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Exportando 769,3 milhões de dólares e crescendo 0,8% no ano, a exportação de móveis do Brasil avançou levemente em 2025, num setor que enfrentou desaceleração na segunda metade do ano depois de um começo de ano mais forte
Escrito por Bruno Teles
Publicado em 22/07/2026 às 20:06
Economia
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Com a receita de móveis e colchões praticamente estável e a barreira tarifária dos Estados Unidos pesando sobre a segunda metade do ano, a exportação de móveis brasileira fechou 2025 em leve alta, num ano de inflexão da atividade do setor
A exportação de móveis do Brasil cresceu de leve em 2025. Segundo a Abimóvel, as exportações brasileiras de móveis e colchões somaram 769,3 milhões de dólares em 2025, um crescimento de 0,8% na comparação com o ano anterior. O setor fechou o ano com avanço modesto.
E o ano teve dois momentos bem diferentes. De acordo com o eMóbile, a exportação de móveis do Brasil começou 2025 com crescimento, mas passou por uma inflexão da atividade na segunda metade do ano. O ritmo forte do início não se manteve até o fim.
Como a exportação de móveis do Brasil se comportou no ano
O primeiro semestre foi de alta. Segundo o eMóbile, a exportação de móveis do Brasil registrou crescimento até o meio de 2025, antes da desaceleração da segunda metade do ano. O começo do ano foi positivo para o setor.
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E a segunda metade do ano trouxe a virada. De acordo com a Abimóvel, a desaceleração na segunda metade do ano marcou o fechamento de 2025 na cadeia de móveis do Brasil. A atividade perdeu força na reta final do ano.
Essa diferença entre os dois semestres é o dado mais revelador do ano. O setor vinha em ritmo bom até o meio de 2025, mas encontrou um cenário externo mais difícil na segunda metade, o que segurou o resultado e fez o ano fechar com um crescimento bem menor do que o início sugeria.
O que pesou sobre a exportação de móveis do Brasil
Uma barreira comercial afetou o mercado externo. Segundo a Abimóvel, a exportação de móveis do Brasil foi desafiada na segunda metade de 2025 pelo tarifaço americano e por incertezas no cenário global. O ambiente externo ficou mais adverso.
E esse contexto explica a inflexão do ano. De acordo com o eMóbile, as incertezas globais e a barreira tarifária pesaram sobre a exportação de móveis do Brasil na segunda metade de 2025. O setor sentiu a mudança do cenário internacional.
Essa sensibilidade ao mercado externo é característica da exportação de móveis. O produto brasileiro disputa espaço em mercados exigentes, e qualquer barreira comercial ou incerteza econômica lá fora afeta rápido a venda, o que fez o setor desacelerar na segunda metade de um ano que havia começado bem.
Quanto a exportação de móveis do Brasil movimenta
A receita total dá a dimensão do setor. Segundo a Abimóvel, a exportação de móveis e colchões do Brasil gerou 769,3 milhões de dólares em 2025. É perto de 800 milhões de dólares em móvel embarcado em um único ano.
E o crescimento, embora pequeno, foi positivo. De acordo com o eMóbile, a exportação de móveis do Brasil avançou 0,8% em 2025, mesmo com a desaceleração da segunda metade do ano. O ano fechou no azul, ainda que por pouco.
Essa estabilidade num ano difícil mostra a resiliência do setor. Mesmo com barreira tarifária e incerteza externa na segunda metade do ano, a exportação de móveis conseguiu fechar em leve alta, o que indica a capacidade da indústria de manter mercados mesmo em cenário adverso.
Como a exportação de móveis do Brasil se compara a outros anos
O crescimento de 2025 foi mais tímido. Segundo a Abimóvel, a exportação de móveis e colchões do Brasil cresceu 0,8% em 2025, um avanço menor que o de anos recentes. O setor perdeu ritmo na comparação com temporadas anteriores.
E a desaceleração concentrou-se no fim do ano. De acordo com o eMóbile, a inflexão da atividade da indústria de móveis do Brasil marcou a segunda metade do ano de 2025. A virada aconteceu na reta final da temporada.
Essa perda de ritmo tem relação direta com o cenário externo. Depois de anos de crescimento mais forte, a exportação de móveis encontrou em 2025 um mercado internacional mais difícil, o que reduziu o avanço e fez o ano fechar com um crescimento bem menor do que o setor esperava.
Quanto a indústria de móveis representa para o Brasil
A exportação é uma parte do setor moveleiro. Segundo a Abimóvel, a exportação de móveis e colchões do Brasil somou 769,3 milhões de dólares em 2025. É a fatia do setor voltada para o mercado externo.
E o setor é acompanhado de perto por associações e institutos. De acordo com o eMóbile, os dados da indústria de móveis do Brasil são consolidados em anuário setorial que reúne os principais indicadores econômicos e estruturais. O acompanhamento é detalhado ano a ano.
Essa organização mostra a maturidade do setor moveleiro brasileiro. A indústria de móveis está concentrada em polos regionais e combina fabricação para o mercado interno com exportação, o que faz do seu desempenho um retrato tanto do consumo doméstico quanto da competitividade do produto brasileiro no exterior.
O que a exportação de móveis significa para o país
A indústria de móveis é intensiva em mão de obra e concentrada em polos regionais. Cidades inteiras vivem em torno da fábrica de móvel, do marceneiro ao montador, o que faz do desempenho do setor um assunto de peso direto para o emprego em várias regiões do país, especialmente no Sul e no Sudeste.
No fim, os números de 2025 mostram um setor que fechou em leve alta apesar da desaceleração. Com 769,3 milhões de dólares exportados, crescimento de 0,8%, começo de ano forte e inflexão na segunda metade do ano por causa do cenário externo, a exportação de móveis do Brasil manteve o resultado no positivo. Enquanto o mundo mobiliar a casa, a fábrica produz. Conta pra gente nos comentários: você sabia que o Brasil exporta móvel para dezenas de países?
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

