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Casal compra sem financiamento uma casa familiar construída em 1834 e, ao iniciar a reforma, encontra vigas comprometidas, piso rebaixado, encanamento antigo e um berço usado pelo trisavô escondido entre lembranças de quase 200 anos

Casal compra sem financiamento uma casa familiar construída em 1834 e, ao iniciar a reforma, encontra vigas comprometidas, piso rebaixado, encanamento antigo e um berço usado pelo trisavô escondido entre lembranças de quase 200 anos

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Casal compra sem financiamento uma casa familiar construída em 1834 e, ao iniciar a reforma, encontra vigas comprometidas, piso rebaixado, encanamento antigo e um berço usado pelo trisavô escondido entre lembranças de quase 200 anos

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 30/07/2026 às 19:57

Curiosidades

Um berço de madeira usado pelo trisavô de Sommer Duran reapareceu entre os objetos guardados dentro da casa.

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A restauração da casa antiga avança sem novas dívidas, preserva pisos, portas e objetos de família, enfrenta danos escondidos sob o chão e mostra por que recuperar um imóvel de 1834 exige tempo, ajuda de parentes, materiais reaproveitados, compras de segunda mão e avaliação profissional de vigas, instalações elétricas e encanamento.

Um berço de madeira usado pelo trisavô de Sommer Duran reapareceu entre os objetos guardados dentro da casa. A peça não era apenas um móvel antigo. Ela fazia parte da história de uma construção erguida em 1834 por um antepassado da família.

Sommer e Antonio Duran compraram o imóvel sem financiamento depois de procurarem uma casa maior por quase três anos. Em vez de assumir novas dívidas para acelerar a obra, decidiram recuperar um espaço de cada vez e preservar tudo o que ainda pudesse continuar em uso.

A restauração permanecia em andamento quando a informação foi publicada, em 24 de julho de 2026, por PEOPLE, revista americana de notícias e entretenimento. O projeto une reforma de casa antiga, economia e preservação de lembranças acumuladas durante quase 200 anos.

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A casa construída em 1834 permaneceu ligada à mesma família

A propriedade foi erguida por um antepassado de Sommer e continuou ligada à família ao longo das gerações. Agora, o casal cria os próprios filhos nos mesmos cômodos atravessados por parentes que viveram ali muito antes deles.

A casa construída em 1834 permaneceu ligada à mesma família / Reprodução: Sommer Duran

Essa ligação mudou o objetivo da obra. A intenção não é deixar todos os ambientes com aparência de construção nova, mas tornar a casa segura sem retirar os sinais que ajudam a contar sua trajetória.

Portas, pisos, acabamentos e móveis originais recebem atenção antes que qualquer troca seja decidida. Cada parte preservada mantém uma ligação física com a família, mesmo quando o processo exige mais tempo e trabalho.

Restaurar antes de substituir virou a regra principal da obra

Sommer Duran afirmou que o casal sempre tenta restaurar antes de substituir uma peça original.

Na prática, uma porta antiga não é descartada apenas porque apresenta marcas de uso. O casal verifica se ela ainda pode ser recuperada, limpa e utilizada sem comprometer a segurança da casa.

Essa escolha diferencia a conservação histórica de uma reforma voltada apenas para a aparência. Em uma obra estética comum, materiais antigos podem ser removidos para criar um ambiente novo. Na restauração, o valor também está no que resistiu ao tempo.

Nem tudo, porém, pode ser mantido. Quando uma estrutura deixou de ser segura ou uma instalação não funciona corretamente, o reparo precisa vir antes da preservação visual.

Vigas comprometidas e piso cedendo revelaram o problema sob o banheiro

A reforma do banheiro parecia simples até a retirada dos materiais expor um problema maior. O piso havia começado a ceder, o que obrigou o casal a substituir as vigas que sustentavam o chão.

O serviço também exigiu encanamento novo e a elevação do piso em cerca de 2 polegadas antes da reconstrução do ambiente. Assim, uma intervenção planejada para ser pequena se transformou em uma etapa estrutural.

PEOPLE, revista americana de notícias e entretenimento, detalhou que o casal trabalha um projeto de cada vez para colocar o dinheiro diretamente na casa e evitar novas dívidas. A apuração também registrou que quase todo o trabalho é realizado pelos proprietários, com apoio de parentes nos serviços maiores.

O problema encontrado mostra por que pisos, paredes e tetos de construções antigas não devem ser avaliados apenas pela aparência. Um acabamento preservado pode esconder madeira enfraquecida, tubulação antiga ou partes que já perderam estabilidade.

Ajuda dos parentes e compras usadas ajudam a controlar os gastos

Primos que vivem perto participam das tarefas maiores e compartilham materiais de construção que já possuíam. Um tio também dedicou muitas horas à retirada de partes antigas durante a obra.

O apoio reduz despesas e mantém o projeto como um esforço familiar. Ainda assim, economizar não significa improvisar em pontos que envolvem a segurança dos moradores.

O casal também procura materiais e equipamentos de segunda mão. Uma caldeira externa a lenha, equipamento que aquece água usando lenha, foi encontrada por apenas US$ 200.

Restauração mantém a casa pronta para receber novas gerações / Reprodução: Sommer Duran

Com reparos, radiadores e materiais adicionais, o sistema completo de aquecimento tem custo esperado de cerca de US$ 2.000. O valor final da restauração permanece indefinido porque cada cômodo pode revelar uma necessidade diferente.

Fotografias, documentos e um berço devolveram a história da família

A casa guardava fotografias familiares, documentos históricos e cestos usados na colheita de maçãs. Também foram encontrados móveis originais e uma ilustração da propriedade publicada no século XIX.

Entre os objetos estava o berço de madeira usado para embalar o trisavô de Sommer. A peça transformou uma reforma doméstica em uma descoberta pessoal, pois ligou a atual proprietária a um parente que ela conhecia apenas pela história da família.

As grandes portas dobráveis de um dos quartos também sobreviveram por quase 200 anos. Agora, os filhos do casal passam pelo mesmo local utilizado por gerações anteriores.

Cada descoberta reforça a decisão de não esvaziar a casa de sua identidade. O imóvel passou a funcionar como um arquivo familiar habitado, no qual objetos antigos continuam ligados à rotina dos moradores.

Segurança separa preservação histórica de uma reforma apenas estética

Fiação, encanamento e vigas antigas exigem atenção diferente da pintura ou da decoração. Mesmo quando os proprietários realizam parte do serviço, essas áreas precisam de avaliação profissional quando surgem dúvidas sobre resistência, funcionamento ou risco.

A ajuda especializada não apaga a história do imóvel. Pelo contrário, permite que portas, pisos e móveis sejam preservados dentro de uma estrutura capaz de continuar sendo utilizada com segurança.

O equilíbrio está em recuperar o que ainda funciona e substituir o que ameaça os moradores. Preservar não significa manter tudo intocado, mas tomar decisões que respeitem a construção e as pessoas que vivem nela.

Restauração mantém a casa pronta para receber novas gerações

A casa comprada sem financiamento continua sendo recuperada lentamente, com o dinheiro direcionado para cada etapa necessária. Os problemas encontrados sob o piso aumentaram o trabalho, mas impediram que danos estruturais permanecessem escondidos.

Ao recuperar portas, objetos e espaços ligados aos antepassados, Sommer e Antonio mantêm viva uma história iniciada em 1834. A obra não busca apenas renovar a construção, mas deixar a casa pronta para continuar na família.

Você manteria as marcas e imperfeições de uma casa familiar ou trocaria tudo por mais praticidade? Conte sua escolha e compartilhe a história.

Fonte

PEOPLE


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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