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Aluna de 13 anos da rede municipal de Santa Catarina conquista medalha de bronze nacional na OBMEP e transforma a entrega em celebração para a família e toda a escola

Aluna de 13 anos da rede municipal de Santa Catarina conquista medalha de bronze nacional na OBMEP e transforma a entrega em celebração para a família e toda a escola

4 min de leitura

Aluna de 13 anos da rede municipal de Santa Catarina conquista medalha de bronze nacional na OBMEP e transforma a entrega em celebração para a família e toda a escola

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 25/08/2026 às 16:27

Atualizado em 25/08/2026 às 16:28

Ciência e Tecnologia

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Larissa Dambros, aluna do 8º ano da rede municipal de Capinzal, recebeu medalha de bronze nacional na OBMEP

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Aos 13 anos, Larissa Dambros, aluna do 8º ano da rede municipal de Capinzal, recebeu medalha de bronze nacional na OBMEP em cerimônia em Chapecó, cercada pela família, pela direção e pelo orgulho da escola.

O sábado de Larissa Dambros terminou com uma medalha no peito e uma lembrança compartilhada por toda a comunidade escolar. Aos 13 anos, a estudante do 8º ano da Escola Municipal Viver e Conhecer, em Capinzal, no oeste de Santa Catarina, recebeu a medalha de bronze nacional da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, a OBMEP, em uma cerimônia realizada em Chapecó.

Uma medalha nacional que saiu da sala de aula e reuniu a família

A entrega ocorreu em 22 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. A cerimônia reuniu estudantes, familiares, professores e representantes de escolas participantes, transformando uma conquista individual em um momento coletivo.

Larissa esteve acompanhada pelo pai, pela mãe, pelo irmão e pela avó. A diretora da Escola Municipal Viver e Conhecer, Jane Regina Campioni, também participou do momento. A presença da família e da direção deu à premiação um sentido que foi além do resultado da prova.

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Para a escola, a medalha representa o reconhecimento de uma aluna que encontrou na Matemática espaço para desenvolver raciocínio, disciplina e curiosidade. A notícia foi celebrada publicamente em Capinzal, onde a prefeitura divulgou fotografias da entrega e destacou o orgulho da comunidade escolar.

Bronze na OBMEP coloca estudante de Capinzal entre premiados nacionais

A medalha recebida por Larissa é nacional. A distinção faz parte da premiação da OBMEP, competição criada para estimular o estudo da Matemática e identificar estudantes com destaque na área.

A olimpíada é realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada, o IMPA, e reúne alunos de escolas públicas e privadas de todo o país. Entre os objetivos oficiais estão incentivar o estudo da disciplina, ampliar o acesso a materiais de qualidade, promover a cultura matemática e identificar jovens talentos com potencial para seguir em áreas científicas e tecnológicas.

Para estudantes do 8º ano, como Larissa, a participação envolve problemas que exigem mais do que a repetição de fórmulas. A competição valoriza raciocínio lógico, criatividade e capacidade de construir soluções, habilidades que também aparecem no cotidiano escolar.

Escola transforma conquista individual em incentivo para outros alunos

A repercussão da medalha dentro da Escola Viver e Conhecer mostra como uma premiação acadêmica pode ganhar dimensão comunitária. Quando uma estudante da rede municipal chega a uma conquista nacional, colegas mais novos passam a enxergar aquele resultado como algo próximo e possível.

Professores e gestores também dividem o reconhecimento. A preparação para olimpíadas científicas depende de uma rotina que começa muito antes da cerimônia, com estímulo à leitura de problemas, exercícios, atenção às dificuldades e incentivo para que os alunos continuem tentando mesmo quando a resposta não aparece de imediato.

No caso de Larissa, a celebração pública destacou justamente essa rede ao redor da estudante. A conquista foi apresentada como resultado de dedicação pessoal, apoio familiar e trabalho da escola, sem tirar da aluna o protagonismo pelo desempenho que levou à medalha.

Uma conquista aos 13 anos que pode abrir novas portas

A OBMEP também foi criada para aproximar jovens talentos da Matemática de oportunidades de aprofundamento. Medalhistas nacionais podem ter acesso a iniciativas acadêmicas da própria olimpíada, conforme as regras de cada edição, ampliando o contato com conteúdos e ambientes científicos.

Para uma estudante de 13 anos, entretanto, o efeito mais imediato pode ser mais simples: perceber que horas de estudo, curiosidade e persistência foram reconhecidas fora dos muros da escola. A medalha materializa um resultado que nasceu em exercícios, provas e desafios resolvidos ao longo do caminho.

Em Capinzal, o bronze nacional voltou para casa acompanhado por fotografias, abraços e uma comemoração que envolveu família, direção e comunidade escolar. O prêmio agora passa a fazer parte da história da Escola Viver e Conhecer e pode servir de incentivo para outros estudantes que começam a descobrir interesse pela Matemática.

Você acha que olimpíadas de conhecimento ajudam a despertar novos talentos nas escolas públicas? Conte sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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