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Comissária com 15 anos de experiência desmonta truques para ganhar upgrade no avião e revela que um check-in feito em 30 segundos pode colocar passageiros à frente da fila, enquanto presentes, roupas elegantes e histórias de lua de mel não funcionam, e um detalhe aparentemente inocente ainda pode eliminar o viajante da primeira classe

Comissária com 15 anos de experiência desmonta truques para ganhar upgrade no avião e revela que um check-in feito em 30 segundos pode colocar passageiros à frente da fila, enquanto presentes, roupas elegantes e histórias de lua de mel não funcionam, e um detalhe aparentemente inocente ainda pode eliminar o viajante da primeira classe

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Comissária com 15 anos de experiência desmonta truques para ganhar upgrade no avião e revela que um check-in feito em 30 segundos pode colocar passageiros à frente da fila, enquanto presentes, roupas elegantes e histórias de lua de mel não funcionam, e um detalhe aparentemente inocente ainda pode eliminar o viajante da primeira classe

Escrito por Carla Teles

Publicado em 29/07/2026 às 14:18

Atualizado em 29/07/2026 às 14:19

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Upgrade no avião: veja como check-in, programa de fidelidade e perfil do passageiro influenciam a disputa por vaga na primeira classe.

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Barbara Bacilieri afirma que o upgrade no avião costuma ser definido antes do embarque por listas de prioridade, nas quais status, tarifa, momento da compra e horário do check-in pesam mais que presentes ou aparência, enquanto determinadas escolhas podem tirar o passageiro da disputa por assentos superiores em voos lotados.

Conseguir um upgrade no avião não depende de entregar chocolates à tripulação, contar que a viagem celebra uma lua de mel ou chegar ao aeroporto vestindo roupas elegantes. Segundo a comissária de bordo argentina Barbara Bacilieri, com mais de 15 anos de experiência na aviação, a decisão normalmente acontece antes de o passageiro entrar na aeronave.

As explicações foram apresentadas pela profissional em um vídeo repercutido pelo portal MeioNews em 17 de julho de 2026. Barbara descreveu critérios utilizados em listas de prioridade e compartilhou situações observadas durante sua carreira, mas não identificou quais companhias adotam cada regra nem apresentou regulamentos que permitam tratar todas as práticas citadas como universais.

Presentes e histórias especiais não criam assentos

Um dos mitos abordados pela comissária envolve passageiros que oferecem bombons ou outros presentes aos integrantes da tripulação esperando receber um lugar na primeira classe. Barbara afirmou que o gesto pode ser recebido com simpatia, mas não cria uma vaga nem altera a lista preparada antes do embarque.

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O mesmo vale para quem informa estar em lua de mel. A tripulação pode parabenizar o casal e, dependendo do serviço disponível, oferecer alguma gentileza, mas isso não significa que haverá um upgrade no avião. Uma celebração pessoal não substitui os critérios comerciais e operacionais utilizados pela empresa aérea.

A profissional também disse ter presenciado passageiros alegando cirurgias, dores ou limitações físicas para tentar conseguir mais espaço. Essa estratégia, além de não garantir transferência para uma cabine superior, pode produzir o efeito contrário.

Quem declara ter uma condição que comprometa sua capacidade de movimentação pode ser impedido de permanecer na saída de emergência. Esses lugares exigem passageiros aptos a colaborar em uma eventual evacuação, conforme as regras de segurança do voo.

Decisão costuma ocorrer antes do embarque

De acordo com Barbara, quando a classe econômica é vendida acima da capacidade disponível, a companhia pode precisar transferir alguns passageiros para cabines superiores. Nesses casos, seria criada uma lista com nomes ordenados conforme critérios internos.

A equipe de embarque não escolheria simplesmente a pessoa mais simpática ou mais bem-vestida. Segundo o relato, os funcionários seguiriam a classificação apresentada pelo sistema, chamando os passageiros conforme a ordem estabelecida.

Entre os fatores citados estão o nível do viajante no programa de fidelidade, a frequência com que ele utiliza a companhia, o valor pago pela passagem e o momento em que o bilhete foi comprado.

Isso significa que solicitar um upgrade no avião diretamente à comissária, depois de já ter embarcado, geralmente seria tarde demais. A profissional afirma que, nessa fase, a decisão principal já foi tomada pelo sistema ou pela equipe responsável no portão.

Check-in antecipado pode funcionar como desempate

Entre as ações que estariam ao alcance do passageiro, Barbara destacou o horário do check-in. Em algumas companhias, quando duas pessoas possuem condições semelhantes, quem concluiu o procedimento primeiro pode aparecer acima na lista de prioridade.

Por isso, a comissária recomenda fazer o check-in assim que ele for liberado, e não apenas no dia do voo ou pouco antes de sair para o aeroporto. O procedimento pode levar cerca de 30 segundos e servir como critério de desempate entre passageiros equivalentes.

A própria profissional ressalta, porém, que o check-in antecipado não supera automaticamente um cliente com categoria elevada no programa de fidelidade ou alguém que pagou uma tarifa mais valorizada pela companhia.

Além disso, a fonte não identifica quais empresas utilizam o horário do check-in dessa maneira. A medida deve ser entendida como uma possibilidade relatada pela comissária, e não como garantia válida para qualquer voo ou transportadora.

Viajar sozinho facilita uma eventual transferência

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Outro fator citado é o número de passageiros incluídos na mesma reserva. Quando a empresa precisa liberar apenas um assento na classe econômica, uma pessoa viajando sozinha tende a ser mais fácil de acomodar em outra cabine do que uma família ou um grupo.

Mover cinco passageiros exigiria várias vagas disponíveis e poderia provocar separação entre os integrantes. Um passageiro sozinho representa uma solução operacional mais simples quando resta apenas um lugar na primeira classe ou na executiva.

Barbara também mencionou que fazer check-in separadamente pode ajudar quando duas pessoas viajam juntas, mas a aplicação prática dependerá das regras da companhia, da reserva e da disponibilidade daquele voo.

Viajar desacompanhado, portanto, não assegura o upgrade no avião. Essa condição apenas pode tornar o passageiro mais fácil de transferir quando a empresa já precisa reorganizar a ocupação das cabines.

Fidelidade, tarifa e cartão pesam mais que simpatia

O status dentro do programa de fidelidade aparece como um dos elementos mais relevantes na explicação da comissária. Passageiros que voam repetidamente com a mesma empresa podem ocupar posições superiores na lista.

O tipo de tarifa também importa porque dois viajantes sentados na classe econômica podem ter pago valores diferentes. Bilhetes flexíveis, categorias tarifárias mais altas ou compras realizadas em determinadas condições podem receber tratamento distinto no sistema.

A acumulação de milhas é apresentada como um caminho mais consistente do que os truques populares divulgados nas redes sociais. Ao viajar e concentrar gastos no mesmo programa, o cliente pode elevar seu nível e obter benefícios previstos formalmente.

Barbara afirmou ainda que cartões de crédito vinculados a algumas companhias podem conceder prioridade. Essa vantagem, contudo, varia conforme o banco, a empresa aérea, a categoria do cartão e as regras vigentes no momento da viagem.

Roupa elegante não garante primeira classe

Segundo a profissional, vestir-se de maneira sofisticada não eleva automaticamente a posição do passageiro. A roupa não substitui status, tarifa, check-in ou qualquer outro critério registrado pelo sistema.

Barbara, entretanto, relatou que uma apresentação considerada inadequada pode influenciar decisões em determinadas situações, sobretudo envolvendo passageiros em regime de espera ou benefícios concedidos a funcionários e familiares.

Esse ponto deve ser interpretado com cautela, pois a fonte não apresenta regulamentos oficiais que proíbam roupas específicas em upgrades comerciais. A própria comissária descreve o critério como silencioso, variável e, em alguns casos, arbitrário.

Ela recomenda apenas uma aparência organizada, sem afirmar que trajes formais sejam necessários. Em seu relato, a roupa não oferece o assento, mas pode ser usada por alguém como justificativa para passar ao próximo nome.

Assento vazio não significa mudança gratuita

Depois da decolagem, passageiros frequentemente percebem lugares desocupados nas cabines superiores e perguntam por que não podem ser transferidos. Barbara explica que a tripulação de cabine não possui liberdade para conceder essa mudança por conta própria.

Conforme seu relato, somente o comandante poderia autorizar um upgrade no avião já dentro da aeronave. Muitos evitariam fazê-lo porque beneficiar uma pessoa poderia gerar pedidos semelhantes de outros passageiros.

Por essa razão, uma cabine pode permanecer com assentos vazios mesmo quando a classe econômica está ocupada. A existência física de um lugar disponível não significa que ele possa ser oferecido gratuitamente sem autorização.

A configuração do voo tende a seguir as informações registradas no sistema. Eventuais mudanças dependem de procedimentos internos, disponibilidade, segurança e decisões operacionais da companhia.

Leilões podem oferecer uma alternativa mais barata

Embora o conteúdo trate principalmente de mudanças gratuitas, Barbara lembra que algumas empresas permitem ao passageiro fazer uma oferta por um assento superior. O convite costuma ser enviado por e-mail antes da viagem.

Quando há baixa ocupação nas cabines da frente, propostas inferiores ao valor normal da primeira classe ou da executiva podem ser aceitas. Outras empresas oferecem a compra no balcão ou durante o processo de embarque.

Essa alternativa não representa um upgrade no avião gratuito, mas pode custar menos do que adquirir originalmente uma passagem na cabine superior. O valor e a disponibilidade dependem de cada voo.

A recomendação é verificar mensagens enviadas pela companhia e consultar as opções antes da partida. A fonte não apresenta valores médios nem indica empresas específicas que utilizem esse modelo.

Funcionários podem viajar em regime de espera

Ao final do vídeo, Barbara afirma que trabalhar em uma empresa aérea é a única maneira que, segundo ela, realmente pode permitir viagens gratuitas em cabines superiores. Funcionários e alguns familiares podem utilizar o regime conhecido como standby.

Nesse sistema, o passageiro somente embarca se houver lugar disponível. Caso não exista assento, precisa aguardar outro voo. Quando as únicas vagas restantes estão na frente da aeronave, ele pode ser acomodado ali.

Não se trata do mesmo processo aplicado ao passageiro comum que comprou uma passagem econômica. O benefício está vinculado à relação profissional com a empresa e segue políticas internas próprias.

A comissária relatou experiências de familiares que viajaram dessa maneira, incluindo casos em que a roupa teria influenciado a acomodação. Novamente, essas situações representam vivências pessoais e não comprovam uma norma uniforme em toda a aviação.

O melhor caminho começa antes de entrar no avião

As informações apresentadas por Barbara indicam que não existe uma frase secreta capaz de convencer a tripulação a liberar a primeira classe. Os fatores de maior peso estão relacionados ao histórico do cliente, à tarifa comprada e às necessidades operacionais do voo.

Fazer o check-in assim que ele abrir, participar de programas de fidelidade e viajar sozinho podem melhorar as condições de um passageiro em determinados cenários. Nenhuma dessas atitudes, entretanto, garante que o upgrade acontecerá.

Presentes, histórias inventadas e roupas elegantes não alteram automaticamente a classificação. Alegar uma limitação física inexistente ainda pode retirar o viajante de um assento na saída de emergência, sem aproximá-lo das cabines superiores.

Você já conseguiu um upgrade no avião ou presenciou alguém ser chamado para viajar na primeira classe? Conte nos comentários como aconteceu e se a experiência confirmou ou contrariou os critérios apresentados pela comissária.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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