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Frente fria impulsionada por ciclone já tem data para atingir 4 estados e pode trazer temporais, granizo e ventania; veja quando a chuva começa, quais regiões entram em alerta e por que o novo sistema ainda exige atenção

Frente fria impulsionada por ciclone já tem data para atingir 4 estados e pode trazer temporais, granizo e ventania; veja quando a chuva começa, quais regiões entram em alerta e por que o novo sistema ainda exige atenção

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4 min de leitura

Frente fria impulsionada por ciclone já tem data para atingir 4 estados e pode trazer temporais, granizo e ventania; veja quando a chuva começa, quais regiões entram em alerta e por que o novo sistema ainda exige atenção

Escrito por Felipe Alves da Silva

Publicado em 31/07/2026 às 12:24

Ciência e Tecnologia

Tornado registrado em Júlio de Castilhos (RS) durante a passagem de um forte sistema de instabilidade. O fenômeno reforça o potencial para eventos meteorológicos severos associados à atuação de frentes frias e tempestades no Sul do Brasil. Foto: Adriel Piovesan/Galerananet

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Nova mudança no tempo prevista para o primeiro fim de semana de agosto deve levar chuva, rajadas de vento, possibilidade de granizo e queda nas temperaturas em parte do Sul e do Centro-Oeste, embora os meteorologistas indiquem um cenário menos intenso do que o observado nos últimos dias.

Uma nova frente fria impulsionada por ciclone já tem data para avançar pelo Brasil e promete mudar novamente o tempo em parte do país. De acordo com a previsão divulgada pela Meteored, o sistema começa a atuar no sábado, 1º de agosto de 2026, levando chuva, temporais localizados, rajadas de vento e possibilidade de granizo para quatro estados brasileiros. Apesar de a expectativa ser de um evento menos severo do que os temporais registrados recentemente, os meteorologistas alertam que a população deve acompanhar a evolução das previsões, já que o sistema poderá provocar mudanças importantes nas condições atmosféricas.

A informação foi divulgada pela Meteored e aponta que a nova frente fria será responsável por alterar o padrão do tempo principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. Além da chuva, uma massa de ar frio também deve avançar após a passagem do sistema, favorecendo uma redução nas temperaturas durante o fim de semana.

Frente fria começa a avançar pelo Rio Grande do Sul no sábado

Segundo os modelos meteorológicos analisados pela Meteored, a frente fria inicia seu deslocamento pelo Rio Grande do Sul já durante o sábado (1º). Com isso, as pancadas de chuva voltam a atingir diversas áreas do estado, marcando o início de mais um episódio de instabilidade atmosférica.

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Na sequência, o sistema avança gradualmente para outras regiões, ampliando a área de influência das chuvas. Conforme a previsão, os estados que devem sentir os efeitos da frente fria são:

Embora as instabilidades avancem sobre esses estados, os maiores volumes de chuva continuam concentrados no território gaúcho, onde os modelos indicam condições mais favoráveis para precipitações persistentes ao longo da passagem da frente fria.

Além disso, a mudança no tempo deve ocorrer de forma relativamente rápida, alterando o cenário de estabilidade observado em diversas localidades nos últimos dias.

Há risco de temporais, granizo e ventania?

Sim. Conforme a previsão meteorológica, a passagem da frente fria impulsionada por ciclone poderá provocar pancadas de chuva acompanhadas por descargas elétricas, rajadas de vento e episódios isolados de granizo, especialmente durante o avanço das áreas de instabilidade.

Apesar desse cenário, os especialistas destacam que este sistema não deve repetir a intensidade da frente fria que recentemente provocou transtornos em diversos municípios do Sul do Brasil.

Os modelos numéricos indicam acumulados de chuva, em geral, inferiores a 50 milímetros por dia, reduzindo significativamente o potencial para ocorrências mais severas, como alagamentos generalizados ou tempestades de grande intensidade.

Ainda assim, mudanças rápidas nas condições do tempo são comuns durante a atuação desse tipo de sistema atmosférico. Por isso, moradores das áreas sob previsão de instabilidade devem permanecer atentos aos boletins meteorológicos atualizados.

Outro fator importante é que as rajadas de vento poderão ocorrer de maneira localizada, principalmente durante o desenvolvimento das áreas de chuva mais intensa. Em alguns pontos, o granizo também poderá ser registrado de forma isolada, característica típica desse tipo de frente fria.

Massa de ar frio também provoca queda nas temperaturas

Após a passagem da frente fria, uma massa de ar frio deve avançar sobre a Região Sul, favorecendo temperaturas mais baixas ao longo do fim de semana.

Mesmo assim, a previsão indica que o frio será moderado. Até o momento, os modelos meteorológicos não apontam condições favoráveis para episódios de frio extremo nem para a formação ampla de geadas.

As temperaturas mínimas devem permanecer acima dos 10°C na maior parte das áreas atingidas, o que diferencia este evento das ondas de frio mais intensas registradas durante o inverno.

Ainda que a sensação térmica possa diminuir em razão do vento e da chuva, o cenário previsto é considerado significativamente menos rigoroso quando comparado aos episódios mais recentes.

Quando o tempo volta a melhorar?

A tendência é que a frente fria perca intensidade ao longo de domingo (2) de 2026. Com o enfraquecimento gradual do sistema, as áreas de instabilidade começam a se dissipar, permitindo o retorno do tempo firme em grande parte da Região Sul.

Consequentemente, a chuva tende a diminuir de forma progressiva, encerrando esse novo episódio de instabilidade sem expectativa, até o momento, de eventos extremos semelhantes aos observados nos últimos dias.

Mesmo assim, meteorologistas reforçam que previsões atmosféricas podem sofrer ajustes conforme novos dados dos modelos numéricos são incorporados. Dessa forma, acompanhar as atualizações dos institutos de meteorologia continua sendo a melhor forma de se preparar para possíveis mudanças.

Fonte da notícia: Meteored.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Felipe Alves da Silva.

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