Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Ilha da América Latina se cansa dos ratos e parte para helicópteros guiados por GPS como carta na manga para espalhar iscas em 17 mil hectares após 12 anos de planejamento em operação que mobilizou moradores e cientistas

Ilha da América Latina se cansa dos ratos e parte para helicópteros guiados por GPS como carta na manga para espalhar iscas em 17 mil hectares após 12 anos de planejamento em operação que mobilizou moradores e cientistas

2 min de leitura

Ilha da América Latina se cansa dos ratos e parte para helicópteros guiados por GPS como carta na manga para espalhar iscas em 17 mil hectares após 12 anos de planejamento em operação que mobilizou moradores e cientistas

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 29/07/2026 às 09:15

Curiosidades

Assista o vídeo
Imagem: Ilustração

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Após 12 anos de planejamento, helicópteros espalharam iscas em 17 mil hectares da Ilha Floreana, onde a retirada dos ratos invasores já favoreceu o reaparecimento de aves, répteis e outras espécies nativas

A erradicação de ratos em Floreana mobilizou helicópteros, equipes terrestres e os cerca de 160 moradores da ilha de Galápagos, no Equador. Iniciada em outubro de 2023, a operação espalhou iscas sobre 17 mil hectares após 12 anos de planejamento para proteger espécies ameaçadas pelos roedores invasores.

Assista o vídeo

Erradicação de ratos em Floreana exigiu 12 anos de preparação

A ação integra o Projeto de Restauração Ecológica de Floreana, considerado um dos maiores programas de recuperação ambiental realizados em uma ilha habitada.

O planejamento incluiu estudos científicos, consultas públicas, simulações e preparação logística. Os moradores participaram do processo, enquanto especialistas definiram medidas para reduzir riscos à população, aos animais domésticos e às espécies nativas.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

Imagem: Reprodução

Helicópteros cobriram 17 mil hectares da ilha

Dois helicópteros percorreram rotas determinadas por GPS para distribuir pellets de cereais contendo rodenticida.

A aplicação ocorreu três vezes, estratégia adotada para impedir que ratos sobreviventes voltassem a se reproduzir.

Durante a operação, equipes terrestres acompanharam a distribuição das iscas e protegeram animais vulneráveis. Espécies domésticas também foram retiradas temporariamente das áreas consideradas de risco.

Os ratos pretos chegaram a Galápagos há séculos, transportados por navios baleeiros, embarcações piratas e comerciais. Sem predadores naturais, passaram a ameaçar aves, répteis e outras espécies endêmicas.

Imagem: Reprodução

Ave sem registro desde 1835 reaparece

Após a erradicação dos roedores, o saracura-de-Galápagos voltou a ser observado em Floreana. A ave não era registrada na ilha desde a visita de Charles Darwin, em 1835.

Também foram identificados aumentos nas populações de tentilhões de Darwin, lagartos, lagartixas e caracóis terrestres.

Os resultados mostram a recuperação inicial da fauna depois da retirada de uma espécie invasora que afetava diferentes partes do ecossistema.

Esta matéria foi elaborada com base nas informações do material-base fornecido, com dados, números e informações preservados conforme o conteúdo consultado.

Fonte

https://www.itatiaia.com.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

Sair da versão mobile