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Adeus, tijolos: brasileiro vive há mais de 30 anos numa caverna no litoral de Santa Catarina, sem aluguel, sem conta de luz e com o mar como quintal

Adeus, tijolos: brasileiro vive há mais de 30 anos numa caverna no litoral de Santa Catarina, sem aluguel, sem conta de luz e com o mar como quintal

SC

5 min de leitura

Adeus, tijolos: brasileiro vive há mais de 30 anos numa caverna no litoral de Santa Catarina, sem aluguel, sem conta de luz e com o mar como quintal

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 26/08/2026 às 22:39

Atualizado em 26/08/2026 às 22:40

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Vilmar Godinho vive há mais de 30 anos em uma caverna no litoral de SC, com fogão a lenha, placa solar, água captada e rotina simples na Mata Atlântica.

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Vilmar Godinho vive há mais de 30 anos em uma caverna no litoral de Santa Catarina, cercado pela Mata Atlântica. O espaço foi adaptado com ambientes funcionais, fogão a lenha, pequena placa solar e captação de água, enquanto sua rotina combina baixo consumo, alimentos da floresta, autonomia e vínculos familiares.

Vilmar Godinho vive há mais de três décadas em uma caverna no litoral de Santa Catarina, onde transformou a estrutura natural de pedra em espaço de moradia cercado pela Mata Atlântica. A rotina é marcada por consumo reduzido, contato permanente com a natureza e soluções simples para iluminação, preparo de alimentos e obtenção de água.

Segundo reportagem publicada por O Antagonista em 5 de maio de 2026, a história foi apresentada como exemplo de um estilo de vida distante dos grandes centros urbanos e com estrutura mínima. A publicação também indica um vídeo do canal Antes de Partir Viagens que mostra a rotina de Vilmar e a caverna onde ele vive há mais de 30 anos.

Caverna foi transformada em casa com ambientes sob as rochas

Vilmar Godinho vive há mais de 30 anos em uma caverna no litoral de SC, com fogão a lenha, placa solar, água captada e rotina simples na Mata Atlântica.

A estrutura natural deixou de funcionar apenas como abrigo e passou a reunir diferentes espaços usados no cotidiano.

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Segundo a reportagem, antigas “tocas” de pedra podem ser organizadas como uma casa funcional, com pequenos ambientes divididos sob as rochas.

Uma área é utilizada para guardar e organizar ferramentas, enquanto outra funciona como cozinha e espaço de convivência.

Fogão a lenha serve para cozinhar e aquecer o ambiente

A cozinha segue uma estrutura simples, adaptada ao modo de vida na Mata Atlântica.

O fogão a lenha é usado para preparar as refeições e também para aquecer o ambiente durante os dias mais frios.

A solução reduz a dependência de equipamentos elétricos e se integra à estrutura rústica montada dentro da caverna.

Pequena placa solar substitui parte da energia convencional

A reportagem descreve esse modo de vida como praticamente independente da rede elétrica convencional.

Entre as alternativas utilizadas estão uma pequena placa solar, velas, lanternas e a própria iluminação natural disponível ao longo do dia.

Essas soluções permitem manter funções básicas sem depender de uma estrutura elétrica semelhante à encontrada em uma residência urbana convencional.

Água pode ser captada em bicas, nascentes e cursos próximos

Vilmar Godinho vive há mais de 30 anos em uma caverna no litoral de SC, com fogão a lenha, placa solar, água captada e rotina simples na Mata Atlântica.

O abastecimento também segue a lógica de aproveitar recursos disponíveis na região.

A publicação cita bicas, nascentes e cursos d’água próximos entre as formas de obter água nesse tipo de moradia.

Utensílios e materiais também podem ser reaproveitados de maneira prática, reduzindo a necessidade de comprar novos objetos para todas as funções do dia a dia.

Mata Atlântica fornece frutas usadas na alimentação

A alimentação descrita pela reportagem mantém relação direta com a vegetação existente no entorno da caverna.

A Mata Atlântica oferece frutas nativas como araçá, pitanga, guabiroba, araticum, butiá e camarinha.

Pequenas áreas de plantio também podem fornecer banana e outras culturas resistentes, complementando aquilo que é encontrado naturalmente na floresta.

Pimenta, louro, canela e missô entram no preparo dos alimentos

Os temperos utilizados seguem a mesma proposta de aproveitamento de ingredientes simples.

A reportagem menciona pimenta rosa, pimenta comum, folhas de louro, canela e missô entre os produtos usados para dar sabor às refeições.

Alguns desses ingredientes, inclusive produtos fermentados como o missô, podem ser usados em determinadas preparações como alternativas ao sal.

Ausência de geladeira muda a forma de armazenar comida

A conservação dos alimentos exige adaptação porque a rotina descrita não depende de uma geladeira convencional.

Os alimentos frescos são consumidos rapidamente, enquanto itens de maior durabilidade são adquiridos em compras pontuais.

A combinação ajuda a manter os gastos baixos e reduz a necessidade de armazenar grandes quantidades de comida.

Pesca e venda de peixes já ajudaram a complementar o sustento

A reportagem também relaciona esse estilo de vida a fontes modestas de renda.

Atividades como coleta, pesca artesanal e venda de peixes já funcionaram como formas ocasionais de complementar o sustento de quem vive dessa maneira.

Atualmente, parte importante da rotina apresentada está ligada à manutenção da casa, ao cuidado com trilhas e à organização do espaço.

Isolamento não rompeu os laços com familiares e amigos

Assista o vídeo

A distância dos centros urbanos não significa rompimento completo com outras pessoas.

A publicação menciona visitas de familiares e amigos, além de filhos que vivem em cidades próximas, como parte da manutenção dos vínculos sociais.

O chimarrão também aparece entre as tradições que ajudam a preservar referências culturais e afetivas mesmo em um cotidiano marcado pelo isolamento geográfico.

Vida na caverna combina autonomia e contato permanente com a Mata Atlântica

A rotina de Vilmar Godinho se tornou conhecida justamente por mostrar uma forma de morar muito diferente daquela baseada em construções convencionais e grande consumo de recursos.

A caverna adaptada reúne espaços de trabalho e convivência, fogão a lenha, soluções alternativas de iluminação e contato direto com a Mata Atlântica e a paisagem do litoral catarinense.

Mais de três décadas depois, o morador continua associado a uma rotina de estrutura reduzida, trabalho manual e forte presença da natureza, sem se desligar completamente dos familiares, amigos e comunidades próximas.

Para você, seria possível trocar a estrutura de uma casa convencional por uma rotina tão simples e próxima da natureza durante décadas? Deixe sua opinião nos comentários.

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homem da caverna em Santa Catarina


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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