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Aos 10 anos, menina britânica surpreende ao alcançar QI de 136 e ser aceita na Mensa; Poppy tinha dificuldades para escrever, fez o teste de inteligência e recebeu convite para integrar a a sociedade internacional de pessoas superdotadas

Aos 10 anos, menina britânica surpreende ao alcançar QI de 136 e ser aceita na Mensa; Poppy tinha dificuldades para escrever, fez o teste de inteligência e recebeu convite para integrar a a sociedade internacional de pessoas superdotadas

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Aos 10 anos, menina britânica surpreende ao alcançar QI de 136 e ser aceita na Mensa; Poppy tinha dificuldades para escrever, fez o teste de inteligência e recebeu convite para integrar a a sociedade internacional de pessoas superdotadas

Escrito por Andriely Medeiros de Araújo

Publicado em 19/08/2026 às 18:27

Atualizado em 19/08/2026 às 18:28

Curiosidades

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Menina de 10 anos com dislexia alcançou QI de 136 em uma avaliação de três horas e foi aceita pela Mensa após o resultado. Fonte: Arquivo pessoal.

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Menina de 10 anos com dislexia alcançou QI de 136 em uma avaliação de três horas e foi aceita pela Mensa após o resultado.

Uma dificuldade persistente com a escrita acabou revelando uma habilidade que a própria família ainda não conhecia em toda a sua dimensão. A menina britânica Poppy O’Malley-Flack, de 10 anos e diagnosticada com dislexia, obteve QI de 136 após passar por uma avaliação de três horas e, com o resultado, foi aceita pela Mensa, organização que reúne pessoas com elevado quociente intelectual. A história foi publicada em novembro de 2025 pelo Só Notícia Boa.

O resultado chamou atenção porque a avaliação havia surgido justamente em meio às dificuldades de aprendizagem enfrentadas pela criança. Para Lucy O’Malley-Flack, mãe de Poppy, a expectativa inicial estava muito mais relacionada a compreender os obstáculos encontrados pela filha do que a descobrir um desempenho excepcional em testes de raciocínio.

Avaliação mudou a forma como a família enxergava as habilidades da menina

Poppy não apresentava, segundo a mãe, aquele perfil tradicionalmente associado a uma criança considerada extremamente acadêmica. O que já chamava atenção em casa era outra característica: a facilidade para encontrar soluções e organizar pensamentos de maneira lógica.

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Durante a avaliação, essas habilidades apareceram com maior clareza. O exame identificou desempenho elevado em raciocínio e resolução de problemas, enquanto o resultado final chegou aos 136 pontos de QI.

A descoberta colocou lado a lado duas características que muitas vezes são tratadas equivocadamente como incompatíveis. A dislexia interfere em determinados processos de aprendizagem, mas, no caso de Poppy, não impediu que a menina demonstrasse grande capacidade em outras áreas cognitivas.

Lucy descreveu o resultado como inesperado. Depois de receber a documentação da avaliação, ela procurou a Mensa para descobrir se a filha atendia aos critérios necessários para entrar na organização.

Convite da Mensa chegou por e-mail

A confirmação veio pouco depois. A família recebeu uma mensagem informando que Poppy havia sido aceita, transformando uma investigação iniciada por causa da escrita em uma nova oportunidade educacional.

Segundo Lucy, a filha recebeu a notícia de maneira tranquila, apesar da surpresa dos familiares. A mãe definiu Poppy como uma criança humilde e contou que ela passou a aproveitar a experiência proporcionada pela participação na Mensa.

O reconhecimento também começou a influenciar os próximos passos considerados pela família:

A menina, entretanto, ainda não escolheu qual profissão deseja seguir. A mãe acredita que áreas científicas ou artísticas possam combinar com sua forma de raciocinar e criar.

Dislexia não desapareceu depois do resultado do QI

A entrada para a Mensa não elimina as dificuldades que motivaram a avaliação. Poppy continua sendo uma criança com dislexia, e o reconhecimento de seu potencial intelectual não transforma automaticamente os desafios relacionados à escrita em algo irrelevante.

É justamente essa convivência entre dificuldade e habilidade que tornou o resultado significativo para a família. Em vez de usar o desempenho de QI para negar os obstáculos encontrados pela filha, Lucy passou a enxergar as duas características como partes da mesma trajetória educacional.

A mãe resumiu essa percepção ao afirmar que uma diferença de aprendizagem pode coexistir com talento. No caso de Poppy, a dificuldade que inicialmente provocou preocupação foi também o ponto de partida para uma investigação mais ampla sobre como ela aprende.

Menina agora mira uma escola com currículo mais avançado

Com apenas 10 anos, Poppy ainda tem uma longa formação escolar pela frente. O resultado de 136 no teste não definiu uma carreira, mas modificou as possibilidades que a família passou a considerar para os próximos anos.

A história da menina também ganhou um significado diferente daquele sugerido apenas pelo número do QI. O que começou como uma tentativa de compreender por que escrever era tão difícil terminou revelando um perfil no qual dislexia e elevado desempenho intelectual coexistem.

Agora integrante da Mensa, Poppy entra em uma nova etapa sem deixar para trás aquilo que levou ao diagnóstico e à avaliação. Para a família, a principal mudança foi compreender que dificuldades específicas na escola não contam, sozinhas, toda a história sobre a capacidade de uma criança.

Fonte

Só Notícia Boa


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Andriely Medeiros de Araújo.

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