Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Com 1,5 mil roubos de celulares em 2025, Acre ocupa a 13ª posição no ranking nacional

Com 1,5 mil roubos de celulares em 2025, Acre ocupa a 13ª posição no ranking nacional

O estado do Acre contabilizou 1.517 roubos de aparelhos celulares ao longo de 2025, o que representa uma taxa de 171,5 ocorrências para cada 100 mil habitantes. Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Apesar de se manter distante dos estados com as maiores taxas do país, o índice coloca o Acre na 13ª colocação entre as unidades federativas na modalidade desse crime patrimonial, caracterizado pela subtração do bem mediante violência ou grave ameaça.

Cenário regional e comparações estaduais

No panorama nacional, a Região Norte concentra alguns dos maiores indicadores da modalidade. O Amazonas lidera a estatística com 360,8 roubos por 100 mil habitantes, seguido por Amapá (256,8) e Pará (239,2). O Distrito Federal (223,9) e Pernambuco (226,8) também figuram entre os maiores índices.

Na outra ponta da tabela, o Rio Grande do Sul apresentou a menor proporcionalidade do país, com 21,7 casos por 100 mil habitantes, acompanhado por Minas Gerais (27,7) e Santa Catarina (30). Em números absolutos, o estado de São Paulo liderou o volume de registros, acumulando 96.955 celulares roubados no mesmo período.

Retração nacional e impacto na competitividade

Em âmbito nacional, o Brasil registrou 308.723 roubos de celulares em 2025, número que representa uma queda de 18,6% na comparação com o ano anterior.

A análise do levantamento também serviu de base para avaliações do Centro de Liderança Pública (CLP) sobre os Rankings de Competitividade dos Estados e dos Municípios 2026. Segundo o estudo da instituição, a redução nos índices de crimes contra o patrimônio é um fator decisivo para a atração de investimentos, retenção de talentos e o desenvolvimento econômico das regiões.

*Com informações do site ac24horas


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

Sair da versão mobile