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Tenente da PM baleado: polícia investiga morte de 6 suspeitos pela Rota

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Tenente da PM baleado: polícia investiga morte de 6 suspeitos pela Rota

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de seis suspeitos com um suposto envolvimento com o atentado contra o tenente da Polícia Militar (PM) da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, que foi baleado no último dia 27, enquanto estava parado em um semáforo, no município de São Caetano do Sul, em São Paulo. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, em nenhum dos casos ficou comprovada a ligação dos suspeitos com o atentado.

O oficial da PM continua internado e iniciou nesta segunda-feira (6/7) o protocolo para a redução gradual da sedação, no Hospital Estadual Mário Covas, na região de Santo André, no ABC.

Ao todo, quatro dos seis boletins de ocorrência obtidos pelo Metrópoles citam que os agentes haviam recebido a denúncia de que os indivíduos teriam participado do atentado.

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Ronickson Pimentel dos Santos

Polícia Militar/Câmera de segurança/Reprodução

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Reprodução/Redes Sociais

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Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota baleado. Irmão de Eloá Pimentel

Polícia Militar/Reprodução

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Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia Pimentel

Reprodução/ Instagram

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Reprodução / Redes sociais

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Reprodução / Redes sociais

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Reprodução / Redes sociais

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Moto usada por dupla responsável por atentado a tenente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foi apreendida próximo à comunidade de Heliópolis, zona sul da capital paulista.

Polícia Militar/Divulgação.

O primeiro caso aconteceu no dia 29 de junho, dois dias após o atentado, quando a Polícia foi acionada para a Estrada Aricanduva, na zona leste de São Paulo. Os agentes teriam sido acionados após uma denúncia de que o suspeito teria participado da tentativa de homicídio contra o tenente Pimentel. Durante a abordagem, segundo o B.O., o indivíduo efetuou disparos contra os policiais militares, que revidaram. O suspeito foi baleado e morreu no local.

No mesmo dia, outro caso foi registrado, na Vila Galvão, em Guarulhos, na região metropolitana. Uma denúncia feita ao Batalhão da Rota apontava que o suspeito estava circulando em um Fox preto pela Grande São Paulo. Ele fez menção de atirar contra os agentes, que dispararam quatro vezes contra o homem.

Outra morte aconteceu na última quinta-feira (2/7), na região de Guaianases, zona leste da capital.  Durante a averiguação, os policiais localizaram o suspeito e, de acordo com a corporação, ele teria reagido à abordagem, dando início a um confronto. Ele chegou a socorrido a uma unidade de saúde da região, mas não resistiu aos ferimentos.

No litoral de São Paulo, também no dia 2 de julho, outro suspeito foi morto após confronto a tiros contra policiais em Peruíbe, no litoral sul de São Paulo.  A região é afastada do centro. A tropa de elite da Polícia Militar paulista foi acionada após a denúncia e fugiu durante a abordagem, dando início a uma perseguição. Na fuga, segundo a PM houve uma “situação de confronto”. O suspeito chegou a ser encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Peruíbe, mas também não resistiu aos ferimentos e morreu.

Outros dois casos são investigados pela Polícia Civil por possível ligação com o atentado contra o tenente Pimentel, ambos na zona sul da capital.

Uma ocorrência foi registrada no dia 29 de junho, no Jardim Miriam. Os agentes realizavam patrulhamento na Favela do Arrebento, houve uma troca de tiros, o suspeito foi baleado e chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital do Hospital Municipal Pedreira, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O outro caso foi registrado na noite na quinta passada (2/7), durante patrulhamento dos policiais militares no Jardim São Luís. Segundo o registro, os agentes apuravam uma denúncia de tráfico de entorpecentes e sentiram cheiro de droga vindo de uma residência e, ao se aproximarem, teriam sido recebidos “a tiros” por um indivíduo que saiu de dentro do imóvel.

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