último domingo (5/7), após derrota por 2 x 1 para a Noruega. O Brasil chegou à Copa do Mundo sob desconfiança após um ciclo abaixo da média, que contou com quatro técnicos ao longo de quatro anos e derrotas inéditas em amistosos e nas Eliminatórias Sul-Americanas.
Logo após a eliminação da Amarelinha na Copa de 2022, no Catar, Tite deixou o cargo de técnico e Ramon Menezes assumiu a Seleção como interino. Ele estreou na derrota para o Marrocos, teve outro revés contra Senegal e venceu apenas uma partida. Permaneceu no cargo até o meio do ano, quando saiu para a entrada de Fernando Diniz.
Diniz, à época, comandava o Fluminense e se dividiu entre clube e seleção. Em julho de 2023, o nome de Carlo Ancelotti já era tratado como prioridade no Brasil, mas o italiano optou por renovar o contrato com o Real Madrid. Ele permaneceu cinco jogos à frente da equipe, com duas vitórias, um empate e duas derrotas. Foi demitido pouco tempo depois.
Dorival Jr., que brilhava no São Paulo, foi escolhido para treinar a Seleção. Ele ficou no cargo por dois anos, sendo demitido março de 2025, após goleada por 4 x 1 para a Argentina. Ao todo, foram sete vitória, dois empates e sete derrotas.
Pouco tempo depois, Carlo Ancelotti foi confirmado no cargo. Ele soma 10 vitórias, 3 empates e 4 derrotas à frente do Brasil e teve o contrato renovado para ficar até a Copa do Mundo de 2030. O comandante esteve à frente da Amarelinha na primeira derrota para o Japão na história.
Retrospecto nas eliminatórias
Acostumado a brigar pelo título das eliminatórias, o Brasil oscilou na classificação e se manteve lutando por uma vaga na Copa entre as últimas posições.
Tanto que garantiu a classificação apenas ao final da competição e ficou na quinta posição, com 28 pontos, a mesmo pontuação que o Paraguai, o sexto.
Ao longo do torneio, foram três derrotas seguidas pela primeira vez na história.

