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Internet de Elon Musk prepara nova Starlink Mini 2 com bateria integrada, GPS, recarga USB-C de 11 a 24 V e uma alteração escondida nos bastidores que pode mudar a experiência dos usuários.

Internet de Elon Musk prepara nova Starlink Mini 2 com bateria integrada, GPS, recarga USB-C de 11 a 24 V e uma alteração escondida nos bastidores que pode mudar a experiência dos usuários.

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Internet de Elon Musk prepara nova Starlink Mini 2 com bateria integrada, GPS, recarga USB-C de 11 a 24 V e uma alteração escondida nos bastidores que pode mudar a experiência dos usuários.

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 30/07/2026 às 15:33

Atualizado em 30/07/2026 às 15:34

Ciência e Tecnologia

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A SpaceX desenvolve uma nova versão compacta de seu terminal de internet via satélite, chamada provisoriamente de Starlink Mini 2, com bateria integrada, carregamento USB-C e alterações internas que podem ampliar a mobilidade, mas também reduzir o desempenho de upload em uso contínuo.

Divulgados em julho de 2026, os dados de hardware foram atribuídos ao engenheiro Oleg Kutkov, conhecido por analisar equipamentos da Starlink, e ainda não representam anúncio comercial, ficha técnica definitiva ou confirmação formal da empresa sobre o lançamento do produto.

Bateria integrada amplia a portabilidade da Starlink Mini 2

No centro da atualização estaria uma bateria de lítio com quatro células, instalada no próprio terminal e administrada por um sistema da série BQ40Z, embora capacidade, autonomia estimada e tempo necessário para uma carga completa ainda não tenham sido divulgados.

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Com essa arquitetura, a antena poderia funcionar por determinado período sem permanecer conectada continuamente a uma tomada ou fonte externa, mudança relevante para viagens, acampamentos, motorhomes, embarcações e operações temporárias em locais com fornecimento elétrico limitado.

Previsto para operar por USB-C Power Delivery, com entrada entre 11 e 24 volts, o carregamento ampliaria a compatibilidade com sistemas móveis, mas não garante que qualquer powerbank comum forneça potência suficiente e estabilidade adequada ao equipamento.

Na Starlink Mini comercializada atualmente, a documentação oficial aponta consumo médio de 25 a 40 watts, entrada de 12 a 48 volts e exigência mínima de 100 watts, 20 volts e 5 amperes para alimentação por USB-C compatível.

Além disso, a ficha técnica vigente inclui fonte e cabo de alimentação no kit, sem mencionar bateria interna, diferença que reforça a proposta da nova geração de reduzir a dependência de fios durante deslocamentos ou usos de curta duração.

Mudança técnica pode limitar o desempenho de upload

Entre as mudanças menos evidentes aparece o chamado transmit duty cycle, indicador da parcela de tempo em que o terminal transmite dados para a rede, que cairia de 75% na primeira Mini para apenas 11% na geração seguinte.

Na prática, essa redução não significa conexão lenta em todas as tarefas, porque navegação, mensagens e reprodução de conteúdo dependem mais do recebimento de dados, mas pode limitar backups, transmissões ao vivo e transferências volumosas para serviços em nuvem.

Sem testes próprios divulgados pela SpaceX, não há base segura para calcular quantos megabits por segundo seriam perdidos nem para afirmar que a velocidade máxima cairá em qualquer cenário, pois o desempenho real também depende do plano contratado e da rede disponível.

GPS e uso em movimento permanecem no novo terminal

Por dentro, o painel da antena passaria de 236 por 276 milímetros para 225 por 273 milímetros, enquanto o número de elementos radiantes cairia de 571 para 549, indicando uma revisão do arranjo eletrônico em espaço ligeiramente menor.

Segundo os dados atribuídos a Kutkov, a Starlink Mini 2 preservaria o GPS e a configuração para funcionamento em movimento, recursos importantes para usuários que instalam o terminal em veículos, barcos ou estruturas móveis dentro das condições previstas pelo serviço.

Mantido no novo modelo, o processador Catapult seguiria como plataforma principal, enquanto os limites térmicos do controle MAC subiriam para 95 °C e 99 °C, ante 79 °C e 83 °C relacionados à primeira geração.

Diferenças entre a Starlink Mini atual e a nova geração

Já a Mini disponível hoje mede oficialmente 298,5 por 259 por 38,5 milímetros, pesa 1,10 quilo sem o suporte e utiliza antena eletrônica de matriz faseada, com campo de visão de 110 graus e orientação manual auxiliada por software.

Como essas especificações descrevem o produto comercial atual, enquanto as medidas vazadas da Mini 2 se referem ao painel interno, não é possível comparar diretamente o tamanho externo das duas gerações nem estimar a economia de espaço na bagagem.

Continuam desconhecidos preço, peso total, dimensões externas, autonomia, potência máxima de carregamento, disponibilidade por país e compatibilidade com planos existentes, pontos essenciais para avaliar se a bateria integrada compensará uma possível limitação no envio prolongado de dados.

Também não existe uma data pública para apresentação ou início das vendas, e a identificação de uma revisão chamada mini2_prod1 não assegura que o aparelho chegará ao mercado sem mudanças, adiamentos ou adoção de outro nome comercial.

Ao combinar bateria interna, recarga USB-C e uso em movimento com uma possível redução na capacidade de transmissão contínua, a Starlink Mini 2 pode exigir do consumidor uma escolha mais cuidadosa entre portabilidade e desempenho em tarefas de upload.

Entre maior autonomia longe de tomadas, recarga mais flexível e possíveis limitações durante envios prolongados, qual dessas características teria mais peso na decisão de adotar uma nova antena portátil da Starlink para viagens, trabalho remoto ou uso em movimento?


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

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