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PT aceita decisão de Marília e fica mais longe de palanque forte em MG

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PT aceita decisão de Marília e fica mais longe de palanque forte em MG

Belo Horizonte – Lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) mineiro já estão conformados com a irredutibilidade da ex-prefeita de Contagem Marília Campos de mudar seus planos eleitorais e largar a disputa ao Senado para concorrer ao Governo de Minas. As negativas foram tão contundentes que, segundo fontes de diferentes grupos, um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que ele tentasse convencê-la a aceitar a aventura, não deve mais ocorrer.

A expectativa é que o presidente se reúna com dirigentes do diretório estadual para avaliar quais caminhos que podem ser tomados na disputa ao Palácio do Planalto. Petistas alegam que a intenção é definir o nome até dia 20 de julho, data que marca o início em que os partidos e federações podem realizar as convenções. Prazo segue até 5 de agosto.

Sem Marília, o bloco petista perde mais uma aposta (a primeira foi o senador Rodrigo Pacheco) e fica mais longe de montar um palanque competitivo para Lula em Minas.

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Marília Campos

Reprodução/Redes Sociais

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Rogério Correia (PT-MG)

Reprodução/X

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Deputado Reginaldo Lopes não pode mais incluir armas no chamado “imposto do pecado”

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Ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart

Alexandre Netto/ALMG

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Macaé Evaristo

Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto

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Pré-candidato ao governo de Minas, Gabriel Azevedo

Cláudio Rabelo/CMBH

As opções do PT em Minas

As discordâncias internas seguem fortes. Há os petistas que defendem que o plano de seguir em uma candidatura própria seja mantido, argumentando que é o melhor caminho fortalecer um quadro interno do que apoiar alguém de outra legenda, mas há uma não concisão de quem será o apoiado.

Os deputados federais Rogério Correia e Reginaldo Lopes estiveram presentes na última pesquisa interna do partido e alcançaram pouco mais de 10% das menções. O empecilho, apontam alguns, é que os dois são os parlamentares mais bem votados do partido na Casa, o que pode afetar negativamente a sigla no Legislativo.

A ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Sandra Goulart é uma alternativa. Ela conta com a simpatia de alguns líderes do partido que apontam que a carreira acadêmica e a falta de um histórico político podem ser um ponto favorável.

Outro nome que vem ganhando força é o da deputada estadual Macaé Evaristo que já foi ministra dos Direitos Humanos de Lula, mas que deixou o cargo para buscar a reeleição à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A parlamentar afirmou, por meio da assessoria, que é pré-candidata a reeleição.

Opção fora do PT não é descartada

Uma outra parcela de petistas acreditam que o melhor caminho é o apoio a um candidato de outro partido. Neste cenário, o nome favorito é o do ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB).

O emedebista já se mostrou disposto a costurar uma aliança com o PT, mas mantém diálogos com diversos partidos. Ele é o nome favorito da própria Marília Campos.

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