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Aos 5 anos, menino catarinense com QI 135 memoriza as 193 bandeiras nacionais, organiza países por extensão territorial, entra para a Mensa e surpreende com interesse por astronomia e economia, mas deixa os mapas de lado para frequentar a escola e brincar com os amigos

Aos 5 anos, menino catarinense com QI 135 memoriza as 193 bandeiras nacionais, organiza países por extensão territorial, entra para a Mensa e surpreende com interesse por astronomia e economia, mas deixa os mapas de lado para frequentar a escola e brincar com os amigos

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4 min de leitura

Aos 5 anos, menino catarinense com QI 135 memoriza as 193 bandeiras nacionais, organiza países por extensão territorial, entra para a Mensa e surpreende com interesse por astronomia e economia, mas deixa os mapas de lado para frequentar a escola e brincar com os amigos

Escrito por Caio Aviz

Publicado em 17/08/2026 às 15:27

Atualizado em 17/08/2026 às 15:28

Curiosidades

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Imagem ilustrativa representa Thomas Manke explorando mapas e bandeiras, cercado por elementos ligados à astronomia, aos jogos e ao raciocínio lógico.

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De Blumenau a uma sociedade internacional de pessoas com alto QI, a trajetória de Thomas reúne superdotação, aprendizado autodidata, conhecimento sobre 193 países e uma rotina que preserva a escola e as brincadeiras da infância

Enquanto muitas crianças de cinco anos começam a reconhecer mapas, Thomas Manke consegue identificar as bandeiras das 193 nações reconhecidas pela ONU.

O menino de Blumenau, em Santa Catarina, também memoriza nomes, localizações e características territoriais. Além disso, consegue organizar países conforme a extensão de cada território.

As habilidades não terminam na geografia.

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Thomas demonstra facilidade com matemática e curiosidade por astronomia, ciência e economia, assuntos pouco comuns entre crianças da mesma idade.

Uma avaliação apontou QI 135. O resultado permitiu que o catarinense ingressasse na Mensa, organização internacional formada por pessoas com desempenho superior ao de aproximadamente 98% da população.

Curiosidade começou com mapas e bandeiras

O interesse de Thomas pelos países surgiu precocemente e avançou além da identificação de cores e desenhos.

A criança passou a memorizar bandeiras, nomes e posições geográficas de maneira autodidata. Posteriormente, começou a comparar os territórios e organizá-los conforme a extensão.

Essa capacidade exige mais do que guardar imagens.

Thomas precisa associar cada bandeira ao país correspondente e relacionar diferentes informações dentro de uma mesma estrutura de conhecimento.

O menino também direcionou parte da curiosidade para o espaço, os números e a economia. As fontes, porém, não detalham quais conceitos econômicos ele compreende ou como esse conhecimento foi analisado.

Thomas Manke monta uma construção com blocos enquanto acompanha as instruções exibidas em um celular durante um momento de aprendizagem e brincadeira.

Avaliação identificou QI acima da média

Os testes realizados com Thomas apontaram QI 135, pontuação associada a um desempenho cognitivo elevado.

O resultado abriu caminho para o ingresso na Mensa. A entidade aceita candidatos que alcancem uma pontuação situada entre os 2% superiores da população em testes de inteligência reconhecidos.

Entrar para a organização não significa dominar todos os assuntos ou apresentar desenvolvimento avançado em todas as áreas.

Uma criança pode ter memória excepcional e raciocínio rápido, mas ainda enfrentar dificuldades emocionais, sociais ou escolares compatíveis com a própria idade.

A avaliação das altas habilidades, portanto, precisa considerar mais elementos do que o número apresentado pelo teste.

Comportamento, desenvolvimento emocional, interesses, dificuldades e necessidades educacionais também ajudam a compreender cada criança.

Thomas Manke movimenta uma peça durante uma partida de xadrez, atividade que estimula concentração, planejamento e raciocínio lógico.

Escola continua presente na rotina

Apesar da habilidade para memorizar informações e compreender temas avançados, Thomas mantém uma rotina semelhante à de outras crianças.

Ele frequenta uma escola regular, brinca com os amigos e participa das atividades comuns aos cinco anos.

A convivência mostra que superdotação e infância não ocupam lados opostos.

Thomas pode falar sobre países, planetas e economia enquanto continua precisando de brincadeiras, acolhimento e contato com crianças da mesma faixa etária.

A escola também desempenha um papel importante nesse processo.

Conteúdos que a criança já domina podem provocar desinteresse quando apresentados sem novos desafios. Por outro lado, cobranças exageradas podem transformar uma habilidade natural em fonte de ansiedade.

Thomas Manke, menino catarinense com QI 135, sorri enquanto monta um quebra-cabeça durante um momento de brincadeira.

Estímulo precisa respeitar a infância

O conhecimento de Thomas chama atenção, principalmente pela capacidade de reconhecer 193 bandeiras e ordenar países por tamanho aos cinco anos.

Esse desempenho, no entanto, não deve transformar todas as atividades em avaliações ou demonstrações públicas.

Crianças com altas habilidades podem enfrentar frustração, isolamento, ansiedade e dificuldades de adaptação quando o ambiente ignora suas necessidades emocionais.

Família e escola precisam encontrar equilíbrio.

O desafio consiste em oferecer conteúdos capazes de alimentar a curiosidade sem criar uma cobrança permanente por resultados excepcionais.

A trajetória de Thomas mostra que uma criança pode apresentar conhecimentos surpreendentes e, ao mesmo tempo, continuar vivendo experiências essenciais da infância.

Você considera mais surpreendente a memorização das 193 bandeiras ou a capacidade de organizar os países por extensão territorial aos cinco anos? Deixe sua opinião nos comentários.

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Caio Aviz

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Caio Aviz.

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