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Aos 38 e 35 anos, Bruno Gissoni e Yanna Lavigne trocaram a vida urbana por um sítio em Minas Gerais, passaram a criar as duas filhas entre montanhas, fogão a lenha e Mata Atlântica e investiram em chalés de vidro de cerca de R$ 160 mil cada para receber hóspedes

Aos 38 e 35 anos, Bruno Gissoni e Yanna Lavigne trocaram a vida urbana por um sítio em Minas Gerais, passaram a criar as duas filhas entre montanhas, fogão a lenha e Mata Atlântica e investiram em chalés de vidro de cerca de R$ 160 mil cada para receber hóspedes

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Aos 38 e 35 anos, Bruno Gissoni e Yanna Lavigne trocaram a vida urbana por um sítio em Minas Gerais, passaram a criar as duas filhas entre montanhas, fogão a lenha e Mata Atlântica e investiram em chalés de vidro de cerca de R$ 160 mil cada para receber hóspedes

Escrito por Carla Teles

Publicado em 11/08/2026 às 09:57

Atualizado em 11/08/2026 às 09:58

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Bruno Gissoni e Yanna Lavigne vivem em sítio em Minas Gerais, cercados pela Mata Atlântica, e investem em chalés de vidro para hóspedes. Imagem: Redes Sociais/Reprodução

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Bruno Gissoni e Yanna Lavigne vivem com as filhas Maria Madalena e Amélia em um sítio em Itamonte, Minas Gerais, onde mantêm rotina com fogão a lenha, café da manhã em família, Mata Atlântica e montanhas, enquanto constroem chalés de vidro para hóspedes, com custo médio de R$ 160 mil.

Bruno Gissoni e Yanna Lavigne decidiram trocar parte da rotina ligada aos grandes centros por uma vida em um sítio em Itamonte, no interior de Minas Gerais, onde passaram a criar as filhas Maria Madalena e Amélia cercadas por montanhas e Mata Atlântica. Na propriedade, a família cozinha em fogão a lenha, faz refeições reunida e mantém um cotidiano mais próximo da natureza, sem abandonar completamente os compromissos profissionais no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os detalhes foram publicados pelo UOL Splash em 16 de maio de 2025 e pelo Terra em 18 de maio de 2025, quando Bruno tinha 38 anos e Yanna, 35. As reportagens também mostram que a mudança ganhou uma dimensão econômica: o casal passou a construir chalés de vidro em áreas naturais para receber hóspedes, com unidades feitas em alvenaria e madeira de reflorestamento que tiveram custo médio informado de aproximadamente R$ 160 mil.

Casal escolheu Itamonte para viver com as duas filhas

Vídeo: Redes Sociais/Reprodução

O novo endereço da família fica em Itamonte, município do interior de Minas Gerais. Foi para lá que Bruno Gissoni e Yanna Lavigne se mudaram com Maria Madalena e Amélia, buscando uma rotina que, segundo a própria atriz, tivesse não apenas maior qualidade de vida, mas também mais qualidade no tempo passado juntos.

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Nas redes sociais, Yanna relacionou diretamente a escolha de morar em meio à natureza ao desejo de aproveitar melhor a convivência familiar. A mudança, portanto, não foi apresentada apenas como troca de endereço, mas como reorganização do cotidiano, com maior presença dos pais junto às crianças e mais contato com o espaço onde vivem.

Montanhas e Mata Atlântica cercam o sítio

Vídeo: Redes Sociais/Reprodução

As imagens compartilhadas pela família mostram um cenário marcado por vegetação e relevo montanhoso. Segundo o Terra, o terreno onde Bruno Gissoni e Yanna Lavigne vivem é cercado pela Mata Atlântica, enquanto a varanda oferece vista para as montanhas da região.

A fonte não informa a extensão total da propriedade nem detalha quantos hectares pertencem ao casal. O que está documentado é que a paisagem natural se tornou parte constante da rotina familiar, aparecendo nas refeições, nos momentos de descanso e também nos novos projetos desenvolvidos dentro da área rural.

Fogão a lenha passou a fazer parte da cozinha da família

Entre os elementos mostrados por Yanna nas redes sociais está um fogão a lenha, utilizado pela atriz para preparar refeições no sítio. O equipamento aparece como um dos símbolos mais visuais da mudança para uma rotina diferente daquela normalmente associada aos compromissos profissionais do casal.

A família também costuma tomar café da manhã reunida antes de Yanna levar as crianças para a escola. O cotidiano apresentado nas publicações combina tarefas comuns da vida familiar com características do ambiente rural, sem que a fonte descreva essa escolha como abandono completo das atividades urbanas.

Café da manhã em família virou parte da rotina

Yanna destacou que os quatro costumam compartilhar a primeira refeição do dia. Depois desse momento em casa, ela leva Maria Madalena e Amélia para a escola, mantendo uma organização cotidiana semelhante à de outras famílias, mas em um cenário cercado por natureza.

A mesa localizada em uma varanda aparece em registros publicados nas redes sociais, tendo as montanhas ao fundo. É justamente essa combinação entre rotina familiar e paisagem rural que ajuda a explicar a ideia de “qualidade do tempo” mencionada pela atriz ao falar da decisão de viver no sítio.

Propriedade também possui piscina na área externa

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

Além da vegetação e das estruturas associadas à rotina no campo, o sítio conta com piscina na parte externa. Fotografias divulgadas pelo casal e reproduzidas pelas fontes mostram esse espaço integrado à propriedade.

As reportagens não informam o tamanho da piscina, detalhes arquitetônicos da residência principal ou o valor total do imóvel. Por isso, não é possível estimar o patrimônio investido no sítio a partir das informações disponíveis, diferentemente dos chalés, cujo custo médio de construção foi divulgado.

Vida no campo não eliminou trabalhos no Rio e em São Paulo

Imagem: Redes Sociais/Reprodução

Apesar da mudança para Minas Gerais, Bruno e Yanna continuam mantendo compromissos profissionais fora do estado. Segundo o Terra, o casal ainda viaja para trabalhos no Rio de Janeiro e em São Paulo, conciliando essas atividades com a vida em Itamonte.

Isso significa que a escolha pelo sítio não representou uma retirada completa da carreira artística ou dos centros urbanos. Bruno Gissoni e Yanna Lavigne passaram a usar Minas como base familiar enquanto preservam vínculos profissionais com duas das principais cidades do mercado audiovisual brasileiro.

Chalés de vidro criaram um novo projeto dentro da propriedade

Além da residência familiar, o casal passou a desenvolver outro tipo de estrutura em áreas cercadas pela natureza: chalés de vidro destinados à hospedagem de visitantes. As unidades podem ser reservadas por hóspedes e fazem parte dos novos projetos conduzidos pelos atores em Minas Gerais.

O UOL também informa que esses espaços contam com jardim agroflorestal. A proposta associa hospedagem à paisagem local, utilizando grandes superfícies transparentes para ampliar a conexão visual entre o interior das construções e o ambiente externo.

Cada chalé custou em média cerca de R$ 160 mil

Segundo o Terra, os chalés apresentados foram construídos utilizando alvenaria e madeira de reflorestamento e tiveram custo médio aproximado de R$ 160 mil por unidade. A fonte não detalha se esse valor inclui terreno, mobiliário, decoração ou demais despesas de implantação.

Por isso, o número deve ser interpretado especificamente como o custo médio informado para a construção desses espaços. Os R$ 160 mil ajudam a dimensionar a transformação de uma parte da propriedade em estrutura voltada à hospedagem, mas não permitem calcular o investimento total realizado pelo casal.

Vidro aproxima hóspedes da paisagem de Itamonte

A característica mais marcante dos chalés está nas extensas áreas envidraçadas, que permitem visualizar a vegetação ao redor diretamente do interior. O projeto aproveita justamente o cenário natural que levou a família a escolher Itamonte como lugar para viver.

A reportagem não fornece dimensões das unidades, capacidade máxima de hóspedes ou valores cobrados por diária. O que está confirmado é que os chalés de vidro foram construídos em áreas cercadas por natureza e passaram a integrar uma atividade de hospedagem conduzida pelo casal.

Madeira de reflorestamento aparece na construção

Além do vidro e da alvenaria, o Terra informa que madeira de reflorestamento foi utilizada na construção. Esse material aparece associado aos chalés que recebem visitantes na propriedade.

A fonte não especifica a espécie da madeira, sua procedência ou certificações ambientais. Portanto, a informação segura é apenas que os projetos utilizam madeira de reflorestamento, sem extrapolar esse dado para classificações ambientais ou de sustentabilidade que não foram apresentadas nas reportagens.

Jardim agroflorestal integra os espaços de hospedagem

O UOL acrescenta que os chalés mantidos por Bruno Gissoni e Yanna Lavigne contam com jardim agroflorestal. Esse elemento amplia a presença da vegetação dentro da experiência oferecida aos hóspedes.

As fontes não detalham quais espécies são cultivadas nem a extensão desses jardins. Ainda assim, a presença da agrofloresta reforça a conexão entre o projeto de hospedagem e o ambiente natural que caracteriza a nova fase vivida pela família em Minas Gerais.

Mudança colocou tempo em família no centro da escolha

Ao explicar por que escolheu morar no campo, Yanna destacou a importância de ter mais qualidade no tempo compartilhado. Essa declaração ajuda a entender por que cenas aparentemente simples, como cozinhar no fogão a lenha ou tomar café da manhã juntos, ocupam espaço nas publicações feitas pela atriz.

A vida no sítio foi apresentada como uma escolha de organização familiar, e não como um rompimento definitivo com televisão, atuação ou grandes cidades. A família continua circulando entre compromissos profissionais enquanto mantém Itamonte como cenário de sua rotina cotidiana.

Do sítio familiar aos chalés de R$ 160 mil

A mudança de Bruno Gissoni e Yanna Lavigne para Minas Gerais acabou reunindo duas frentes distintas no mesmo ambiente: de um lado, a criação das filhas entre montanhas, Mata Atlântica, refeições em família e fogão a lenha; de outro, a construção de chalés de vidro destinados a receber hóspedes.

Com custo médio divulgado de cerca de R$ 160 mil por unidade, os chalés transformaram parte dessa escolha de vida no campo também em um novo projeto de hospedagem. Para você, o que mais chama atenção nessa história: a decisão de criar as filhas longe da rotina dos grandes centros ou o investimento em chalés de vidro integrados à natureza? Conte sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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