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Aos 64 anos, Marcello Novaes revela que construiu uma casa para cada filho no terreno de sua mansão na Barra da Tijuca, deixando Diogo, de 31, e Pedro, de 29, morando separados, mas a dez passos da residência no Rio

Aos 64 anos, Marcello Novaes revela que construiu uma casa para cada filho no terreno de sua mansão na Barra da Tijuca, deixando Diogo, de 31, e Pedro, de 29, morando separados, mas a dez passos da residência no Rio

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Aos 64 anos, Marcello Novaes revela que construiu uma casa para cada filho no terreno de sua mansão na Barra da Tijuca, deixando Diogo, de 31, e Pedro, de 29, morando separados, mas a dez passos da residência no Rio

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 20/08/2026 às 10:23

Atualizado em 20/08/2026 às 10:24

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Marcello Novaes construiu uma casa para cada filho na Barra da Tijuca e mantém Diogo e Pedro a dez passos de sua residência no Rio.

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Marcello Novaes detalhou em 2026 como organizou o terreno da Barra da Tijuca para manter os filhos adultos por perto sem retirar a autonomia de cada um. O arranjo familiar, registrado publicamente desde 2022, aproxima as três moradias e permite convivência frequente entre pai, herdeiros e antigas companheiras no Rio.

Marcello Novaes revelou em uma entrevista divulgada em 2026 que construiu uma casa para cada um dos dois filhos no terreno de sua residência na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Diogo Novaes, de 31 anos, e Pedro Novaes, de 29, moram separadamente, mas ficam a dez passos da casa do pai.

O arranjo não começou a ser mencionado agora. Em fevereiro de 2022, o ator já dizia que os filhos moravam atrás de sua residência no Rio. O ano exato da construção das duas unidades não foi divulgado, mas esse registro permite afirmar que a proximidade residencial existe pelo menos desde 2022.

Casas dos filhos já faziam parte da rotina familiar

Marcello Novaes revelou em uma entrevista divulgada em 2026 que construiu uma casa para cada um dos dois filhos no terreno de sua residência na Barra da Tijuca

A configuração atual reúne três espaços independentes dentro do mesmo terreno: a residência de Marcello Novaes e uma unidade destinada a cada filho. A curta distância facilita encontros frequentes, enquanto Diogo Novaes e Pedro Novaes mantêm ambientes próprios e não precisam compartilhar a mesma casa.

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A reportagem publicada pela CARAS em 17 de agosto de 2026 apresentou o relato recente sobre as duas moradias. Já uma entrevista publicada por O Globo em 18 de fevereiro de 2022 registrava que os filhos viviam atrás da casa do ator. A cronologia confirma o arranjo até 2022, mas não determina quando as construções foram concluídas.

Na conversa divulgada em 2026, Marcello explicou que os filhos vivem separados e, ao mesmo tempo, permanecem sempre próximos. Ele classificou essa possibilidade como um privilégio, associando a organização do terreno à convivência familiar e não a uma tentativa de impedir a independência dos herdeiros.

Dez passos separam as três moradias na Barra da Tijuca

Marcello Novaes construiu uma casa para cada filho na Barra da Tijuca e mantém Diogo e Pedro a dez passos de sua residência no Rio.

A expressão usada por Marcello Novaes para descrever a distância foi direta: os filhos vivem a dez passos de sua casa. A medida não equivale a uma metragem técnica, mas comunica a proximidade entre os imóveis e ajuda a entender como encontros podem acontecer sem deslocamentos pela cidade.

O terreno fica na Barra da Tijuca, bairro da Zona Oeste carioca onde o ator mantém sua residência para a rotina no Rio. A fonte não informa a área total da propriedade, as dimensões das casas, o padrão das construções, o número de cômodos ou o custo da obra.

Também não foi detalhado se as unidades possuem acessos, medidores ou áreas externas completamente individualizados. O fato confirmado é que cada filho recebeu um espaço residencial próprio dentro da propriedade. A separação física preserva a privacidade, enquanto a distância reduzida mantém pai e filhos disponíveis para o convívio cotidiano.

Essa disposição diferencia proximidade de coabitação. Diogo Novaes e Pedro Novaes não ocupam quartos na residência principal nem dividem uma única moradia entre si. Cada um administra seu espaço, mas continua integrado à dinâmica familiar criada no terreno da Barra da Tijuca.

Diogo e Pedro mantêm vidas próprias perto do pai

Marcello Novaes construiu uma casa para cada filho na Barra da Tijuca e mantém Diogo e Pedro a dez passos de sua residência no Rio.

Diogo Novaes é o filho mais velho de Marcello Novaes e tinha 31 anos quando a reportagem foi publicada em agosto de 2026. Ele nasceu da antiga relação do ator com Sheyla Beta e desenvolveu atividades no meio musical, mantendo uma trajetória independente da residência do pai.

Pedro Novaes, de 29 anos naquele período, é filho de Marcello com Leticia Spiller. Ele seguiu a carreira de ator e ampliou a presença da família na televisão. Embora os dois irmãos trabalhem no meio artístico, a matéria não relaciona a construção das casas a necessidades profissionais específicas.

Os filhos adultos podem organizar horários e compromissos em unidades distintas. Ao mesmo tempo, a proximidade torna mais simples compartilhar refeições, visitas e períodos de descanso quando desejarem. O modelo descrito pelo ator combina independência residencial com uma rede familiar acessível.

A organização também evita a ideia de que permanecer perto dos pais significa necessariamente continuar na mesma casa. Na Barra da Tijuca, os três moram no mesmo terreno, porém em espaços separados. A convivência depende da escolha de cada um, não da falta de uma porta própria para fechar.

Relação com as mães dos filhos completa a estrutura familiar

Marcello Novaes também mantém contato próximo com Sheyla Beta e Leticia Spiller, mães de Diogo Novaes e Pedro Novaes. Em entrevista concedida em 2025, ele afirmou que as duas frequentavam sua casa, participavam de almoços e visitavam os filhos, preservando vínculos mesmo depois do fim dos relacionamentos.

O ator atribuiu essa convivência ao modo como os términos foram conduzidos e ao interesse comum pelos filhos. Segundo seu relato, a amizade entre os adultos passou a integrar o equilíbrio familiar que ele procurou construir ao longo dos anos.

As casas próximas ajudam a dar uma dimensão física a essa relação. Os filhos possuem autonomia, enquanto pai e mães continuam presentes sem ocupar permanentemente o mesmo espaço. A união mencionada por Marcello Novaes envolve disponibilidade e respeito às fronteiras de cada residência.

Não foram divulgadas regras de convivência, divisão de despesas ou frequência das visitas. Por isso, o arranjo não pode ser apresentado como fórmula universal para outras famílias. Ele representa a solução particular encontrada por Marcello, Diogo, Pedro e suas mães para manter os laços na vida adulta.

Ator divide o tempo entre o Rio e a Região Serrana

Embora mantenha a propriedade na Barra da Tijuca, Marcello Novaes também possui um sítio na Região Serrana do Rio de Janeiro. Desde o final de 2024, a área rural passou a ser apresentada como seu endereço principal, enquanto a casa carioca continua ligada à logística profissional e à proximidade dos filhos.

No sítio, o ator busca uma rotina mais silenciosa e dedica parte do tempo à marcenaria artesanal em uma oficina instalada na propriedade. O local também possui horta orgânica e árvores frutíferas, segundo as informações reunidas pela fonte principal.

A mudança de endereço principal não desfez a estrutura construída no Rio. Marcello continua transitando entre a Região Serrana e a capital, onde Diogo Novaes e Pedro Novaes permanecem próximos de sua residência. As duas propriedades atendem a necessidades diferentes: recolhimento no interior e convivência familiar na cidade.

A distância entre o sítio e a vizinhança mais próxima foi descrita como quase um quilômetro. Esse isolamento contrasta com os dez passos que separam as moradias na Barra da Tijuca, revelando duas formas de organizar o cotidiano: privacidade ampliada no campo e presença familiar imediata no Rio.

Pandemia influenciou a escolha por uma rotina no interior

Durante os primeiros meses da pandemia, Marcello Novaes permaneceu no sítio da Região Serrana com os filhos. Em entrevista de 2022, ele contou que os três passaram juntos os primeiros 120 dias daquele período e que, depois, ele permaneceu sozinho na propriedade.

O contato prolongado com a natureza alterou sua percepção sobre a quantidade de coisas necessárias para viver. A experiência ajudou a fortalecer a preferência pelo interior, onde o ator encontrou espaço para atividades manuais e uma rotina distante do movimento do Rio de Janeiro.

Essa etapa ocorreu antes de o sítio ser apontado, no final de 2024, como endereço principal. A sequência temporal mostra uma mudança gradual, não um abandono repentino da Barra da Tijuca. O ator manteve a residência urbana e preservou o terreno em que os filhos já viviam próximos.

A Região Serrana funciona ainda como espaço de encontro. Marcello relatou que costuma combinar períodos de convivência com os filhos no sítio ou durante viagens. Assim, a relação familiar não fica limitada às casas separadas no Rio, embora a curta distância facilite o contato durante a rotina urbana.

Proximidade residencial não eliminou a autonomia dos filhos

O ponto central do arranjo está na tentativa de equilibrar duas necessidades que podem entrar em conflito quando os filhos chegam à vida adulta. Marcello Novaes queria preservar a convivência, enquanto Diogo Novaes e Pedro Novaes precisavam de moradias próprias, compatíveis com suas rotinas e escolhas pessoais.

A solução foi usar o terreno para criar três núcleos residenciais próximos. Não foram informados os responsáveis pelos custos cotidianos, a propriedade formal de cada unidade ou o processo de planejamento das obras. Sem esses dados, a história deve ser entendida como um relato familiar, não como orientação imobiliária.

Em 2026, a configuração continuava sendo descrita pelo ator como um privilégio. O registro de 2022 comprova que a proximidade já existia havia pelo menos quatro anos quando a entrevista mais recente voltou a chamar atenção para as casas.

Marcello Novaes mantém os filhos próximos sem reuni-los na mesma casa

As duas unidades construídas no terreno permitiram que cada filho tivesse um endereço separado a poucos passos do pai. A estrutura permaneceu compatível com a rotina dividida de Marcello Novaes entre a Barra da Tijuca e a Região Serrana, além de facilitar a presença de Sheyla Beta e Leticia Spiller na convivência familiar.

O caso mostra uma escolha baseada em proximidade voluntária, preservação de vínculos e espaços individuais. Diogo e Pedro vivem separados, mas a distância de dez passos mantém a família ao alcance do cotidiano.

Você consideraria esse modelo uma boa forma de conciliar privacidade e convivência entre pais e filhos adultos? Conte nos comentários qual seria o principal benefício ou dificuldade desse arranjo.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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