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Até 80 metros abaixo da superfície, cidade subterrânea de Singapura prevê cavernas para pesquisa, laboratórios e centros de dados, com ventilação própria, rotas de fuga pressurizadas e economia estimada de até 30% na refrigeração

Até 80 metros abaixo da superfície, cidade subterrânea de Singapura prevê cavernas para pesquisa, laboratórios e centros de dados, com ventilação própria, rotas de fuga pressurizadas e economia estimada de até 30% na refrigeração

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Até 80 metros abaixo da superfície, cidade subterrânea de Singapura prevê cavernas para pesquisa, laboratórios e centros de dados, com ventilação própria, rotas de fuga pressurizadas e economia estimada de até 30% na refrigeração

Escrito por Fabio Lucas Carvalho

Publicado em 10/08/2026 às 06:48

Atualizado em 10/08/2026 às 06:51

Ciência e Tecnologia

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Descubra a inovadora cidade subterrânea de Singapura, projetada para pesquisa científica e economia de energia.

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Singapura planeja uma cidade subterrânea voltada à ciência, com laboratórios e centros de dados entre 30 e 80 metros de profundidade. Ainda em fase conceitual, o projeto prevê soluções avançadas de engenharia e economia de energia de até 30% na refrigeração.

Cidade subterrânea prevê grandes estruturas entre 30 e 80 metros

De acordo com o geopo, a Cidade Subterrânea da Ciência de Singapura, chamada de USC, foi projetada como um complexo de alta tecnologia abaixo da superfície, destinado principalmente a atividades de pesquisa biomédica, desenvolvimento científico e armazenamento e processamento de dados.

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A proposta prevê escavações entre aproximadamente 30 e 80 metros de profundidade. Apesar das características detalhadas apresentadas para a estrutura, o projeto permanece em fase conceitual e ainda está longe de ser totalmente concretizado.

Para abrir os espaços subterrâneos, estão previstas técnicas como perfuração e detonação, além do emprego de máquinas tuneladoras com escudo fechado, conhecidas como TBMs, capazes de operar diante das pressões hidrostáticas encontradas no subsolo.

As cavernas principais exigiriam estruturas de sustentação formadas por cabos de protensão e revestimentos de concreto projetado reforçado com fibras. Sistemas de fibra óptica seriam usados para monitorar continuamente as condições estruturais.

Ventilação e segurança fazem parte do projeto

A proposta também inclui sistemas integrados de ventilação e ar condicionado conectados a dutos verticais. O objetivo é manter a troca de ar nos ambientes subterrâneos e contribuir para o controle térmico das instalações.

Na proteção contra incêndios, o planejamento prevê pressurização das rotas de fuga. O isolamento térmico dos espaços subterrâneos também faz parte das características consideradas para a estrutura.

Um dos objetivos associados ao projeto é liberar terrenos na superfície. Segundo o planejamento apresentado, essas áreas poderiam ser destinadas a parques, habitação e infraestrutura social.

O complexo também foi pensado para aproveitar sua proximidade com universidades e centros de pesquisa, concentrando atividades relacionadas a engenharia, tecnologia da informação, ciência e setores como tecnologia avançada e farmacêutico.

Economia de energia pode chegar a 30% na refrigeração

A estabilidade térmica natural do subsolo é apontada como uma das principais vantagens ambientais da USC. Por estar protegida da radiação solar direta, a instalação teria menor necessidade de refrigeração do que construções equivalentes acima do solo.

A estimativa apresentada indica uma economia de energia entre 20% e 30% nos sistemas de refrigeração dos data centers.

O planejamento ainda contempla sistemas de recuperação de calor residual para uso industrial e redes de água em circuito fechado.

A fase de escavação, porém, exigiria grandes quantidades de concreto e aço, além do gerenciamento dos detritos rochosos, resultando inicialmente em uma elevada pegada de carbono.

A proposta considera que os ganhos de eficiência durante a vida útil da estrutura poderiam compensar esse impacto inicial. Até o momento, entretanto, a Cidade Subterrânea da Ciência permanece como um projeto conceitual, sem estar totalmente concretizada.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Fabio Lucas Carvalho.

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