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Companheiro confessa feminicídio e leva polícia até local onde escondeu corpo de jovem em Rio Branco

Companheiro confessa feminicídio e leva polícia até local onde escondeu corpo de jovem em Rio Branco

A Polícia Civil encontrou, na manhã desta segunda-feira (27), o corpo da jovem Reginaria Bandeira da Silva, de 22 anos, em uma área de mata localizada às margens da rodovia AC-10, no km 18, zona rural de Rio Branco. O companheiro dela, José Silva dos Santos, foi apontado como principal suspeito e confessou o crime, indicando aos investigadores o ponto onde havia escondido a vítima.

Reginaria estava desaparecida desde o último sábado (25), quando foi vista pela última vez na companhia de José Silva. Conforme as investigações iniciais, a motivação do assassinato estaria ligada à resistência do suspeito em aceitar o encerramento do relacionamento.

Após o desaparecimento, familiares da jovem começaram uma mobilização em busca de informações, divulgando cartazes e compartilhando o caso pelas redes sociais. A situação chegou ao conhecimento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que iniciou as investigações e passou a apurar a participação do companheiro.

Durante as diligências realizadas nesta segunda-feira, os policiais localizaram José Silva dos Santos. Ao ser interrogado, ele confessou ter matado Reginaria e informou aos agentes o local onde havia ocultado o corpo.

A equipe policial seguiu até a área indicada e confirmou a localização da vítima. A Polícia Militar foi chamada para realizar o isolamento do espaço, garantindo a atuação dos peritos criminais e dos servidores do Instituto Médico Legal (IML).

O corpo foi encaminhado ao IML de Rio Branco, onde serão realizados exames para identificar oficialmente a causa da morte. Segundo as primeiras avaliações, não foram constatadas marcas de disparos de arma de fogo ou golpes provocados por arma branca. A suspeita inicial é de morte por asfixia mecânica, possivelmente causada por estrangulamento.

Após a confissão, José Silva dos Santos recebeu voz de prisão e foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). O caso continua sob investigação da DHPP, que deve esclarecer todos os detalhes do feminicídio.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Davi Sahid.

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