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Trafigura estreia no mercado livre de energia do Brasil com contrato de R$ 750 milhões para comprar eletricidade da CGN

Trafigura estreia no mercado livre de energia do Brasil com contrato de R$ 750 milhões para comprar eletricidade da CGN

3 min de leitura

Trafigura estreia no mercado livre de energia do Brasil com contrato de R$ 750 milhões para comprar eletricidade da CGN

Escrito por Corporativo

Publicado em 23/07/2026 às 09:25

Atualizado em 23/07/2026 às 09:26

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Executivos acompanham a infraestrutura elétrica brasileira, setor no qual a Trafigura estreou com um contrato de R$ 750 milhões junto à CGN.

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Companhia global de commodities conclui sua primeira operação elétrica no país e prepara a comercialização de energia para clientes do Ambiente de Contratação Livre

A Trafigura concluiu sua primeira operação no mercado brasileiro de energia elétrica, conforme anunciou a companhia em 22 de julho de 2026.

Nesse sentido, a empresa celebrou um contrato de compra de energia de longo prazo com a CGN Brasil Energia.

Além disso, a operação envolve R$ 750 milhões e marca a entrada comercial da Trafigura no maior mercado elétrico da América Latina.

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Contrato de R$ 750 milhões muda de controle

Primeiramente, o contrato foi assumido pela Trafigura para a aquisição de energia fornecida pela CGN Brasil Energia.

Anteriormente, entretanto, o acordo estava sob controle do Grupo Bolt.

Agora, portanto, a Trafigura comercializará essa eletricidade para clientes presentes no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

Na prática, o ACL permite que grandes consumidores, comercializadoras e geradores negociem contratos diretamente.

Dessa forma, as negociações acontecem fora do sistema baseado em tarifas reguladas.

Consequentemente, a operação conecta três partes importantes do mercado:

Mercado livre de energia sustenta entrada da Trafigura

Atualmente, o mercado livre de energia brasileiro apresenta rápido crescimento.

Sobretudo, esse avanço recebe impulso da expansão das fontes renováveis e da abertura gradual do setor elétrico.

Como resultado, mais participantes passaram a acessar o Ambiente de Contratação Livre.

Ao mesmo tempo, o ACL passou a representar uma parcela cada vez maior do consumo brasileiro de eletricidade.

Segundo Marc Erb, responsável pela Comercialização de Energia e Gás da Trafigura no Brasil, a primeira operação representa um marco para a companhia.

Além disso, o executivo afirmou que a empresa identificou oportunidades para gerar valor às suas contrapartes.

Nesse contexto, a Trafigura pretende atuar como intermediária, gestora de riscos e parceira comercial de longo prazo.

Portanto, segundo Erb, o acordo com a CGN estabelece uma base para ampliar a presença da empresa no setor elétrico brasileiro.

CGN e Grupo Bolt destacam maturidade do setor

Por sua vez, Ricardo Daelli, diretor comercial da CGN Brasil Energia, destacou a experiência internacional da Trafigura.

Segundo o executivo, a chegada da companhia acrescenta experiência e liquidez ao mercado brasileiro de energia.

Consequentemente, a operação pode fortalecer a competitividade e o amadurecimento da indústria.

Além disso, Daelli afirmou que o contrato acompanha a estratégia comercial da CGN.

Enquanto isso, Gustavo Ayala, CEO do Grupo Bolt, relacionou a transação à maturidade alcançada pelo mercado livre brasileiro.

Conforme Ayala, esse avanço permite atrair importantes empresas globais do setor energético.

Da mesma maneira, a participação do Grupo Bolt reforça seu compromisso de aproximar geradores, comercializadoras e consumidores.

Assim, a estruturação busca ampliar liquidez, competitividade e eficiência dentro do mercado.

Licença antecedeu primeira operação no Brasil

Cronologicamente, a Trafigura recebeu, no início de 2026, a licença necessária para comercializar energia elétrica no atacado brasileiro.

Posteriormente, em 22 de julho de 2026, a empresa anunciou o primeiro contrato concluído no país.

Atualmente, a operação brasileira da companhia está sediada no Rio de Janeiro.

Finalmente, a Trafigura ingressa no sexto maior mercado de eletricidade do mundo.

Nesse mercado, aproximadamente dois terços da eletricidade são produzidos por hidrelétricas.

Por isso, o Brasil possui uma das maiores participações de fontes renováveis na matriz elétrica mundial.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Corporativo.

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