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Aos 85 anos, fotógrafo aposentado passou a vender pudins na praia de Olinda para conseguir dinheiro para exames de saúde, foi filmado carregando caixas de isopor entre os banhistas, viralizou e passou a receber ajuda por Pix de pessoas de várias partes do Brasil

Aos 85 anos, fotógrafo aposentado passou a vender pudins na praia de Olinda para conseguir dinheiro para exames de saúde, foi filmado carregando caixas de isopor entre os banhistas, viralizou e passou a receber ajuda por Pix de pessoas de várias partes do Brasil

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Aos 85 anos, fotógrafo aposentado passou a vender pudins na praia de Olinda para conseguir dinheiro para exames de saúde, foi filmado carregando caixas de isopor entre os banhistas, viralizou e passou a receber ajuda por Pix de pessoas de várias partes do Brasil

Escrito por Carla Teles

Publicado em 13/08/2026 às 16:38

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Fotógrafo aposentado de 85 anos vende pudins em Olinda para pagar exames e, após viralizar, recebe ajuda por Pix. Imagem: Reprodução/Instagram/@jonathafelip.

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O fotógrafo aposentado Vital Maria da Costa, de 85 anos, começou a vender pudins na praia de Olinda para conseguir dinheiro para exames de saúde, foi filmado trabalhando entre os banhistas, viralizou nas redes sociais e passou a receber doações por Pix de pessoas de diferentes regiões do Brasil inteiro.

O fotógrafo aposentado Vital Maria da Costa, de 85 anos, passou a preparar e vender pudins na praia de Olinda, em Pernambuco, para complementar a renda e conseguir dinheiro para exames de saúde. No domingo, 9 de agosto de 2026, ele foi filmado enquanto caminhava entre os banhistas com duas caixas de isopor, e as imagens acabaram transformando uma rotina de trabalho em uma mobilização que alcançou pessoas de diferentes regiões do país.

As informações foram publicadas pelo Só Notícia Boa em 12 de agosto de 2026, depois que o vídeo gravado por Jonatha Felipe ganhou grande repercussão nas redes sociais. A publicação mostrou Seu Vital trabalhando vestido de calça, camisa social e boina, enquanto carregava os pudins preparados por ele próprio e mantinha seu número de Pix visível nas caixas para receber os pagamentos.

Fotógrafo aposentado começou a vender pudins para pagar exames

Imagem: Reprodução/Instagram/@jonathafelip.

A decisão de trabalhar na praia surgiu de uma necessidade concreta. Segundo a reportagem, Vital precisava aumentar a renda para cuidar da própria saúde e encontrou na produção de pudins uma maneira de levantar dinheiro enquanto aguardava a realização de exames particulares.

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O fotógrafo aposentado enfrenta problemas no quadril, dores de cabeça, hérnias e complicações renais. Como queria realizar alguns procedimentos sem depender exclusivamente da espera pelo atendimento público, passou a preparar os doces e oferecê-los diretamente às pessoas que frequentavam a praia de Olinda.

Fotografia já não garantia a mesma renda de antes

Vital construiu parte de sua vida profissional trabalhando com fotografia, mas a atividade já não proporcionava o mesmo retorno financeiro de outros períodos. Aos 85 anos, ele precisou encontrar outra forma de complementar a renda.

Foi nesse contexto que os pudins entraram em sua rotina. Mesmo com limitações físicas e idade avançada, ele passou a caminhar pela praia carregando os produtos, transformando uma receita preparada por ele mesmo em uma alternativa para conseguir o dinheiro necessário.

Cena foi registrada no Dia dos Pais

O encontro que mudaria a repercussão da história aconteceu em 9 de agosto, um domingo de Dia dos Pais. Jonatha Felipe estava na praia quando percebeu Vital circulando entre os banhistas e decidiu registrar a cena.

No vídeo, o idoso aparece trabalhando de maneira discreta, carregando duas caixas de isopor. A imagem de um homem de 85 anos procurando clientes na areia chamou atenção justamente pela simplicidade da situação, sem qualquer estrutura comercial além dos doces, das caixas e do número do Pix.

Duas caixas de isopor carregavam os pudins

As caixas transportadas por Vital continham os pudins produzidos pelo próprio aposentado. A rotina exigia que ele caminhasse entre os frequentadores da praia enquanto oferecia os produtos.

O detalhe que posteriormente facilitaria a mobilização também estava nas caixas: o número do Pix utilizado por Vital para receber os pagamentos estava exposto ali, permitindo que pessoas que assistiram ao vídeo posteriormente contribuíssem mesmo sem estar em Olinda.

Vídeo rapidamente ganhou milhões de visualizações

Depois de publicado no Instagram, o registro começou a circular com rapidez. Segundo o Só Notícia Boa, a publicação chegou perto de 3 milhões de visualizações, ampliando a história muito além dos frequentadores daquela praia.

A repercussão mudou completamente a escala da venda. Antes, Vital dependia essencialmente das pessoas que encontrava durante o trabalho; depois do vídeo, milhares de usuários passaram a conhecer sua história sem sequer estar em Pernambuco.

Pix transformou compradores em apoiadores

Com a circulação das imagens, começaram a chegar transferências diretamente para a conta de Vital. Muitas pessoas passaram a enviar dinheiro como forma de apoio, sem necessariamente receber um pudim em troca.

O volume surpreendeu o fotógrafo aposentado, que estava acostumado a acompanhar os pagamentos dos clientes. Ele explicou que normalmente observava quem havia enviado o Pix para poder lembrar dessas pessoas em suas orações.

Valor recebido superou as vendas realizadas

A diferença entre aquilo que Vital efetivamente vendeu e o dinheiro que entrou na conta chamou sua atenção. Segundo o próprio aposentado, o total recebido foi muito superior ao que corresponderia à quantidade de pudins comercializados.

Isso deixou claro que o Pix havia deixado de funcionar apenas como meio de pagamento e se transformado em uma corrente espontânea de ajuda, formada por pessoas que conheceram sua história por meio das redes sociais.

Ajuda chegou de diferentes partes do Brasil

Video: Reprodução/Instagram/@jonathafelip.

A repercussão não ficou restrita a Olinda ou a Pernambuco. A matéria relata que pessoas de diferentes regiões do país fizeram transferências para o aposentado depois de assistir ao vídeo.

Para Vital, a mudança foi repentina. Em poucos dias, uma atividade realizada localmente na praia passou a receber apoio nacional, mostrando a capacidade das redes sociais de ampliar histórias individuais de maneira muito rápida.

Exames de saúde continuam entre as prioridades

A razão original para começar a vender pudins permanece diretamente ligada à saúde. Vital afirmou que pretende usar parte do dinheiro recebido para verificar quais tratamentos e exames poderá realizar.

O objetivo inicial nunca foi transformar a venda de doces em um grande negócio. O trabalho apareceu como uma solução prática para conseguir recursos destinados aos cuidados médicos, diante das dificuldades que ele relatou enfrentar.

Problemas no quadril tornam o trabalho ainda mais difícil

Entre as condições mencionadas estão problemas no quadril, algo especialmente relevante quando se considera que o trabalho envolve caminhar pela areia carregando caixas.

Além disso, a reportagem cita dores de cabeça, hérnias e complicações renais. A soma desses problemas ajuda a dimensionar o esforço físico exigido de alguém com 85 anos para continuar gerando renda, sobretudo em um ambiente como uma praia.

Fotógrafo aposentado também sonha com casa própria

Video: Reprodução/Instagram/@dra.anajulialeal.

Depois da grande repercussão, Vital revelou que possui outro desejo além dos cuidados médicos. Ele gostaria de conseguir comprar uma pequena casa, pois atualmente vive na residência de um parente.

A possibilidade apareceu somente depois que as doações começaram a chegar. Antes da viralização, a preocupação imediata estava concentrada nos exames e nas despesas de saúde, mas o apoio ampliou as perspectivas do aposentado.

Mesmo com ajuda, Vital não quer parar de trabalhar

A mobilização poderia significar uma pausa definitiva no trabalho, mas Vital afirmou que não pretende ficar parado. Entre as possibilidades mencionadas por ele está a ideia de montar futuramente uma banca de frutas.

A disposição reforça uma característica que chamou a atenção de quem acompanhou o caso. Mesmo depois de receber ajuda suficiente para aliviar parte da pressão financeira, ele continua pensando em maneiras de trabalhar e produzir sua própria renda.

Campanha criou ideia de “pudim virtual”

Com o aumento da repercussão, Jonatha Felipe e outros perfis que passaram a divulgar o caso começaram a estimular uma espécie de “pudim virtual”. A ideia era permitir que pessoas de longe contribuíssem como se estivessem comprando um dos doces.

Na prática, a iniciativa transformou a venda física em uma campanha digital. O produto permaneceu como símbolo da história, mas a colaboração deixou de depender da presença do comprador na praia, ampliando consideravelmente o alcance da ajuda.

Redes sociais mudaram a escala da história em poucos dias

Até o momento da gravação, Vital era apenas um vendedor circulando pela praia de Olinda. Depois da publicação, passou a ser reconhecido por milhares de pessoas que acompanharam as imagens pela internet.

A mudança mostra como uma situação cotidiana pode ganhar outra dimensão quando registrada e compartilhada. O que começou com duas caixas de isopor e alguns pudins terminou mobilizando pessoas que provavelmente nunca encontrariam Vital pessoalmente.

Aposentado gravou novo vídeo para agradecer

Após perceber o tamanho da mobilização, Vital voltou às redes sociais, desta vez para agradecer às pessoas que decidiram ajudá-lo. A reação mostrou que ele também acompanhava o impacto produzido pelo primeiro registro.

O fotógrafo aposentado demonstrou surpresa com o número de contribuições e com os valores recebidos. Para alguém que começou a trabalhar buscando apenas recursos para determinados exames, a resposta nacional ocorreu em uma proporção que ele não esperava.

História mistura trabalho, saúde e solidariedade

O caso de Vital não se resume apenas a uma venda de pudins nem somente a uma campanha de doações. Ele reúne aposentadoria, dificuldades de renda, problemas de saúde, disposição para trabalhar e a capacidade das redes sociais de mobilizar desconhecidos.

Ao mesmo tempo, a história expõe como despesas médicas podem levar pessoas idosas a buscar novas fontes de renda mesmo depois de décadas de trabalho, enquanto mostra a resposta solidária que surgiu depois que aquela realidade se tornou pública.

Fotógrafo aposentado saiu da praia com uma história conhecida pelo Brasil

Vital Maria da Costa saiu de casa para vender pudins como vinha fazendo e tentar conseguir dinheiro para cuidar da saúde. Naquele domingo, porém, um vídeo transformou o alcance daquele trabalho: o fotógrafo aposentado de 85 anos passou de vendedor conhecido por alguns banhistas a personagem de uma mobilização acompanhada por milhões de pessoas.

As contribuições recebidas por Pix agora podem ajudá-lo a realizar exames e cuidar dos problemas que o levaram à praia, enquanto ele próprio afirma que ainda pretende continuar trabalhando. Para você, o que mais chama atenção nessa história: a disposição de Vital para trabalhar aos 85 anos ou a mobilização de desconhecidos depois que o vídeo viralizou? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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