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Aos 20 anos, brasileira Amelie Voigt Trejes vira a bilionária mais jovem do mundo em 2026 com fortuna de US$ 1,1 bilhão ligada a 2% da WEG

Aos 20 anos, brasileira Amelie Voigt Trejes vira a bilionária mais jovem do mundo em 2026 com fortuna de US$ 1,1 bilhão ligada a 2% da WEG

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Aos 20 anos, brasileira Amelie Voigt Trejes vira a bilionária mais jovem do mundo em 2026 com fortuna de US$ 1,1 bilhão ligada a 2% da WEG

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 13/08/2026 às 15:01

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Imagem ilustrativa de jovem em ambiente urbano. Amelie Voigt Trejes, aos 20 anos, foi apontada pela Forbes como a bilionária mais jovem do mundo em 2026.

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Neta de um dos fundadores da WEG, jovem brasileira lidera ranking da Forbes e integra uma nova geração de herdeiros bilionários

Amelie Voigt Trejes, de apenas 20 anos, tornou-se a bilionária mais jovem do mundo em 2026, segundo levantamento da Forbes.

A fortuna da brasileira foi estimada em US$ 1,1 bilhão e está relacionada principalmente à participação de aproximadamente 2% na WEG.

A jovem é neta de Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da multinacional catarinense criada em Jaraguá do Sul.

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Amelie não ocupa cargo executivo e também não possui assento no conselho de administração da empresa.

A posição no ranking, curiosamente, foi definida por uma diferença de apenas algumas semanas.

Sete semanas colocaram Amelie na primeira posição

Johannes von Baumbach, herdeiro da farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim, aparece logo depois da brasileira.

O alemão também tinha 20 anos no levantamento da Forbes.

Seu patrimônio era estimado em US$ 6,6 bilhões, valor muito superior ao atribuído a Amelie.

A idade, porém, definiu a liderança.

Amelie nasceu sete semanas depois de Johannes e, dessa maneira, tornou-se a pessoa mais jovem com fortuna superior a US$ 1 bilhão.

O levantamento também mostrou uma expansão do número de bilionários muito jovens.

Em 2026, 35 bilionários tinham menos de 30 anos, segundo a Forbes.

O grupo reunia aproximadamente US$ 92,4 bilhões.

Somente 12 deles haviam construído as próprias fortunas.

Origem da fortuna começou em uma pequena fábrica catarinense

A história por trás do patrimônio de Amelie começou em 16 de setembro de 1961.

Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus fundaram a Eletromotores Jaraguá, em Jaraguá do Sul.

Werner dominava conhecimentos de eletricidade.

Eggon possuía experiência administrativa.

Geraldo conhecia mecânica e processos produtivos.

O nome WEG nasceu posteriormente das iniciais de Werner, Eggon e Geraldo.

A empresa começou fabricando motores elétricos.

O crescimento, porém, apareceu rapidamente.

Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da WEG, em imagem ilustrativa que remete à trajetória empresarial iniciada em Jaraguá do Sul e à origem da fortuna da família.

WEG começou a expandir poucos anos depois da fundação

Em 1964, a companhia comprou um terreno e iniciou a construção de seu primeiro parque industrial.

Os primeiros movimentos internacionais começaram em 1970.

Motores fabricados em Santa Catarina passaram a ser vendidos para Guatemala, Uruguai, Paraguai, Equador e Bolívia.

As ações da empresa começaram a ser negociadas na bolsa em 1971.

A produção acumulada atingiu 1 milhão de motores em 1975.

A pequena fábrica catarinense começava, naquele momento, a ganhar escala industrial.

Transformador de grande porte em ambiente industrial representa a escala tecnológica e produtiva da WEG, multinacional catarinense ligada à fortuna da família de Amelie Voigt Trejes.

Motores foram apenas o começo da expansão

A diversificação da WEG ganhou força principalmente durante a década de 1980.

A companhia entrou em áreas como componentes eletroeletrônicos, automação industrial e transformadores.

Tintas, vernizes e soluções voltadas à geração e distribuição de energia também passaram a integrar o negócio.

A expansão transformou a empresa em uma fornecedora de sistemas elétricos industriais.

Atualmente, as soluções da WEG chegam a mais de 135 países.

O portfólio reúne mais de 1,4 mil linhas de produtos.

O número de funcionários ultrapassa 45 mil pessoas no mundo.

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Viviane Alves

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Receita bilionária ajuda a explicar valor da participação

A receita líquida da WEG chegou a R$ 38 bilhões em 2024.

Os mercados internacionais responderam por 57% do faturamento naquele ano.

A companhia também passou a atuar em automação, geração de energia, transmissão, eletrificação, digitalização e eficiência energética.

Energias renováveis e mobilidade elétrica também fazem parte de suas atividades.

Essa expansão ajuda a explicar o valor alcançado pelas participações mantidas pela família.

Uma participação de 2% vale cerca de US$ 1,1 bilhão

Amelie possui aproximadamente 2% da WEG, segundo a Forbes.

Essa participação levou seu patrimônio estimado a US$ 1,1 bilhão em 2026.

O valor não representa dinheiro disponível diretamente em uma conta bancária.

Grande parte da fortuna está ligada às ações da companhia.

O patrimônio pode, portanto, variar conforme o valor da empresa no mercado.

Amelie também não é a única jovem bilionária da família Voigt.

Cinco jovens da família somam aproximadamente US$ 6,1 bilhões

Dora Voigt de Assis, de 28 anos, e Lívia Voigt de Assis, de 21, aparecem com fortunas estimadas em US$ 1,4 bilhão cada.

As duas possuem participações aproximadas de 3,1% na WEG.

Felipe Voigt Trejes e Pedro Voigt Trejes, irmãos gêmeos de Amelie, também aparecem no ranking.

Cada um possui patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão.

Os cinco jovens reúnem, dessa forma, aproximadamente US$ 6,1 bilhões.

História começou décadas antes do patrimônio bilionário

Werner Ricardo Voigt já trabalhava com eletricidade antes de fundar a WEG.

Em 1953, ele abriu uma pequena oficina no Centro de Jaraguá do Sul.

O local oferecia serviços gerais e manutenção para veículos motorizados da região.

Werner desenvolveria posteriormente o protótipo do motor ligado à origem do principal produto da empresa.

O empresário permaneceu ligado à companhia durante praticamente toda a vida.

Werner morreu em 2016, aos 85 anos.

Mais de seis décadas após a criação da WEG, uma de suas netas tornou-se a bilionária mais jovem do mundo.

O caso mostra como uma pequena fábrica fundada no interior catarinense atravessou gerações e se transformou em uma multinacional de alcance global.

Você imaginava que uma participação de apenas 2% em uma empresa brasileira poderia representar uma fortuna superior a US$ 1 bilhão?


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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