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Círculos gigantes, quadrados quase perfeitos e estradas retas surgem sob a Amazônia e revelam obras monumentais construídas por antigos povos indígenas no Acre

Círculos gigantes, quadrados quase perfeitos e estradas retas surgem sob a Amazônia e revelam obras monumentais construídas por antigos povos indígenas no Acre

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3 min de leitura

Círculos gigantes, quadrados quase perfeitos e estradas retas surgem sob a Amazônia e revelam obras monumentais construídas por antigos povos indígenas no Acre

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 24/07/2026 às 01:51

Curiosidades

Imagem aérea mostra estruturas geométricas monumentais, estradas antigas e áreas abertas entre a vegetação amazônica.

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Novas varreduras aéreas revelam geoglifos escondidos pela vegetação e ampliam o conhecimento sobre a organização das antigas sociedades amazônicas.

Grandes círculos, quadrados e retângulos continuam sendo identificados sob a paisagem amazônica.

As estruturas, conhecidas como geoglifos do Acre, apresentam dimensões monumentais e traçados que chamam atenção pela simetria.

Novos levantamentos aéreos ampliaram a quantidade de figuras observadas e revelaram caminhos retos conectando diferentes construções.

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Essas descobertas reforçam a hipótese de que antigos povos indígenas planejaram, organizaram e modificaram extensas áreas da Amazônia.

Geoglifos formam desenhos gigantes no solo amazônico

Os geoglifos do Acre são grandes estruturas formadas por valetas, elevações de terra e áreas cercadas.

Seus formatos incluem círculos, quadrados e retângulos, alguns deles visíveis por completo apenas do alto.

A cobertura florestal manteve muitas dessas construções escondidas durante longos períodos.

Sobrevoos, imagens de satélite e levantamentos de alta precisão permitiram observar melhor os desenhos distribuídos pelo território.

Pesquisas arqueológicas sobre essas estruturas começaram a ganhar destaque durante a década de 1970.

Estudos mais sistemáticos foram ampliados a partir dos anos 2000, quando novas tecnologias facilitaram a localização dos sítios.

Vista aérea ilustrativa mostra um grande geoglifo geométrico cercado pela Floresta Amazônica e próximo a um rio sinuoso.

Precisão dos círculos e quadrados surpreende pesquisadores

A geometria permanece entre os elementos mais impressionantes dos geoglifos.

Círculos bem definidos, quadrados quase perfeitos e acessos cuidadosamente posicionados indicam que as obras não foram construídas aleatoriamente.

Estradas retas também conectam diferentes estruturas e demonstram planejamento territorial.

A escala das construções levanta questionamentos sobre os métodos utilizados pelos antigos habitantes da Amazônia.

Equipamentos modernos de medição não existiam naquele período.

Conhecimentos técnicos, organização coletiva e planejamento permitiram a execução de obras monumentais em diferentes áreas.

Função das estruturas ainda gera dúvidas

A finalidade exata dos geoglifos ainda não foi determinada de forma definitiva.

Alguns pesquisadores relacionam esses espaços à realização de cerimônias religiosas e encontros entre comunidades indígenas.

Outras interpretações apontam possíveis funções territoriais, sociais ou relacionadas à organização de áreas importantes.

Escavações continuam sendo realizadas para compreender como esses locais eram utilizados.

Novas evidências também podem explicar por que essas sociedades deixaram marcas tão extensas na paisagem.

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Viviane Alves

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Descobertas revelam uma Amazônia organizada

As estruturas modificam antigas interpretações sobre a ocupação humana da floresta.

Sociedades numerosas e organizadas podem ter vivido em diferentes partes da Amazônia pré-histórica.

Entre os principais elementos observados pelos pesquisadores estão:

Pesquisas científicas divulgadas em 2017 identificaram centenas de estruturas pré-colombianas espalhadas por uma extensa área do Acre.

Estudos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional também contribuíram para ampliar o conhecimento sobre os geoglifos.

Desmatamento revelou patrimônio escondido

A retirada da vegetação permitiu que diversos geoglifos fossem identificados pela primeira vez.

Esse processo também aumentou os riscos de degradação do patrimônio arqueológico.

Tecnologias de sensoriamento remoto passaram a localizar novas estruturas sem depender exclusivamente da abertura de áreas florestais.

Mapeamentos aéreos ajudam pesquisadores a estudar os sítios e ampliar o conhecimento sobre o passado amazônico.

Amazônia ainda pode esconder novas construções

Décadas de estudos não foram suficientes para explicar completamente os geoglifos do Acre.

Cada descoberta amplia as perguntas sobre a capacidade técnica, a organização social e o conhecimento territorial dos antigos povos indígenas.

As figuras demonstram que a história humana na Amazônia pode ser muito mais complexa do que se imaginava.

Novos levantamentos ainda poderão revelar círculos, quadrados, estradas e outras construções escondidas sob a floresta.

Quantas outras obras monumentais ainda podem permanecer ocultas no interior da Amazônia? Deixe sua opinião!


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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