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Aos 22 anos, professora solteira da Louisiana ouve de um aluno de 12 anos o pedido para morar com ela, consegue a custódia total dele e do irmão bebê em dois meses, adota os dois com a bênção da mãe biológica e vê o menino virar aluno de quadro de honra.

Aos 22 anos, professora solteira da Louisiana ouve de um aluno de 12 anos o pedido para morar com ela, consegue a custódia total dele e do irmão bebê em dois meses, adota os dois com a bênção da mãe biológica e vê o menino virar aluno de quadro de honra.

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Aos 22 anos, professora solteira da Louisiana ouve de um aluno de 12 anos o pedido para morar com ela, consegue a custódia total dele e do irmão bebê em dois meses, adota os dois com a bênção da mãe biológica e vê o menino virar aluno de quadro de honra.

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 31/08/2026 às 10:57

Atualizado em 31/08/2026 às 10:58

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Aos 22 anos, Chelsea Haley dava aula em Baton Rouge quando Jerome, de 12 anos, pediu para morar com ela. Em dois meses, ela teve a guarda total dele e do irmão Jace.

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Chelsea Haley dava aula em Baton Rouge pelo programa Teach for America quando Jerome Robinson, aluno do 4º ano, pediu para morar com ela em outubro de 2015. Ela obteve a guarda total dele e de Jace, hoje com 3 anos, e a família mora em Marietta, na Geórgia

Chelsea Haley era solteira, tinha 22 anos e lecionava em uma escola da Louisiana quando conheceu Jerome Robinson, então com 12 anos e aluno de sua turma do 4º ano. Ela obteve a guarda total de Jerome e do irmão mais novo, Jace, em dois meses e adotou os dois com a bênção da mãe biológica.

As informações foram publicadas pelo Good Morning America em 12 de fevereiro de 2018, em reportagem assinada por Faryn Shiro, Matt Stone e Katie Kindelan, com base em entrevista concedida por Chelsea Haley e Jerome Robinson ao programa.

Ela lecionava em Baton Rouge pelo programa Teach for America

Aos 22 anos, Chelsea Haley dava aula em Baton Rouge quando Jerome, de 12 anos, pediu para morar com ela. Em dois meses, ela teve a guarda total dele e do irmão Jace.

Chelsea Haley lecionava em Baton Rouge, cumprindo um compromisso de dois anos com o programa Teach for America, que recruta recém-formados para trabalhar em escolas de baixa renda.

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Jerome Robinson estava na turma do 4º ano dela quando os dois se conheceram.

Suspensões e dificuldades acadêmicas fizeram a professora procurar uma saída

Chelsea Haley viu Jerome Robinson ser suspenso da escola e apresentar dificuldades acadêmicas, e passou a procurar maneiras de ajudá-lo.

“Depois de esgotar todos os meus recursos na sala de aula, percebi que a única maneira de alcançar Jerome era conhecê-lo e construir um relacionamento”, disse ela.

A professora passou a acompanhar o aluno fora da escola

Sobre a rotina que adotou, Chelsea Haley afirmou: “Comecei a passar muito tempo com ele fora da escola, indo aos seus jogos de futebol americano, aos seus jogos de basquete, simplesmente ficando com ele em casa, comprando material escolar e mantimentos, todas essas coisas”.

A convivência fora da sala de aula fez com que ela descobrisse que Jerome Robinson era um garoto “muito espirituoso, muito inteligente e simplesmente gentil”, segundo o relato dela.

“Havia apenas um garotinho implorando por amor”, disse Chelsea Haley

Sobre os dias difíceis em sala, a professora afirmou: “Então, embora ainda houvesse dias na sala de aula em que ele me dava vontade de arrancar os cabelos, eu sabia que por baixo daquela aparência de durão, havia apenas um garotinho implorando por amor”.

A avaliação é dela e resume o que passou a orientar sua relação com o aluno.

Em outubro de 2015, Jerome pediu para morar com ela

Em outubro de 2015, Jerome Robinson perguntou a Chelsea Haley se poderia morar com ela.

Haley disse que teve um sonho naquele mesmo mês, no qual Deus lhe disse que ela estava destinada a ser a mãe de Jerome, conforme o relato dela ao Good Morning America.

A guarda total dos dois irmãos saiu em dois meses

Aos 22 anos, Chelsea Haley dava aula em Baton Rouge quando Jerome, de 12 anos, pediu para morar com ela. Em dois meses, ela teve a guarda total dele e do irmão Jace.

Em dois meses, Chelsea Haley obteve a guarda total de Jerome Robinson e de Jace, hoje com 3 anos.

Com a bênção da mãe biológica, os irmãos foram formalmente adotados por Haley, que tinha 24 anos na época da adoção.

Aos 26 anos, ela diz que as decisões passaram a girar em torno dos filhos

Chelsea Haley tem 26 anos e é mãe solteira dos dois meninos. Sobre a mudança de perspectiva, ela afirmou ao Good Morning America: “Nos últimos dois anos, minhas decisões passaram de serem focadas em mim mesma para serem focadas nos meus filhos”.

“Então, quando penso no meu dinheiro, no meu tempo, na minha energia, tudo gira em torno dos meninos e do que é melhor para eles”, completou.

Família mora em Marietta, na Geórgia, e Jerome é aluno de honra

Hoje a família mora em Marietta, na Geórgia, onde Jerome Robinson é um aluno de honra.

Sobre o desempenho do filho, Chelsea Haley disse: “Não acho que existam muitas palavras para descrever o quão incrível é celebrar todas as conquistas de Jerome”.

“Ele sempre teve potencial”, afirmou a mãe adotiva

Segundo Chelsea Haley, o desempenho do menino mostra que faltava apoio, não capacidade. “Acho que isso só demonstra que ele sempre teve potencial, tudo o que precisava era de apoio e autoconfiança para ter sucesso”, afirmou.

“Estou muito, muito orgulhosa dele”, acrescentou ela.

Ela assumiu dois empregos de meio período além do trabalho em tempo integral

Chelsea Haley disse que, além do emprego em tempo integral, assumiu dois empregos de meio período “para conseguir sustentar a família”.

Uma campanha no GoFundMe também foi criada para ajudar a família, informou a reportagem.

Situação atual: Jerome diz que a professora acredita nele e deixa um conselho

Jerome Robinson disse que sabe que Chelsea Haley “realmente acredita em mim”, e afirmou que a própria história serve de lição para outras crianças: “nunca desistam”.

Questionado sobre o conselho que daria, ele completou: “Nunca desistir e continuar tentando, não importa o que as pessoas digam. Você sempre tem que acreditar que pode fazer qualquer coisa.” A família segue em Marietta, na Geórgia, com Jerome no quadro de honra da escola e Jace, de 3 anos, também adotado por Haley.

Na sua opinião, casos como o de Chelsea Haley mostram que o vínculo com um professor pode mudar a trajetória de um aluno, ou revelam que faltou rede de apoio para que a criança fosse acolhida sem depender de uma iniciativa individual? Deixe sua opinião nos comentários.

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Chelsea Haley adota aluno Jerome Robinson


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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