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Babá brasileira que cuida de filhos da elite nos Estados Unidos chega a receber R$ 1 milhão por ano atendendo famílias de celebridades e bilionários

Babá brasileira que cuida de filhos da elite nos Estados Unidos chega a receber R$ 1 milhão por ano atendendo famílias de celebridades e bilionários

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Babá brasileira que cuida de filhos da elite nos Estados Unidos chega a receber R$ 1 milhão por ano atendendo famílias de celebridades e bilionários

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 19/08/2026 às 12:20

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Helena Heames, babá brasileira de elite nos EUA, chegou a receber R$ 1 milhão por ano cuidando de filhos de celebridades e bilionários.

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Helena Heames, brasileira de 43 anos, construiu carreira como babá de elite nos Estados Unidos e chegou a receber R$ 1 milhão por ano cuidando de filhos de celebridades e bilionários. O trabalho inclui processos seletivos rigorosos, viagens de luxo, organização de equipes e rotina das crianças de famílias milionárias.

A brasileira Helena Heames, de 43 anos, chegou a receber R$ 1 milhão por ano trabalhando como babá para famílias de alto poder aquisitivo nos Estados Unidos. A carreira colocou a profissional dentro de um mercado que atende celebridades e bilionários e exige muito mais do que os cuidados básicos com crianças.

Segundo reportagem publicada pela Revista Oeste em 24 de dezembro de 2025, com informações noticiadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, Helena conquistou espaço no segmento de serviços domésticos de alto padrão. Esse mercado reúne também mordomos, governantas, motoristas, chefs e assistentes e existe há décadas nos Estados Unidos.

Helena Heames chegou a ganhar R$ 1 milhão por ano como babá de elite

Helena Heames, babá brasileira de elite nos EUA, chegou a receber R$ 1 milhão por ano cuidando de filhos de celebridades e bilionários.

A remuneração alcançada por Helena coloca em números o tamanho desse nicho. A brasileira chegou a receber R$ 1 milhão por ano cuidando dos filhos de famílias que estão entre as mais ricas e conhecidas dos Estados Unidos.

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O trabalho também vinha acompanhado de experiências que dificilmente fazem parte da rotina de uma babá convencional. Helena frequentou resorts de luxo, viajou de jatinho, dirigiu carros exclusivos e conviveu com celebridades presentes em tapetes vermelhos.

Ex-patroa mostrou reportagem que comparava seleção com entrada em Harvard

Helena contou que descobriu esse mercado quando uma ex-patroa lhe mostrou uma reportagem sobre o nível de exigência das contratações. O texto dizia que ser escolhida como babá de luxo era mais difícil do que entrar em Harvard.

A brasileira confirmou que os processos seletivos são minuciosos. As famílias procuram profissionais capazes de assumir responsabilidades amplas dentro de rotinas altamente estruturadas e submetem os candidatos a diferentes etapas antes da contratação.

Seleção pode incluir histórico de vida, testes e checagem criminal

Helena comparou o processo de contratação a uma investigação do FBI. A seleção pode envolver análise completa do histórico pessoal, avaliações psicológicas e comportamentais, testes práticos e simulações de rotina.

As famílias também realizam checagens criminais e entrevistas com integrantes da casa e consultores externos. O objetivo é avaliar tanto a experiência profissional quanto o comportamento de quem terá contato cotidiano com as crianças.

Salário inicial podia passar de US$ 100 mil por ano

O nível de qualificação permitiu que Helena negociasse condições incomuns em outros segmentos do trabalho doméstico. Segundo a reportagem, ela conseguia definir salário inicial superior a US$ 100 mil por ano.

Helena também podia escolher o local em que trabalharia e até definir sua jornada. Ao longo da carreira nos Estados Unidos, passou por Califórnia, Nova York e Los Angeles, conforme relata a fonte.

Primeiros-socorros e desenvolvimento infantil pesavam na contratação

Helena atribuiu parte do sucesso profissional à capacidade de manter a calma sob pressão, além dos padrões elevados de organização e cuidado exigidos dentro das casas.

Certificações também funcionavam como diferenciais. A brasileira destacou qualificações em primeiros-socorros, segurança, desenvolvimento infantil e cultura entre os conhecimentos valorizados pelas famílias ricas durante os processos seletivos.

Família Kardashian esteve entre os empregadores da brasileira

Entre os nomes de fama internacional para os quais Helena trabalhou estava a família Kardashian. A profissional, porém, preferiu não revelar detalhes da convivência.

Helena resumiu sua postura diante da proximidade com pessoas famosas ao afirmar: “Nunca fiz selfie, nem pedi para tirar foto”. A discrição aparece como parte da conduta mantida durante os anos no segmento.

Trabalho ia muito além de acompanhar as crianças

As responsabilidades de Helena envolviam a organização de compromissos e a coordenação de outras pessoas que participavam da rotina familiar. Ela precisava articular equipes de motoristas e seguranças, além de manter o planejamento diário funcionando.

O cuidado direto com as crianças abrangia sono, alimentação, estudos e lazer. A rotina era organizada minuciosamente, o que colocava a babá em uma função próxima da gestão de diferentes aspectos da vida dos filhos dos empregadores.

Outra babá brasileira recebia US$ 180 mil anuais em 2012

Helena não foi a única brasileira a alcançar remunerações elevadas nesse mercado. Uma reportagem do The New York Times, publicada em 2012, destacou o caso da babá brasileira Zenaide Munetton.

Zenaide recebia US$ 180 mil por ano, quantia descrita como quase duas vezes maior do que a remuneração de recém-formados em MBA nas principais universidades norte-americanas naquele período.

Mercado brasileiro já oferece salários de até R$ 60 mil por mês

O segmento de serviços domésticos de alto padrão também cresce no Brasil, segundo a reportagem. Profissionais qualificados podem alcançar remunerações de até R$ 60 mil mensais.

A atuação nesse mercado não se restringe às babás. Mordomos, governantas, chefs, motoristas e assistentes também aparecem entre os profissionais contratados por famílias que demandam serviços especializados.

Vaga em Manhattan oferecia até US$ 35 por hora

O mercado norte-americano continuava oferecendo oportunidades com remunerações expressivas na época da publicação. Uma vaga recente em Manhattan pagava entre US$ 30 e US$ 35 por hora.

A reportagem converteu esse valor para uma remuneração mensal entre R$ 26 mil e R$ 31 mil. Outra oportunidade citada chegava a oferecer até R$ 462 mil por ano.

Helena agora investe em consultoria de educação parental

Helena mora nos Estados Unidos com a filha e o marido norte-americano e passou a direcionar a experiência acumulada para uma nova etapa profissional. Ela investe em uma consultoria voltada à educação parental.

A brasileira também planeja formar outros cuidadores de alto padrão e compartilhar conhecimento sobre o setor. Desde outubro, passou a publicar dicas nas redes sociais relacionadas à atividade.

Experiência com crianças continua sendo apontada como requisito central

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Helena afirma que a base para entrar nesse mercado continua sendo uma característica elementar: gostar de crianças e ter paciência com elas. As certificações, a organização e a capacidade de lidar com pressão se somam a esse perfil.

O mercado descrito pela reportagem combina salários elevados com processos seletivos rigorosos e responsabilidades que ultrapassam o cuidado cotidiano. No caso de Helena Heames, essa trajetória chegou ao patamar de R$ 1 milhão por ano antes da mudança para a consultoria de educação parental.

Para você, salários desse nível são compatíveis com o grau de responsabilidade e exigência imposto às babás que trabalham para famílias de celebridades e bilionários? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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