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Imagens aéreas mostraram a Havan de Lajeado novamente cercada pela enchente no Rio Grande do Sul: embora a loja não aparecesse inundada, ruas próximas foram tomadas pela água depois que o rio Taquari ultrapassou a cota de 19 metros e chegou a 24,21 metros

Imagens aéreas mostraram a Havan de Lajeado novamente cercada pela enchente no Rio Grande do Sul: embora a loja não aparecesse inundada, ruas próximas foram tomadas pela água depois que o rio Taquari ultrapassou a cota de 19 metros e chegou a 24,21 metros

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Imagens aéreas mostraram a Havan de Lajeado novamente cercada pela enchente no Rio Grande do Sul: embora a loja não aparecesse inundada, ruas próximas foram tomadas pela água depois que o rio Taquari ultrapassou a cota de 19 metros e chegou a 24,21 metros

Escrito por Carla Teles

Publicado em 31/07/2026 às 05:03

Curiosidades

Havan em Lajeado: rio Taquari provoca enchente e inundação, cerca a loja e alaga ruas após atingir 24,21 metros. Imagem: Prefeitura de Lajeado/Divulgação.

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Imagens aéreas mostraram a Havan de Lajeado novamente cercada pela água em julho de 2026, depois que o rio Taquari ultrapassou a cota de inundação de 19 metros e chegou a 24,21 metros, atingindo ruas próximas, embora o estabelecimento não aparecesse inundado nas imagens divulgadas pela prefeitura local naquele dia.

A Havan de Lajeado voltou a aparecer cercada pela água do rio Taquari na quarta-feira, 22 de julho de 2026, durante uma nova enchente no Rio Grande do Sul. Imagens aéreas divulgadas pela prefeitura mostraram ruas próximas tomadas pela água, enquanto a loja, localizada às margens do rio, não aparecia inundada naquele momento.

As informações foram publicadas pelo NSC Total em 22 de julho de 2026, com atualização na mesma data. Segundo a prefeitura de Lajeado, o nível do rio Taquari alcançou 24,21 metros às 18h30, superando em 5,21 metros a cota de inundação estabelecida em 19 metros.

Imagens mostraram água ao redor da loja

Imagem: Prefeitura de Lajeado/Divulgação.

As imagens divulgadas pela administração municipal revelaram uma grande extensão de água nas proximidades da Havan. Ruas situadas em áreas mais baixas já estavam alagadas, formando um cenário que lembrava a enchente ocorrida dois anos antes.

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Apesar da proximidade do rio e do avanço da inundação, a loja não aparecia tomada internamente pela água nas imagens daquele momento. A situação, porém, exigia acompanhamento constante por causa da elevação do Taquari.

Loja fica às margens do rio Taquari

A localização da unidade ajuda a explicar sua exposição às cheias. A Havan de Lajeado foi construída próxima ao rio Taquari, em uma região diretamente afetada quando o nível da água ultrapassa as cotas de alerta e inundação.

O estabelecimento também fica perto de vias mais baixas, que podem ser atingidas antes da estrutura principal. O alagamento das ruas ao redor pode dificultar acessos e indicar a expansão da área inundada, mesmo quando o prédio ainda permanece fora da água.

Rio chegou a 24,21 metros

Imagem: Prefeitura de Lajeado/Divulgação.

A prefeitura informou que o rio Taquari atingiu 24,21 metros às 18h30 daquela quarta-feira. O nível estava 5,21 metros acima da cota de inundação de Lajeado, fixada em 19 metros.

Essa diferença mostrou que a cheia já havia ultrapassado o patamar considerado crítico para o município. A elevação do rio atingiu bairros, vias e áreas próximas às margens, mobilizando equipes públicas para acompanhar a população afetada.

Prefeitura manteve equipes mobilizadas

A administração municipal informou que mantinha equipes em atividade para atender moradores e observar a evolução da cheia. O trabalho incluía o acompanhamento das áreas atingidas e dos pontos sujeitos a novos alagamentos.

A resposta precisava considerar a possibilidade de novas mudanças no nível do Taquari. Em cenários de inundação, o avanço pode variar conforme a chuva acumulada, o volume recebido pelas cabeceiras e a velocidade de resposta do rio.

Cenário retomou lembranças de 2024

Imagem: Divulgação.

A presença da água ao redor da Havan chamou atenção porque a mesma unidade havia sido severamente atingida durante a enchente histórica de maio de 2024. Naquela ocasião, o rio Taquari alcançou aproximadamente 30 metros.

A loja ficou inundada até o segundo piso, segundo o relato apresentado pela fonte. As imagens de 2026 reacenderam a memória daquele episódio, embora a situação registrada no novo evento ainda fosse diferente.

Enchente anterior alcançou o segundo piso

Durante a inundação de 2024, o volume de água avançou sobre a unidade e atingiu áreas elevadas do prédio. A dimensão da cheia transformou a loja em uma das imagens associadas à destruição provocada pelo rio em Lajeado.

A empresa também informou que mercadorias foram saqueadas durante a madrugada, com pessoas chegando ao local de barco. O estabelecimento precisou passar por obras antes de voltar a receber clientes.

Loja foi reformada e reaberta

Cerca de um mês depois da enchente de 2024, a unidade da Havan foi reformada e reaberta ao público. A retomada ocorreu após intervenções destinadas a recuperar os espaços danificados pela água.

A reabertura marcou a tentativa de normalizar as atividades comerciais depois de uma tragédia que afetou empresas, residências e serviços. Dois anos mais tarde, a nova cheia voltou a colocar o entorno do estabelecimento sob atenção.

Lajeado estava entre as cidades afetadas

Imagem: Prefeitura de Lajeado/Divulgação.

Lajeado foi uma das cidades atingidas pelas chuvas no Rio Grande do Sul naquela semana de julho de 2026. O município está situado no Vale do Taquari, região historicamente vulnerável às elevações rápidas do rio.

Além das proximidades da loja, outros pontos da cidade registraram alagamentos. A dimensão dos impactos variava conforme a altitude das ruas, a distância do rio e as condições locais de drenagem.

Mais de mil pessoas estavam fora de casa

Segundo a Defesa Civil, 1.099 pessoas estavam fora de suas residências no Rio Grande do Sul na noite de 22 de julho. Desse total, 728 permaneciam em abrigos públicos e eram consideradas desabrigadas.

Outras 371 pessoas estavam desalojadas e haviam buscado casas de parentes ou amigos. Os números mostravam que a cheia ultrapassava o impacto visual sobre ruas e estabelecimentos, afetando diretamente a rotina de centenas de famílias.

Impactos chegaram a 169 municípios

A Defesa Civil contabilizou ocorrências em 169 municípios gaúchos. Entre as regiões mais afetadas estavam o Vale do Taquari, o Vale do Caí, a Serra e a Região Metropolitana de Porto Alegre.

A elevação dos rios também atingiu diferentes cidades simultaneamente. O Taquari superou cotas de inundação em municípios como Encantado, Arroio do Meio, Estrela, Lajeado e Muçum.

Outros rios também atingiram níveis críticos

Além do Taquari, o rio Caí alcançou níveis considerados críticos em São Sebastião do Caí e Montenegro. A combinação de rios elevados ampliou a área afetada pelas chuvas no estado.

Esse cenário exigiu atenção em diferentes bacias hidrográficas ao mesmo tempo. A resposta das equipes precisava acompanhar cidades distantes entre si, com ritmos distintos de elevação e redução das águas.

Previsões subestimaram a resposta dos rios

O coordenador estadual da Defesa Civil afirmou que os sistemas de previsão utilizados pelo estado subestimaram a reação dos rios. Segundo ele, já havia expectativa de alagamentos e inundações, mas não de uma elevação tão intensa do Taquari.

A explicação apresentada relacionou o avanço rápido aos grandes volumes de chuva registrados nas cabeceiras do rio. A água acumulada nessas áreas percorreu a bacia e contribuiu para a subida observada nas cidades localizadas mais abaixo.

Diferença entre cercada e inundada importa

Imagem: Prefeitura de Lajeado/Divulgação.

As imagens da Havan precisam ser interpretadas com precisão. Naquele registro, a unidade aparecia cercada pela água, mas não havia confirmação visual de que o interior tivesse sido novamente inundado.

Estar cercado pela enchente, no entanto, já representa risco operacional e dificuldade de acesso. A continuidade da subida do rio poderia alterar rapidamente a situação das ruas, estacionamentos e estruturas próximas.

Nova cheia reforçou alerta no Vale do Taquari

O retorno das águas às proximidades de locais devastados em 2024 mostrou que a recuperação da região convive com riscos recorrentes. A memória recente da tragédia aumentou a atenção sobre cada nova elevação do rio.

Para moradores e comerciantes, as imagens da Havan cercada pela enchente funcionaram como um sinal da dimensão do evento. A diferença entre os níveis de 2024 e 2026 não eliminava a necessidade de acompanhar os alertas e respeitar as orientações oficiais.

Imagens voltaram a simbolizar o avanço da água

A loja não aparecia inundada, mas as ruas tomadas pela água e o rio acima da cota crítica revelavam uma situação preocupante em Lajeado. O episódio também mostrou como construções próximas às margens permanecem expostas durante eventos extremos.

Você acredita que cidades do Vale do Taquari precisam impor novas regras de ocupação e proteção para áreas próximas aos rios? Conte nos comentários quais medidas poderiam reduzir os impactos das próximas enchentes.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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