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Engenheiros disseram que as pilhas de pedra eram pequenas demais para resolver, mas um ex-guarda florestal de 90 anos e seus voluntários empilharam quase 900 estruturas à mão em sete bacias do Colorado e fizeram a vegetação úmida crescer 40% em plena seca histórica, segundo estudo da Universidade Estadual do Colorado

Engenheiros disseram que as pilhas de pedra eram pequenas demais para resolver, mas um ex-guarda florestal de 90 anos e seus voluntários empilharam quase 900 estruturas à mão em sete bacias do Colorado e fizeram a vegetação úmida crescer 40% em plena seca histórica, segundo estudo da Universidade Estadual do Colorado

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Engenheiros disseram que as pilhas de pedra eram pequenas demais para resolver, mas um ex-guarda florestal de 90 anos e seus voluntários empilharam quase 900 estruturas à mão em sete bacias do Colorado e fizeram a vegetação úmida crescer 40% em plena seca histórica, segundo estudo da Universidade Estadual do Colorado

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 23/07/2026 às 13:34

Atualizado em 23/07/2026 às 13:37

Curiosidades

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Um ex-guarda florestal aposentado do Serviço Florestal americano passou trinta anos empilhando pedra à mão para reparar riachos secos no oeste do Colorado

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Um ex-guarda florestal aposentado do Serviço Florestal americano passou trinta anos empilhando pedra à mão para reparar riachos secos no oeste do Colorado. Um estudo de oito anos da Universidade Estadual do Colorado mediu o resultado e encontrou aumento de 40% na cobertura de vegetação úmida.

A cena não tem nada de tecnológica. Uma dúzia de pessoas sobe um barranco seco no oeste do Colorado carregando pedras nos braços, algumas com vinte e poucos anos, outras já na casa dos setenta, e as deposita uma a uma dentro do leito de um riacho que não corre. À distância de três metros aquilo parece um monte de entulho. Quem coordena o serviço é um ex-guarda florestal de 90 anos, aposentado do Serviço Florestal dos Estados Unidos desde 1990, que examina cada pedra antes de aprovar a posição. Entre 2012 e 2020, ele e seus voluntários construíram quase 900 dessas estruturas em sete drenagens da bacia do rio Gunnison.

O julgamento técnico da época foi direto: as pilhas eram pequenas demais para produzir efeito. A conclusão veio em sentido contrário e está publicada na revista científica Restoration Ecology, em artigo assinado por Renée Rondeau e colegas do Programa de Patrimônio Natural da Universidade Estadual do Colorado. Divulgado em novembro de 2023 e publicado no periódico em 2024, o levantamento acompanhou oito anos de medições e registrou avanço de 40% na cobertura de vegetação de zonas úmidas nas áreas tratadas, dentro do período mais seco que o sudoeste americano enfrenta em cerca de doze séculos.

Um amanhecer de quatro graus e o som de pedra batendo em pedra

Pedras são assentadas, uma de cada vez, em posições que parecem aleatórias e não são. A disposição obedece a um desenho pensado para o modo como a corrente vai se comportar na próxima enxurrada.

O trabalho começa antes de o sol esquentar o terreno. Não há motor, não há escavadeira e não há concreto apenas botas em cascalho, luvas e o barulho seco de rocha encostando em rocha.

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O grupo para diante de uma cicatriz no leito, um degrau vertical de uns sessenta centímetros aberto na terra pela força da água. É ali que as pedras são assentadas, uma de cada vez, em posições que parecem aleatórias e não são. A disposição obedece a um desenho pensado para o modo como a corrente vai se comportar na próxima enxurrada.

A composição das equipes chama atenção tanto quanto o método. Avós, adolescentes de programas de conservação juvenil, pecuaristas e funcionários de agências federais trabalham lado a lado, movendo material que cabe nos braços de uma pessoa comum.

O homem de 90 anos que ninguém esperava encontrar num barranco

Bill Zeedyk nasceu em 1935 em Nova Jersey, filho de professores, e aos 14 anos decidiu que queria trabalhar como guarda florestal.

A trajetória por trás dessa operação é uma das mais improváveis da conservação americana. Bill Zeedyk nasceu em 1935 em Nova Jersey, filho de professores, e aos 14 anos decidiu que queria trabalhar como guarda florestal.

A carreira seguiu exatamente esse roteiro. Formou-se pela Universidade de New Hampshire em 1956 e, em 1962, tornou-se o primeiro biólogo de vida selvagem designado para a Floresta Nacional Daniel Boone. Foram 34 anos de Serviço Florestal, período em que coordenou o programa nacional de espécies ameaçadas em Washington e depois supervisionou vida selvagem e pesca em toda a região sudoeste, a partir de Albuquerque.

A aposentadoria, em 1990, deveria encerrar a história. Foi ali que ela começou de verdade: em 1994 ele abriu uma consultoria para difundir o que havia observado em décadas de campo, e três décadas depois continua subindo barranco com um cajado, chapéu de aba larga e barba branca.

A ferida não era falta de chuva, era encanamento

O diagnóstico que orienta todo o método parte de uma distinção simples e pouco intuitiva. O problema central daqueles prados nunca foi a quantidade de água que caía do céu, e sim a velocidade com que ela ia embora.

Ninguém consegue obrigar uma região árida a receber mais chuva. Impedir que o terreno expulse a água que já recebeu, porém, é uma intervenção ao alcance da mão. Foi essa inversão de foco que separou a abordagem do ex-guarda florestal do que se praticava nas agências.

Esse tipo de degradação não é exclusividade do oeste americano. No Brasil, o avanço de voçorocas e sulcos de erosão em áreas de pastagem segue a mesma mecânica, com perda de solo e rebaixamento do lençol freático em terrenos que antes retinham umidade, tema acompanhado por instituições de pesquisa agropecuária como a Embrapa.

Como uma vala engole o lençol freático de um prado inteiro

A sequência de destruição costuma começar por algo banal. Um sulco de carroça, a inclinação de uma estrada rural ou uma trilha aberta pelo gado concentra num único canal a água que antes se espalhava pela superfície.

Concentrada, a corrente ganha força e passa a escavar. Estação após estação o canal aprofunda e se transforma em ravina, e é aí que a lógica se inverte contra o prado. Quanto mais fundo o rasgo, mais baixo ele puxa o lençol freático dos dois lados a água subterrânea escorre lateralmente para dentro da vala e vai embora.

O desfecho é uma espiral que se alimenta sozinha. Plantas de zonas úmidas morrem, o solo nu toma conta, e a próxima tempestade encontra menos raiz para segurar a terra, cavando a ravina ainda mais fundo.

A forma mais agressiva da ferida tem nome próprio

Existe um ponto específico onde essa erosão fica mais violenta. Chama-se cabeceira erosiva: um degrau vertical no leito do riacho, sobre o qual a água despenca.

A física do que acontece ali explica por que o estrago caminha. A queda escava uma pequena bacia na base do degrau, a base cede, o degrau desmorona e um novo degrau se forma logo atrás. A cabeceira erosiva sobe o vale como um fio que desfia uma meia, e a cada ano sobra menos prado atrás dela.

Há um marco involuntário que mede esse processo com clareza incômoda. Uma cerca erguida em 1937, com os postes fincados no chão, hoje tem esses mesmos postes pendurados cerca de um metro e meio acima do fundo de uma ravina a diferença corresponde ao solo que sumiu em uma única geração humana.

Menos de 2% da bacia sustenta quase toda a vida

A desproporção entre área e importância é o que torna o problema grave. Os prados úmidos ocupam menos de 2% da bacia, e cerca de 80% da vida selvagem da região depende deles.

O funcionamento desses trechos lembra o de uma esponja. Eles absorvem o degelo e o escoamento das tempestades, retêm essa água no solo e em lençóis rasos e a liberam devagar ao longo do fim do verão, quando todo o resto da paisagem já secou.

É essa liberação lenta que sustenta a cor da vegetação fora de época. Num mar prateado de artemísia, os prados aparecem como faixas estreitas de verde, com gramíneas, juncos, flores silvestres e salgueiros nos pontos mais encharcados.

A ave que ficou sem berçário

A degradação desses trechos atingiu em cheio uma espécie que já vivia no limite. Em novembro de 2014, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos classificou o galo-das-artemísias de Gunnison como ameaçado em âmbito federal, com população estimada em menos de 4 mil indivíduos no mundo.

A ligação entre a ave e a umidade do solo está na alimentação dos filhotes. Herbáceas de folha larga e insetos chegam a representar até 78% da dieta dos filhotes no fim do verão, e esse tipo de alimento só existe onde ainda há água retida.

O encadeamento fica evidente quando se junta as duas pontas. A bacia estava drenando a si mesma para dentro das próprias valas, e a ave ficava sem os trechos úmidos onde criava a ninhada justamente no período mais crítico do ano.

O que o ex-guarda florestal aprendeu com o Pueblo Zuni

A origem do método não está em manual de engenharia. O Pueblo Zuni, no oeste do Novo México, cultivava terreno árido havia mais de mil anos espalhando o escoamento pelos campos com estruturas manuais de pedra e material vegetal.

Trabalhando ao lado de membros da tribo em um projeto nas montanhas Zuni, Zeedyk passou a combinar esse repertório com a ciência fluvial contemporânea. O que ele reuniu ali soava herético para a engenharia convencional, acostumada a resolver rio com concreto e maquinário pesado.

A observação de fundo é que existia conhecimento acumulado sendo ignorado. Técnicas de água e solo testadas por séculos permaneciam fora do repertório oficial, e foi delas que saiu a base do que hoje se chama restauração de baixa tecnologia.

Dois ditados que resumem o método inteiro

A primeira regra Zeedyk atribui ao geomorfólogo Dave Rosgen. “Um rio não quer ser um lago” e a consequência prática disso é que barragem alta fracassa.

A explicação é mecânica. A queda d’água escava uma bacia de erosão na própria base, que solapa e derruba a estrutura, ou então o fluxo contorna a extremidade e a abandona ali, inútil. Estrutura baixa e larga trabalha junto com a corrente; alta e estreita briga com ela e perde.

A segunda regra trata de expectativa. “Quando para de piorar, começa a melhorar” resume a ideia de que não se força uma paisagem a se curar impede-se que ela se desfaça mais rápido do que consegue crescer. Zeedyk batizou a abordagem de deixar a água fazer o trabalho, título do livro que assinou com Van Clothier.

As três peças da caixa de ferramentas

Um ex-guarda florestal aposentado do Serviço Florestal americano passou trinta anos empilhando pedra à mão para reparar riachos secos no oeste do Colorado

A primeira estrutura carrega um nome que é quase uma piada técnica. A barragem de uma pedra só não é barragem: é um piso. Trata-se de uma camada única de pedras do tamanho de bolas de futebol e basquete, atravessando o canal com várias fileiras de largura e apenas uma pedra de altura.

O efeito não é represar, e sim desacelerar. A corrente perde velocidade o suficiente para largar o sedimento que carrega, o lodo assenta sobre as pedras e, estação após estação, o leito se reconstrói ao redor delas a ravina cicatriza de baixo para cima.

As outras duas peças atacam pontos distintos. A bacia Zuni é montada dentro de uma cabeceira erosiva ativa e converte uma cachoeira concentrada em uma escadaria de pedra com quedas e poças sucessivas, dissipando a energia por muitas superfícies em vez de uma só. Já a media luna, meia-lua em espanhol, é um crescente baixo de rocha que espalha o fluxo canalizado de volta numa lâmina larga e lenta, que infiltra em vez de escavar.

A conta que fez os pecuaristas prestarem atenção

O argumento que abriu portas na região não foi ecológico. Restauração de curso d’água com equipamento pesado custava entre 600 mil e 1 milhão de dólares por milha.

A alternativa manual mudava a ordem de grandeza. Com ferramenta de mão e voluntários, o custo por milha ficava entre 50 mil e 100 mil dólares, cerca de dez vezes menos, valor que cabe no orçamento de propriedades e programas locais.

O arranjo institucional foi se formando em torno disso. Uma avaliação de vulnerabilidade climática para a bacia foi conduzida em 2009; no ano seguinte formou-se um grupo de trabalho reunindo o Departamento de Gestão de Terras, o Serviço Florestal, o órgão estadual de parques e vida selvagem, pecuaristas e corpos juvenis de conservação. O primeiro sítio foi instalado em 2012, em propriedade privada de um pecuarista da região.

Oito anos pisando nos mesmos pontos com uma prancheta

A parte mais rara dessa história é que alguém se deu ao trabalho de medir. Renée Rondeau, do Programa de Patrimônio Natural do Colorado, montou o desenho do estudo com o rigor que um público cético exigiria.

A amostragem foi construída para permitir comparação direta. Foram 135 pontos de amostragem dentro das drenagens tratadas e 30 pontos intocados fora delas, como controle, percorridos ao longo de oito anos.

O contexto climático do período reforça o teste. Seis dos nove anos monitorados foram considerados anos de seca, dentro do trecho de duas décadas mais seco que a região atravessa desde aproximadamente o ano 800.

O que os números mostraram

O resultado principal está na cobertura vegetal. Nas transecções tratadas, a cobertura média de vegetação de zonas úmidas subiu de 62% para 86%, o que representa melhora de 40% quando medida contra os pontos de controle.

As metas do próprio projeto também foram alcançadas na maioria dos casos. Dez das doze unidades monitoradas atingiram o objetivo estabelecido para cinco anos, incluindo os quatro prados perenes e seis das oito unidades efêmeras.

Alguns indicadores isolados são especialmente expressivos. Em uma das unidades, o junco-báltico saltou de 1% para 36% de cobertura; em duas unidades perenes, o cardo-do-canadá, planta invasora, recuou mais de 80%; e as espécies nativas de herbáceas e gramíneas, importantes tanto para a ave quanto para o gado, avançaram em 67% das unidades.

Onde o método não funcionou

O estudo não apresenta o resultado como vitória uniforme, e essa é uma das razões de ele ter peso. Apenas cerca de metade das drenagens mostrou diferença estatisticamente significativa em relação aos controles.

Parte das limitações estava no ponto de partida. Duas unidades efêmeras já figuravam entre as mais úmidas do conjunto e praticamente não tinham margem de melhora, o que reduz a chance de qualquer intervenção aparecer nos números.

Há ainda fatores que o desenho não conseguiu isolar. A pressão de pastoreio não pôde ser descartada como variável, e algumas estruturas precisaram ser reposicionadas depois de tempestades intensas.

A ave voltou a aparecer, e ninguém pode provar por quê

As contagens da espécie oscilam em ciclos de alta e baixa, e o ano de 2019 marcou o ponto mais baixo desde que a metodologia atual de monitoramento passou a ser aplicada, em 1996. Nos anos seguintes, os números voltaram a subir na bacia.

A tentação de ligar uma coisa à outra é grande, e o próprio órgão estadual não fez isso. Um gestor de vida selvagem creditou a recuperação a um mês de julho especialmente chuvoso, e não às estruturas de pedra.

A cautela é justificada e não anula a coincidência. Aves se deslocam por muitos motivos e a causa direta é impossível de demonstrar, mas água disponível em julho é exatamente aquilo que um prado saudável deveria reter e exatamente o que as estruturas foram desenhadas para impedir de escoar.

Do satélite, a mesma conclusão

Uma segunda equipe chegou ao assunto por caminho completamente diferente. Um estudo liderado por Nicholas Silverman, publicado em 2019 também na Restoration Ecology, usou índices de vegetação obtidos por satélite para avaliar projetos de restauração de baixa tecnologia, entre eles o da bacia do Gunnison.

A conclusão apontou na mesma direção do trabalho de campo. O levantamento identificou aumento líquido de produtividade da vegetação nas áreas tratadas em comparação com trechos de controle semelhantes, além de examinar a sensibilidade da vegetação à precipitação como medida de resiliência.

A convergência entre métodos é o que dá solidez ao conjunto. Uma equipe contando plantas a pé e outra medindo verde a partir da órbita chegaram ao mesmo resultado, com bases de dados independentes entre si.

A técnica saiu de Gunnison

A escala atual já ultrapassa em muito o experimento inicial. O distrito de conservação de água da bacia superior do rio Gunnison registra hoje mais de 2.670 estruturas do tipo ao longo de 49 milhas de curso d’água.

A prática também entrou na institucionalidade. O serviço federal de conservação de recursos naturais incorporou a técnica à sua linha de financiamento agrícola em 2018, e em 2023 o Colorado aprovou legislação estadual que trata da restauração com pequenas estruturas em cursos efêmeros no contexto da administração de direitos de água.

Outras regiões adotaram o repertório com adaptações. No norte do Novo México, o Comanche Creek voltou a abrigar truta-degolada; na Nação Navajo, o Pueblo Colorado Wash, antes uma ravina profunda, elevou o leito cerca de três metros em vinte anos. Em parte dos projetos as estruturas de pedra são combinadas com análogos de represas de castor, feitos de estacas e galharia, e há casos de reintrodução do próprio animal em trechos onde ele não aparecia havia um século.

Os limites que continuam de pé

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Nem tudo no método é transferível, e quem trabalha com ele costuma ser o primeiro a dizer isso. Nem todo curso d’água é candidato, as estruturas exigem projeto especializado e o manejo do pastoreio quase sempre precisa mudar junto com a obra física.

Existe também uma pergunta legítima de quem está rio abaixo. Usuários a jusante querem saber se a restauração altera o momento em que a água chega, e a resposta disponível sugere mais água no prado no fim do verão e mais vazão de base logo abaixo dele.

A contrapartida aparece no cômputo anual. É possível que haja pequena redução na produção total de água ao longo do ano, porque a vegetação recuperada consome parte do que ficou retido uma troca que precisa ser avaliada bacia a bacia.

Quase 900 estruturas de pedra empilhadas à mão entre 2012 e 2020, sete drenagens, oito anos de medição e um avanço de 40% na vegetação úmida durante a seca mais severa em cerca de doze séculos, por um décimo do custo do maquinário pesado. Um ex-guarda florestal de 90 anos, que já treinou milhares de voluntários e ajudou a projetar melhorias em centenas de quilômetros de riachos, resume o assunto dizendo que o rio tem muito tempo e a pressa é nossa.

E você, acha que uma técnica manual e barata como essa daria certo nas áreas de erosão do Brasil? Ou por aqui o problema já passou do ponto em que pedra empilhada resolve? Conte nos comentários o que você pensa e marque alguém que entende de terra e água.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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