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Quase aos 70 anos, australiano assume grande parte da construção de uma casa acessível de 84 m², elimina escadas, deixa a madeira aparente e cria ambientes amplos com piso de concreto polido

Quase aos 70 anos, australiano assume grande parte da construção de uma casa acessível de 84 m², elimina escadas, deixa a madeira aparente e cria ambientes amplos com piso de concreto polido

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Quase aos 70 anos, australiano assume grande parte da construção de uma casa acessível de 84 m², elimina escadas, deixa a madeira aparente e cria ambientes amplos com piso de concreto polido

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 30/07/2026 às 19:06

Construção, Indústria

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A casa acessível de 84 m² foi planejada por Steve e Nolene na Austrália com circulação sem escadas

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A casa acessível de 84 m² foi planejada por Steve e Nolene na Austrália com circulação sem escadas, teto alto revestido de madeira, piso de concreto polido, despensa escondida e ambientes integrados, criando uma residência compacta para envelhecer com conforto, autonomia, menos obstáculos e personalidade, além de aproveitar materiais reciclados nas construções da área externa.

Quase aos 70 anos, Steve assumiu grande parte da construção de uma casa acessível de 84 m² na Austrália. Ao lado de Nolene, ele ajudou a erguer uma residência pronta para o envelhecimento, com circulação sem escadas, teto alto revestido de madeira e piso de concreto polido.

A informação foi publicada por Living Big in a Tiny House, plataforma dedicada a casas pequenas e projetos compactos. A residência foi desenhada por Nolene e construída pelo casal, reunindo referências japonesas e escandinavas em uma planta menor, prática e acolhedora.

O resultado deixa uma lição simples para quem planeja construir ou reformar. Acessibilidade não começa quando surgem dificuldades de movimento. Ela nasce na distribuição dos cômodos, na redução de obstáculos e na escolha de materiais que facilitem a rotina.

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Casa acessível foi pensada antes da necessidade de adaptações

A principal decisão foi manter os ambientes importantes no mesmo nível. A planta sem escadas reduz barreiras entre sala, cozinha, quarto e banheiro, evitando que tarefas básicas dependam de subir ou descer degraus todos os dias.

Casa acessível foi pensada antes da necessidade de adaptações

Esse cuidado torna a residência mais preparada para mudanças futuras na mobilidade. Em vez de instalar soluções depois da obra, Steve e Nolene organizaram a casa para oferecer caminhos diretos, espaços conectados e menos obstáculos desde o início.

As medidas de portas e corredores não foram divulgadas. O ponto confirmado está na circulação sem escadas e na distribuição prática, duas escolhas que favorecem autonomia e conforto diário sem transformar a casa em um ambiente clínico.

Teto alto faz os 84 m² parecerem maiores

A comparação com apartamentos brasileiros ajuda a entender a escala da residência. Os 84 m² não formam uma casa minúscula, mas exigem escolhas cuidadosas para evitar corredores longos, divisões excessivas e áreas pouco aproveitadas.

O teto alto revestido de madeira aumenta o volume percebido na sala. Mesmo sem ampliar o piso, a altura leva o olhar para cima e cria uma sensação de espaço maior, enquanto a integração visual permite enxergar diferentes partes da casa com menos interrupções.

A combinação entre teto elevado, ambientes conectados e armazenamento bem distribuído evita a sensação de aperto. Assim, a metragem menor continua oferecendo áreas confortáveis para cozinhar, descansar, guardar objetos e receber pessoas.

Madeira aparente e concreto polido definem o interior

A madeira aparece no teto e em tons quentes espalhados pelos ambientes. O material cria uma atmosfera acolhedora e contrasta com os detalhes pretos, enquanto o piso de concreto polido mantém uma superfície visualmente contínua.

Essa continuidade liga os cômodos e reforça a ausência de desníveis. O piso reduz cortes visuais no interior e ajuda a criar uma leitura mais limpa, importante em uma casa com área compacta e ambientes próximos.

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Living Big in a Tiny House, plataforma dedicada a casas pequenas e projetos compactos, detalhou os acabamentos feitos à mão e o cuidado aplicado em cada parte da residência. A participação direta de Steve está confirmada, mas não há detalhamento público de cada serviço executado por ele.

Despensa escondida libera espaço na cozinha

A cozinha foi criada como o centro social da casa. Ela reúne uma bancada generosa, área de trabalho e uma despensa escondida, solução que permite guardar alimentos e utensílios sem ocupar toda a parte visível do ambiente.

O armazenamento inteligente aparece em outros pontos da residência. Há espaços planejados para manter objetos organizados, além de quarto tranquilo, armário para entrar e banheiro ligado à suíte.

Guardar mais itens fora do campo de visão melhora a circulação e reduz a sensação de desordem. Em uma casa compacta, essa escolha faz diferença porque cada móvel e cada passagem interferem diretamente no uso do espaço.

Referências japonesas e escandinavas afastam aparência clínica

A residência foi inspirada no desenho japonês e na simplicidade escandinava. Essas referências aparecem na presença da madeira, nas formas limpas, nos tons naturais e na organização dos ambientes.

O projeto evita que a acessibilidade pareça uma adaptação hospitalar. Em vez disso, a casa combina beleza, conforto e praticidade, mantendo personalidade mesmo com uma planta pensada para facilitar o envelhecimento.

A residência foi inspirada no desenho japonês e na simplicidade escandinava.

Na área externa, o casal mantém jardins produtivos, construções auxiliares feitas com materiais reciclados e outros projetos ainda em andamento. A origem de cada material não foi detalhada, portanto não há base para indicar quais peças vieram de construções anteriores.

Casa menor pode acompanhar diferentes fases da vida

A casa de Steve e Nolene reúne 84 m², circulação sem escadas, teto alto de madeira, concreto polido, despensa escondida e armazenamento inteligente. O projeto prioriza deslocamentos simples, menos barreiras e ambientes que continuam úteis quando a rotina e as necessidades dos moradores mudarem.

Ao envelhecer, você preferiria mais cômodos ou uma casa menor, sem escadas e planejada para preservar sua autonomia? Comente e compartilhe.

Fonte

Living Big in a TinyHouse


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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