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Acre mantém nível de alerta para SRAG, mas casos apresentam tendência de queda

Acre mantém nível de alerta para SRAG, mas casos apresentam tendência de queda

Foto: Pedro Devani/Secom

O Acre está entre os 11 estados brasileiros que ainda apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira (20). A análise considera os dados da Semana Epidemiológica 32, entre 9 e 15 de agosto.

Apesar do nível de incidência ainda elevado, o cenário no estado acompanha a tendência observada na maior parte do país, com sinais de queda ou estabilização dos casos de SRAG nas últimas semanas. O boletim aponta redução tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na tendência de curto prazo, baseada nas três semanas mais recentes.

Além do Acre, permanecem em nível de alerta, risco ou alto risco Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.

A Fiocruz ressalta, no entanto, que o Acre não aparece entre os estados que apresentam sinal de crescimento da SRAG. Os únicos estados com leve tendência de alta no período analisado são Rondônia, Piauí, Bahia e Sergipe.

Entre as capitais, Rio Branco não está entre as cidades classificadas pela Fiocruz com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco acompanhado de crescimento na tendência de longo prazo.

O boletim aponta quatro capitais nessa situação: Aracaju, Cuiabá, Salvador e Porto Alegre. Outras três, Belo Horizonte, Florianópolis e São Luís, apresentam incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

No cenário nacional, o vírus sincicial respiratório (VSR) continua sendo um dos principais responsáveis pelos casos graves, especialmente entre crianças pequenas. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o VSR respondeu por 44,6% dos casos positivos de SRAG, seguido pelo rinovírus, com 32,5%, influenza A, com 5,1%, influenza B, com 9,7%, e Sars-CoV-2, causador da Covid-19, com 1,8%.

Considerando todo o ano epidemiológico de 2026, foram notificados 137.551 casos de SRAG no país. Desse total, 74.214 tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.

Entre os casos positivos registrados neste ano, o VSR representa 42,2%, seguido pelo rinovírus, com 30,1%, influenza A, com 18,2%, influenza B, com 5,4%, e Sars-CoV-2, com 3,9%.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

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