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Em apenas 10 dias, dois construtores transformaram papelão reciclado em uma casa flutuante com beliches, cozinha, motor e âncora e conseguiram navegar pelo Rio Tâmisa

Em apenas 10 dias, dois construtores transformaram papelão reciclado em uma casa flutuante com beliches, cozinha, motor e âncora e conseguiram navegar pelo Rio Tâmisa

4 min de leitura

Em apenas 10 dias, dois construtores transformaram papelão reciclado em uma casa flutuante com beliches, cozinha, motor e âncora e conseguiram navegar pelo Rio Tâmisa

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 23/07/2026 às 18:46

Curiosidades

Imagem ilustrativa: Uma casa flutuante feita com papelão reciclado entrou no Rio Tâmisa e conseguiu navegar sem se desfazer na água.

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Construída com caixas descartadas e impermeabilizada para entrar no Rio Tâmisa, a casa flutuante recebeu beliches, cozinha, vigia, motor e âncora, mas permaneceu uma experiência temporária, não uma residência permanente

Uma casa flutuante feita com papelão reciclado entrou no Rio Tâmisa e conseguiu navegar sem se desfazer na água. A estrutura tinha espaços para dormir, cozinha, motor e até uma âncora.

Harry Dwyer e Charlie Waller, integrantes do Aircraft Workshop, participaram da construção batizada de This Way Up, expressão que significa Este Lado para Cima. O trabalho foi concluído em 10 dias por uma equipe formada para desenvolver o projeto.

As informações sobre a montagem foram publicadas por Harry Dwyer, página oficial de um dos criadores do projeto. Trinity Buoy Wharf, centro de artes e cultura na região portuária londrina, registrou o lançamento em 29 de abril de 2016.

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Papelão descartado virou a estrutura de uma casa flutuante

A embarcação foi construída em uma oficina localizada em Trinity Buoy Wharf, na região portuária de Londres. O material principal veio de papelão descartado encontrado no próprio local.

Papelão descartado virou a estrutura de uma casa flutuante

As caixas e embalagens foram aproveitadas para formar a estrutura do barco e o pequeno espaço interno. O objetivo era transformar um material associado ao lixo em uma embarcação capaz de sustentar seus ocupantes durante uma navegação experimental.

Harry Dwyer, página oficial de um dos criadores do projeto, informa que a equipe levou 10 dias para concluir a casa flutuante. O registro também identifica o papelão descartado como a base da construção.

Como o papelão foi protegido da água

O principal desafio estava na fragilidade do material. O papelão absorve umidade e perde resistência quando fica molhado, condição que poderia comprometer rapidamente a estrutura no Rio Tâmisa.

Depois da montagem, a embarcação recebeu um acabamento impermeável. Essa proteção formou uma barreira entre o papelão e a água durante o lançamento e o deslocamento pelo rio.

A impermeabilização permitiu realizar a experiência, mas não transformou o material em uma solução permanente. A composição detalhada do acabamento e o tempo de duração dessa proteção contra a água não foram divulgados.

Beliches e cozinha ocuparam o interior da embarcação

A pequena casa flutuante não funcionava apenas como uma plataforma vazia. O interior recebeu beliches e cozinha, criando um ambiente parecido com o de uma moradia compacta.

Beliches e cozinha ocuparam o interior da embarcação

Uma vigia permitia observar o lado externo. Esse tipo de janela, comum em barcos, possui formato pequeno e ajuda a levar luz ao interior sem exigir uma grande abertura na parede.

A construção também ganhou motor e âncora. O motor permitia movimentar a embarcação, enquanto a âncora ajudava a mantê la parada quando necessário.

Trinity Buoy Wharf, centro de artes e cultura na região portuária londrina, registrou a presença de dois lugares para dormir, motor, vigia e âncora no projeto.

Casa flutuante foi lançada no Rio Tâmisa

A embarcação saiu de Trinity Buoy Wharf e entrou nas águas do Rio Tâmisa, em Londres. Harry Dwyer e Charlie Waller acompanharam a navegação realizada com a estrutura pronta.

O lançamento aconteceu antes da apresentação programada para 30 de abril de 2016 no Grand Designs Live, evento britânico voltado a projetos de construção e moradia. A casa flutuante seria exibida como exemplo de aproveitamento de materiais descartados.

O barco conseguiu flutuar e navegar durante o teste. Não foram divulgadas informações sobre viagens longas, velocidade elevada ou permanência contínua na água.

Experiência não criou uma moradia permanente

Embora tivesse beliches, cozinha, motor e âncora, a embarcação não deve ser confundida com uma casa certificada para ocupação definitiva. O projeto funcionou como uma demonstração experimental de reaproveitamento.

A embarcação foi construída em uma oficina localizada em Trinity Buoy Wharf, na região portuária de Londres.

Uma moradia permanente precisa suportar contato prolongado com a água, mudanças do clima e desgaste constante. A navegação no Rio Tâmisa não estabeleceu prazo de durabilidade nem apresentou autorização para uso residencial contínuo.

O teste comprovou apenas que a estrutura protegida conseguia sustentar pessoas e navegar naquele momento. O resultado não serve como orientação para construir barcos de papelão sem conhecimento técnico e medidas adequadas de segurança.

Ao transformar caixas descartadas em uma casa flutuante, os construtores deram ao papelão reciclado uma função difícil de imaginar. O material ganhou beliches, cozinha, motor e âncora antes de entrar em um dos rios mais conhecidos de Londres.

A experiência mostrou o potencial criativo do reaproveitamento, mas também deixou clara a diferença entre uma construção temporária e uma residência preparada para uso permanente.

Você confiaria em uma casa flutuante feita de papelão para atravessar um rio ou considera que o risco seria maior que a curiosidade? Compartilhe a publicação e deixe sua opinião nos comentários.

Fonte

Trinity Buoy Wharf


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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