O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) oficializou a prorrogação, por mais um ano, da emergência fitossanitária nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia. A medida visa conter o risco iminente de introdução da Moniliophthora roreri, praga quarentenária causadora da monilíase do cacaueiro.
A decisão foi formalizada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Portaria Mapa nº 939, assinada pelo ministro André de Paula. Com o novo ato normativo, o estado de exceção — instituído originalmente em agosto de 2021 e renovado anualmente — continuará em vigor a partir de 5 de agosto de 2026.
Danos à produção e ações de vigilância
A monilíase é provocada por um fungo devastador que ataca diretamente os frutos do cacaueiro e do cupuaçuzeiro, destruindo as sementes e provocando sérios prejuízos financeiros aos produtores. A praga é considerada uma das ameaças biológicas mais graves para as lavouras nas Américas.
Com a manutenção do status de emergência, o governo federal assegura respaldo jurídico e operacional para aplicar medidas de exceção na Região Norte. As ações incluem:
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Intensificação do monitoramento e fiscalização nas faixas de fronteira com países vizinhos onde a doença já é endêmica;
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Inspeção de cargas e trânsito de vegetais para barrar a entrada de material contaminado;
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Ações de controle biológico e erradicação preventiva em áreas vulneráveis para proteger a cadeia produtiva nacional do cacau.
*Com informações do site ac24horas
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

