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País vizinho tira € 1,3 bilhão do bolso e vai erguer a maior fábrica de ureia da América Latina, um gigante com 80 hectares, produção de 2,1 milhões de toneladas por ano e mais de 3.500 empregos

País vizinho tira € 1,3 bilhão do bolso e vai erguer a maior fábrica de ureia da América Latina, um gigante com 80 hectares, produção de 2,1 milhões de toneladas por ano e mais de 3.500 empregos

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País vizinho tira € 1,3 bilhão do bolso e vai erguer a maior fábrica de ureia da América Latina, um gigante com 80 hectares, produção de 2,1 milhões de toneladas por ano e mais de 3.500 empregos

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 27/07/2026 às 12:42

Atualizado em 27/07/2026 às 12:43

Economia

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Imagem: Ilustração artística

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Complexo será construído em Bahía Blanca, ocupará 80 hectares e produzirá 2,1 milhões de toneladas anuais, com duas linhas de ureia, planta de amônia e conclusão prevista em 41 meses após o início das obras

A maior planta de ureia da América Latina será construída no Complexo Industrial Bahía Blanca, na província de Buenos Aires, com investimento aproximado de € 1,3 bilhão. Previsto para ser concluído em 41 meses, o complexo produzirá 2,1 milhões de toneladas anuais e poderá gerar mais de 3.500 empregos diretos no pico das obras.

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Maior planta de ureia terá duas linhas de produção

O projeto foi contratado pela Fértil Pampa SAU, subsidiária integral da Pampa Energia, e será implantado em uma área de 80 hectares dentro do complexo industrial argentino.

A instalação terá uma planta de amônia de grande escala e duas linhas paralelas de ureia de ultrabaixo consumo energético. Cada linha contará com sua própria unidade de granulação.

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Juntas, as estruturas terão capacidade para produzir 6.000 toneladas métricas por dia, equivalentes a 2,1 milhões de toneladas por ano.

Segundo a MAIRE, esse volume tornará o empreendimento a maior planta de ureia da América Latina em produção.

A localização também coloca a fábrica ao lado de ativos de geração de energia da Pampa Energia, com acesso direto a gasodutos, linhas de transmissão de alta tensão e sistemas de captação de água.

O complexo ainda ficará próximo a um porto de exportação de águas profundas, infraestrutura que deverá facilitar o transporte da produção e a operação logística da unidade.

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Contrato de € 1,3 bilhão envolve diferentes tecnologias

A subsidiária Tecnimont, pertencente ao grupo italiano MAIRE, será responsável pelas atividades de engenharia, aquisição, comissionamento e início da operação. Esse será o primeiro grande projeto da companhia na Argentina.

Do valor total de aproximadamente € 1,3 bilhão, cerca de € 140 milhões correspondem ao pacote tecnológico fornecido pela Nextchem, outra empresa controlada pela MAIRE.

A Nextchem utilizará tecnologias da Stamicarbon para fusão e granulação de ureia, além do Pacote de Projeto de Processo e de equipamentos associados. A KT Tech fornecerá o reformador primário para a produção de gás de síntese.

A tecnologia empregada na planta de amônia será fornecida pela KBR. A execução geral do projeto ficará sob responsabilidade da construtora argentina SACDE SA.

Construção poderá gerar mais de 3.500 empregos diretos

Durante o pico das obras, a maior planta de ureia deverá criar mais de 3.500 empregos diretos. O projeto também prevê um número significativo de vagas indiretas ao longo da cadeia de fornecedores.

Segundo a MAIRE, o empreendimento deverá apoiar o emprego local, ampliar a cadeia de suprimentos de fertilizantes e fortalecer a posição da Argentina nos mercados regionais.

O CEO da companhia, Alessandro Bernini, afirmou que o complexo também contribuirá para aproveitar as reservas argentinas de gás natural e reforçar a produção nacional de fertilizantes.

Esta matéria foi elaborada com base em informações da MAIRE, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://www.groupmaire.co


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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