Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (1º/7) mostra que o ex-prefeito de Salvador (BA), ACM Neto (União Brasil), aparece à frente do atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), nas intenções de voto para o governo do estado.
Na pesquisa estimulada, ACM Neto aparece com 49,2%, enquanto Jerônimo tem 37,5%. Em seguida, Ronaldo Mansur (PSol) aparece com 1,9%. Brancos, nulos e nenhum somam 6,9%, e os que não souberam ou não opinaram são 4,5%.
A pesquisa ouviu 1,5 mil eleitores entre os dias 27 e 30 de junho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.
Dentro dessa margem de erro, ACM Neto poderia variar, portanto, entre 46,6% (para menos) e 51,8% (para mais), o que sugere uma eventual possibilidade de vitória no primeiro turno.
Ele é pré-candidato ao governo da Bahia depois de uma derrota apertada em 2022. Principal nome da oposição no estado, ACM Neto disputou o segundo turno contra Jerônimo.
O candidato petista tem a maior rejeição entre os nomes testados para governador. Segundo a pesquisa, 38,5% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto aparece com 26,9% de rejeição, praticamente no mesmo patamar de Ronaldo Mansur, com 26,5%.
Corrida ao Senado
O levantamento mostra, ainda, as projeções para a disputa pelas vagas no Senado.
Rui Costa (PT), ex-ministro da Casa Civil, e o senador Jaques Wagner (PT) aparecem à frente na disputa pelas duas vagas da Bahia. Como cada eleitor entrevistado pôde citar até dois nomes, os percentuais não somam 100%.
Jaques aparece em segundo lugar mesmo após ser alvo de operação da Polícia Federal (PF), em investigação que apura a suposta relação dele com Daniel Vorcaro, do Banco Master. O senador nega ter recebido pagamentos irregulares e afirma que vai se dedicar a provar sua inocência.
O cenário ficou assim:
- Rui Costa (PT): 50,6%;
- Jaques Wagner (PT): 36,7%;
- João Roma (PL): 23,2%;
- Angelo Coronel (Republicanos): 22,4%;
- Marcelo Santtana (DC): 5,3%;
- Delliana Ribeiro (PSol): 3,9%;
- Brancos, nulos e nenhum somam 14,9%;
- Outros 6,1% não souberam ou não opinaram.

