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Modelo transforma venda de calcinhas usadas em negócio, supera faturamento de R$ 300 mil e revela o detalhe que fez a procura disparar e mudar completamente sua forma de ganhar dinheiro.

Modelo transforma venda de calcinhas usadas em negócio, supera faturamento de R$ 300 mil e revela o detalhe que fez a procura disparar e mudar completamente sua forma de ganhar dinheiro.

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Modelo transforma venda de calcinhas usadas em negócio, supera faturamento de R$ 300 mil e revela o detalhe que fez a procura disparar e mudar completamente sua forma de ganhar dinheiro.

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 30/07/2026 às 00:17

Curiosidades

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Venda de peças usadas deixou de ser uma atividade ocasional para Mel Breia e passou a integrar sua rotina profissional, com valores definidos conforme pedidos personalizados, enquanto informações sobre volume de vendas, período de faturamento e plataformas utilizadas continuam sem divulgação pública detalhada.

A influenciadora e criadora de conteúdo adulto Mel Breia, de 24 anos, afirma ter faturado mais de R$ 300 mil com a venda de calcinhas usadas, atividade que deixou de ser ocasional e passou a integrar sua rotina profissional.

Divulgado pela própria modelo em publicações de julho de 2026, o valor não veio acompanhado de documentos financeiros, período de apuração ou quantidade de pedidos, motivo pelo qual permanece apresentado como declaração pessoal ainda não comprovada de maneira independente.

Depois de ampliar sua presença em plataformas de conteúdo adulto, Mel diz ter começado a receber propostas de assinantes interessados nas peças utilizadas, movimento que a levou a organizar as negociações e transformar uma demanda inicialmente pontual em fonte recorrente de receita.

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Segundo a criadora, a personalização impulsionou a procura ao permitir que compradores escolhessem modelos, períodos de uso e outras condições combinadas previamente, fatores que interferem diretamente no preço final e tornam cada encomenda diferente das demais.

Personalização define o preço das peças usadas

Sem adotar uma tabela fixa, Mel afirma que cada pedido reúne características próprias e exige negociação separada, considerando o tipo de peça, o tempo solicitado e o nível de detalhamento apresentado pelo comprador antes da conclusão da venda.

Ao explicar como os preços podem variar conforme as exigências, a influenciadora declarou: “Não existe uma tabela fixa. Uma calcinha usada no dia a dia tem um valor, mas pedidos que exigem mais tempo ou alguma condição específica custam mais”.

Na prática, o modelo descrito por Mel funciona como uma negociação sob encomenda, na qual o valor não depende apenas do produto, mas também das exigências adicionais e do trabalho necessário para cumprir todas as condições acertadas com cada comprador.

Vinculada à sensação de exclusividade, a procura também seria motivada pela relação entre seguidores e criadores de conteúdo, já que parte do público busca um item associado diretamente à pessoa acompanhada nas plataformas, e não uma peça comum.

Reforçando o peso da personalização na cobrança, Mel afirmou: “Quanto mais detalhes o comprador acrescenta, mais trabalho envolve e maior pode ser o preço”, característica que, segundo ela, passou a diferenciar os pedidos recebidos durante a atividade.

Vendas são negociadas em plataformas especializadas

As negociações, de acordo com a influenciadora, acontecem em sites direcionados a esse tipo de comércio, embora as plataformas não tenham sido identificadas nas reportagens consultadas, o que impede verificar regras, critérios de acesso, métodos de pagamento e mecanismos de proteção.

Sem preço padronizado ou catálogo público mencionado, cada acordo é definido individualmente entre vendedor e comprador, formato que permite adaptar as condições, mas dificulta comparar valores, frequência de vendas e dimensão efetiva da atividade relatada pela criadora.

Quando percebeu que os pedidos deixaram de ser esporádicos, Mel afirma ter passado a tratar a comercialização das peças como fonte regular de receita, afastando a atividade da condição de ganho complementar ligado apenas à audiência conquistada na internet.

Ao resumir a mudança em sua estratégia profissional, a criadora declarou: “Eu percebi que existia uma procura constante e comecei a tratar isso como parte do meu trabalho. É um mercado específico, mas há compradores dispostos a pagar pela personalização”.

Playboy ampliou a visibilidade de Mel Breia

Em junho de 2026, Mel também foi apresentada pela Playboy Nova Zelândia como um dos nomes associados à chamada “beleza sem filtros”, reconhecimento relacionado à maneira como ela afirma exibir sua imagem nas redes sociais.

Na reportagem sobre o destaque, a brasileira aparece como alguém que evita filtros e diz usar pouca maquiagem no cotidiano, característica divulgada separadamente das vendas das peças e associada à imagem que a criadora procura apresentar ao público.

Apesar dessa exposição, não existem dados que permitam estabelecer relação direta entre a menção da Playboy e o faturamento informado, tampouco registros públicos sobre quando a receita começou a ser acumulada ou quanto tempo foi necessário para superar R$ 300 mil.

Até o momento, o que está documentado é o relato de Mel sobre uma procura recorrente e a decisão de profissionalizar os pedidos personalizados, enquanto número de clientes, tíquete médio, custos, lucro e quantidade de peças vendidas permanecem desconhecidos publicamente.

Estruturado com valores definidos caso a caso, o negócio ganhou espaço na rotina da influenciadora depois que ela identificou demanda constante, embora a escala da atividade continue sem detalhamento público sobre desempenho, frequência das negociações e resultados financeiros.

Com a personalização transformada no principal diferencial da atividade, até onde um mercado baseado na exclusividade e na relação entre criadores e seguidores pode avançar sem que existam informações públicas detalhadas sobre sua verdadeira dimensão?


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

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