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Pai de cinco filhos transformou uma casa flutuante de 50 anos comprada por £12 mil após o divórcio, passou um ano reconstruindo o interior e viu a embarcação afundar na primeira tentativa: depois de recuperá-la, reduziu as despesas para cerca de £300 por mês e passou a economizar mais de £3 mil

Pai de cinco filhos transformou uma casa flutuante de 50 anos comprada por £12 mil após o divórcio, passou um ano reconstruindo o interior e viu a embarcação afundar na primeira tentativa: depois de recuperá-la, reduziu as despesas para cerca de £300 por mês e passou a economizar mais de £3 mil

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Pai de cinco filhos transformou uma casa flutuante de 50 anos comprada por £12 mil após o divórcio, passou um ano reconstruindo o interior e viu a embarcação afundar na primeira tentativa: depois de recuperá-la, reduziu as despesas para cerca de £300 por mês e passou a economizar mais de £3 mil

Escrito por Carla Teles

Publicado em 30/07/2026 às 18:57

Curiosidades

Casa flutuante em Londres: reforma de barco estreito supera naufrágio e reduz despesas mensais do proprietário. Imagem: James.

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A casa flutuante foi criada por James Posner após a compra de um barco estreito por £12 mil, um ano de reformas e um naufrágio na primeira tentativa de colocá-lo na água; recuperada, a embarcação passou a custar cerca de £300 por mês e gerar economia superior a £3 mil.

James Posner, pai de cinco filhos, comprou um barco estreito de aproximadamente 50 anos e o transformou em casa flutuante depois de enfrentar dificuldades para encontrar uma moradia adequada em Londres após o divórcio. A reconstrução começou em 2020 e levou cerca de um ano antes da primeira tentativa de lançamento na água.

As informações foram publicadas pelo MyLondon em 14 de fevereiro de 2023 e atualizadas em 16 de fevereiro do mesmo ano. Na época da reportagem, James vivia no Grand Union Canal, em Hertfordshire, entre Cow Roast e Rickmansworth, após recuperar a embarcação que havia afundado durante sua estreia.

Divórcio mudou os planos de moradia

Imagem: James

Quando seu relacionamento terminou, em 2020, James precisava encontrar um lugar onde pudesse morar e receber os cinco filhos. Ele havia se separado depois de oito anos de casamento e dispunha de pouco dinheiro para comprar outra residência.

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As opções dentro de seu orçamento se limitavam a um quarto em imóvel compartilhado ou a uma acomodação pequena. Ele considerava esses espaços inadequados para manter uma convivência confortável com as crianças, o que o levou a procurar uma solução fora do mercado imobiliário convencional.

Aluguel de apartamento ultrapassava seu orçamento

Segundo James, o aluguel de um apartamento de um quarto em Londres custava cerca de £1.500 mensais, sem considerar contas domésticas. O valor tornava inviável manter uma residência independente dentro de sua situação financeira naquele momento.

A perspectiva de morar em apenas um cômodo também provocava preocupação com as visitas dos filhos. Ele temia que a falta de espaço diminuísse o interesse das crianças em permanecer com ele durante os períodos de convivência.

Barco antigo custou £12 mil

Imagem: James

James encontrou à venda um narrowboat, embarcação comprida e estreita projetada para navegar pelos canais britânicos. O barco tinha aproximadamente 50 anos e foi adquirido por £12 mil.

Ele sabia que a compra representava apenas o começo dos gastos. A embarcação precisava de uma reconstrução extensa antes de se tornar uma casa flutuante segura, funcional e preparada para navegar.

Interior precisou ser completamente removido

Durante cerca de um ano, James viveu em um estaleiro enquanto desmontava e reconstruía o interior. O espaço foi esvaziado praticamente por completo para receber novas instalações e acabamentos.

Nesse período, ele comparou a rotina a um acampamento improvisado. A casa flutuante ainda não oferecia o conforto de uma residência pronta, e as intervenções precisavam ser executadas enquanto ele permanecia próximo da obra.

Reforma exigiu novas habilidades

Imagem: James

A recuperação da embarcação obrigou James a aprender diferentes atividades técnicas. Ele precisou lidar com trabalhos de construção, carpintaria, encanamento, instalação de gás e manutenção mecânica.

A reforma deixou de ser apenas uma mudança estética e se transformou em uma reconstrução estrutural. Cada sistema precisava funcionar em um ambiente compacto, móvel e permanentemente exposto à água.

Filhos acompanharam a transformação

Durante a permanência no estaleiro, os filhos visitavam James e conviviam com outras famílias e moradores de barcos. Segundo ele, o local formava uma pequena comunidade de pessoas com estilos de vida semelhantes.

As crianças passaram a gostar da experiência na embarcação. O ambiente reduzido era compensado pela convivência ao ar livre, pela movimentação dos canais e pelo contato com outros moradores.

Primeira tentativa terminou em naufrágio

No verão de 2021, depois de aproximadamente um ano de trabalho, James finalmente mandou içar o barco para colocá-lo na água. A embarcação afundou imediatamente, frustrando a expectativa de iniciar a nova rotina.

O barco precisou ser retirado do canal e devolvido ao terreno. A parte inferior ainda apresentava problemas e exigia novos reparos antes de outra tentativa de navegação.

Desistência chegou a ser considerada

Depois do naufrágio, James cogitou abandonar o projeto e descartar a embarcação. O problema apareceu após meses de trabalho e aumentou os custos de uma reforma que já consumia tempo e recursos.

Mesmo diante da possibilidade de perda, ele decidiu continuar. A casa flutuante foi novamente reparada, com atenção especial à parte inferior responsável por impedir a entrada de água.

Barco voltou ao canal dois meses depois

Imagem: James

Após os consertos adicionais, James conseguiu colocar a embarcação na água cerca de dois meses mais tarde. Dessa vez, o barco permaneceu flutuando e pôde finalmente iniciar sua trajetória pelos canais.

A fonte informa que ele gastou £16 mil em reparos. Esse valor foi destinado à recuperação e à preparação da embarcação, além dos £12 mil pagos inicialmente pela compra.

Despesas passaram a ficar perto de £300

Já instalado na casa flutuante, James estimou um gasto mensal de aproximadamente £300. O cálculo incluía combustível, gás, eletricidade, seguro, licença para navegar pelos canais e rios, além da manutenção geral.

O valor ficava muito abaixo do aluguel de um apartamento em Londres mencionado por ele. Ainda assim, trata-se de uma estimativa pessoal vinculada à sua embarcação, à sua rotina e aos custos existentes no período da reportagem.

Economia mensal superava £3 mil

James afirmou que conseguia economizar mais de £3 mil por mês vivendo no barco. A redução das despesas fixas ampliou sua liberdade financeira em comparação com as alternativas habitacionais que havia pesquisado.

A economia declarada não significa que toda casa flutuante produza o mesmo resultado. Compra, restauração, manutenção, combustível, licenças e localização podem alterar significativamente o custo para cada proprietário.

Vida no canal exige manutenção constante

Morar em um narrowboat não elimina responsabilidades domésticas. Além dos sistemas internos, o casco, o motor, a vedação e as instalações precisam ser monitorados regularmente.

A embarcação também se desloca e depende das regras de navegação dos canais. James reconheceu que o estilo de vida não era simples e envolvia uma curva de aprendizado intensa.

Espaço externo compensou interior compacto

Apesar das dimensões limitadas, James destacou a sensação de liberdade proporcionada pelo canal. Para ele, a paisagem ao redor funcionava como uma extensão da residência.

A casa flutuante reunia os recursos básicos de uma moradia enquanto permanecia cercada por espaços abertos. Essa combinação ajudou a transformar um barco antigo em uma alternativa habitacional para o pai e seus filhos.

Comunidade ofereceu apoio durante a mudança

Imagem: James

James descreveu os moradores de barcos como uma comunidade próxima e sociável. A circulação pelos canais permitia conhecer pessoas diferentes sem perder o sentimento de apoio coletivo.

Durante a reforma, essa convivência ajudou a tornar o período no estaleiro menos isolado. Os filhos também encontraram outras crianças e famílias enquanto acompanhavam a reconstrução.

Reforma passou a ser documentada na internet

Desde a compra da embarcação, James registrou parte dos reparos em um canal no YouTube. Inicialmente, os vídeos serviam para atualizar um amigo sobre o andamento do projeto.

Com o crescimento do público, ele passou a publicar conteúdos regulares sobre a vida no barco. Os registros acompanharam desde a reconstrução do interior até os desafios cotidianos da moradia sobre a água.

Alternativa não serve igualmente para todos

O caso mostra que uma embarcação antiga pode ser adaptada como residência, mas também evidencia os riscos envolvidos. James precisou investir dinheiro, dedicar um ano à reforma e enfrentar o naufrágio antes de começar a navegar.

Além disso, viver em uma casa flutuante requer habilidades práticas, planejamento financeiro e disposição para lidar com espaços pequenos. A economia mensal precisa ser comparada aos custos iniciais e às exigências permanentes de manutenção.

Casa flutuante mudou a rotina da família

Depois de recuperar o barco, James passou a viver no Grand Union Canal e afirmou que pretendia manter esse estilo de vida por muitos anos. A solução permitiu receber os filhos em um espaço próprio e reduzir as despesas mensais.

A história começou com uma dificuldade de moradia, atravessou uma reforma extensa e quase terminou quando a embarcação afundou. Você moraria em uma casa flutuante para reduzir os custos, mesmo sabendo dos desafios de manutenção e espaço? Conte nos comentários o que mais pesaria nessa decisão.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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