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Com apenas 19 anos e um terreno vazio, jovem argentina usou economias, aprendeu alvenaria com o pai e levou cinco anos para concluir a própria casa

Com apenas 19 anos e um terreno vazio, jovem argentina usou economias, aprendeu alvenaria com o pai e levou cinco anos para concluir a própria casa

5 min de leitura

Com apenas 19 anos e um terreno vazio, jovem argentina usou economias, aprendeu alvenaria com o pai e levou cinco anos para concluir a própria casa

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 30/07/2026 às 19:33

Construção, Indústria

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Com apenas 19 anos, Gisela Forystek começou a construir a própria casa em um terreno vazio, em Esteban Echeverría, na Argentina.

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Casa própria construída por etapas nasceu das economias de Gisela Forystek, do aprendizado com o pai e de cinco anos de trabalho. A jovem começou sem experiência aos 19 anos, comprou materiais quando havia dinheiro e chegou aos 24 com uma moradia erguida no ritmo dos recursos disponíveis, enquanto registrava cada avanço nas redes sociais.

Com apenas 19 anos, Gisela Forystek começou a construir a própria casa em um terreno vazio, em Esteban Echeverría, na Argentina. Ela utilizou economias, comprou materiais aos poucos e manteve a obra em andamento durante cinco anos, sem tratar o projeto como uma transformação rápida.

A informação foi publicada por Infobae, portal argentino de notícias e atualidades. A reportagem, divulgada em 20 de maio de 2026, apresentou a trajetória da jovem, que tinha 24 anos e já havia transformado o espaço em sua moradia.

A experiência mostra o lado real da construção por etapas. Houve aprendizado, ajuda da família e espera até que aparecesse dinheiro para continuar, situação presente em projetos conduzidos com orçamento limitado.

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Economias de um pequeno negócio deram início à construção da casa própria

Antes de colocar os primeiros materiais no terreno, Gisela havia guardado dinheiro obtido com um pequeno negócio de lingerie. O pai sugeriu que ela investisse os recursos na casa própria, em vez de assumir uma despesa mensal com aluguel.

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A jovem não possuía dinheiro para executar toda a construção de uma vez. Por isso, cada avanço dependia da compra de materiais e da renda disponível naquele momento. A obra cresceu no ritmo das economias, o que aumentou o prazo, mas permitiu que o projeto continuasse.

Esse modelo exige paciência e planejamento. Uma parede pronta não significa que a etapa seguinte poderá começar imediatamente, pois ainda existem gastos com instalações, portas, janelas e acabamento. No caso de Gisela, a espera fez parte da obra.

Pai mestre de obras ensinou alvenaria, hidráulica e elétrica

O pai de Gisela trabalhava como mestre de obras e se tornou a principal referência prática da filha. Durante o primeiro ano, os dois trabalharam juntos, enquanto ele explicava as tarefas e acompanhava a execução.

Ao recordar o começo, a jovem resumiu: “Al principio no sabía nada.” A frase significa que ela iniciou o projeto sem conhecimento prático. Além das orientações do pai, vídeos publicados no YouTube ajudaram no aprendizado de alvenaria, hidráulica e elétrica.

No ano seguinte, Gisela passou a assumir mais atividades. A família continuou presente em trabalhos pesados, enquanto o pai passou a orientar etapas que exigiam mais cuidado. Ela própria deixou claro que não era especialista, embora soubesse realizar diferentes serviços.

Aprender na obra não substitui profissionais habilitados

O aprendizado doméstico permitiu que Gisela entendesse materiais, ferramentas e etapas da construção. Ainda assim, saber realizar uma tarefa prática não equivale a possuir formação técnica para planejar e aprovar todos os serviços de uma casa.

Instalações elétricas, sistemas hidráulicos e partes estruturais exigem atenção porque um erro pode provocar acidentes, infiltrações, danos ao imóvel e gastos maiores. A orientação de profissionais capacitados continua essencial em serviços que envolvem segurança.

A história deve ser entendida como um caso de aprendizado acompanhado por um pai experiente. Não é uma recomendação para que pessoas sem preparo executem sozinhas tarefas de risco.

Cinco anos de construção exigiram constância e apoio familiar

Os cinco anos de obra foram marcados por uma evolução gradual. No início, Gisela dependia mais do acompanhamento do pai. Com a prática, passou a fazer uma parte maior dos serviços e continuou contando com a família em tarefas pesadas.

Esse avanço não aconteceu de uma hora para outra. O dinheiro disponível determinava quando uma nova fase poderia começar, enquanto o trabalho manual tornava cada etapa mais lenta do que seria com uma equipe contratada.

Economias de um pequeno negócio deram início à construção da casa própria / @Construyendocongigi

A continuidade foi tão importante quanto o conhecimento adquirido. O apoio familiar manteve o projeto em movimento, mesmo quando ainda havia muito trabalho pela frente.

Economia com mão de obra apareceu com força no banheiro

Gisela executou grande parte dos serviços para reduzir os gastos com mão de obra. O banheiro oferece o exemplo mais claro apresentado por ela: os materiais custaram 3.600.000 pesos argentinos.

Na data da entrevista, o mesmo gasto em materiais seria de 4.500.000 pesos argentinos. A contratação de um pedreiro poderia elevar o custo total para aproximadamente 10.000.000 pesos argentinos.

Infobae, portal argentino de notícias e atualidades, registrou os valores usados pela jovem para explicar o peso da mão de obra. A diferença ajuda a entender a decisão de aprender parte dos serviços, mas não elimina a necessidade de supervisão em tarefas técnicas.

Vídeos da construção levaram Gisela a mais de 200 mil seguidores

A documentação da obra começou depois que Gisela observou outros criadores nas redes sociais. Ela publicou o primeiro vídeo em uma conta quase desconhecida, imaginando que a exposição poderia dar apoio para terminar o banheiro.

Na data da reportagem, o perfil Construyendo con Gigi já reunia mais de 200 mil seguidores. O público acompanhava cada avanço sem a aparência de uma reforma concluída em poucos dias.

Gisela passou a receber mensagens diárias de pessoas interessadas em sua experiência. As próprias irmãs também começaram a construir suas casas, influenciadas pelo aprendizado acompanhado dentro da família. Os vídeos transformaram uma obra pessoal em referência pública.

Aos 24 anos, o terreno vazio já havia se transformado em moradia

A primeira noite de Gisela na casa ocorreu sem que todos os detalhes de conforto estivessem resolvidos. Ela ainda não tinha cortinas e não dormiu bem, mas guardou aquele momento como a confirmação de que havia conquistado um espaço próprio. Aos 24 anos, já podia morar no imóvel iniciado aos 19 anos.

A trajetória não apresenta uma fórmula fácil para conquistar a casa própria. Ela mostra que construir aos poucos pode tornar um projeto possível, desde que o planejamento financeiro caminhe ao lado da segurança e da participação de profissionais quando o serviço exigir.

Construir aos poucos é uma saída real ou o custo emocional e financeiro torna esse caminho pesado demais? Deixe sua opinião e compartilhe.

Fonte

Infobae


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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