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Bezerro nasce com três orelhas em Minas Gerais, tem uma delas nas costas e veterinário explica rara má-formação surgida ainda no início da gestação

Bezerro nasce com três orelhas em Minas Gerais, tem uma delas nas costas e veterinário explica rara má-formação surgida ainda no início da gestação

MG

4 min de leitura

Bezerro nasce com três orelhas em Minas Gerais, tem uma delas nas costas e veterinário explica rara má-formação surgida ainda no início da gestação

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 05/08/2026 às 00:04

Curiosidades

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Bezerro nasceu com três orelhas em Coromandel, Minas Gerais; segundo o veterinário Enrico Ortolani, a estrutura extra nas costas não possui função auditiva.

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Bezerro encontrado em propriedade rural de Coromandel chamou atenção pela terceira orelha nas costas, uma rara má-formação congênita sem função auditiva.

Um nascimento incomum chamou a atenção em uma propriedade rural de Coromandel, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

Um bezerro nasceu com três orelhas, sendo que uma delas surgiu em uma região completamente inesperada: as costas do animal.

A estrutura adicional apresenta aparência externa semelhante à de uma orelha comum.

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Sua localização, porém, torna a ocorrência ainda mais rara.

Segundo o médico-veterinário Enrico Ortolani, o caso corresponde a uma má-formação congênita, desenvolvida enquanto o animal ainda estava em formação.

Má-formação teria surgido no início da gestação

A explicação para a terceira orelha está relacionada ao desenvolvimento embrionário do bezerro.

Segundo Enrico Ortolani, a alteração provavelmente ocorreu durante os primeiros 45 dias de gestação da vaca.

Esse desenvolvimento incomum acabou permitindo a formação de uma estrutura semelhante a uma orelha fora de sua posição habitual.

A terceira orelha apareceu diretamente nas costas do animal.

O especialista classifica esse tipo de ocorrência como muito raro, principalmente devido à localização da estrutura adicional.

Orelha nas costas está formada, mas não consegue ouvir

A aparência da terceira orelha pode sugerir que ela funcione normalmente.

A realidade, entretanto, é diferente.

Segundo Ortolani, a estrutura apresenta formação externa completa, mas não possui os componentes internos necessários para desempenhar função auditiva.

A orelha adicional, portanto, não consegue captar sons.

Essa característica também mostra que uma estrutura aparentemente formada não necessariamente possui todos os componentes necessários para funcionar.

Condição não deve prejudicar o bezerro

A presença da terceira orelha chama atenção visualmente, porém não deve comprometer a qualidade de vida do animal.

Segundo a avaliação apresentada pelo médico-veterinário, o bezerro pode conviver normalmente com a má-formação.

Problemas de saúde diretamente relacionados à estrutura adicional também não são esperados.

A condição, dessa forma, representa principalmente uma alteração física incomum.

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Viviane Alves

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Terceira orelha não deve passar para descendentes

Outra questão envolve a possibilidade de essa característica aparecer em futuros descendentes do animal.

Segundo Enrico Ortolani, a má-formação não deve ser transmitida para outras gerações.

A explicação está no próprio tipo de alteração observada.

O caso corresponde a uma má-formação congênita e não representa necessariamente uma mudança genética hereditária.

A existência da terceira orelha, portanto, não significa que descendentes do bezerro apresentariam a mesma condição.

Cirurgia pode retirar estrutura adicional

A terceira orelha pode permanecer no animal caso não provoque problemas.

O produtor também pode optar pela retirada da estrutura.

Nesse cenário, qualquer cirurgia deve ser realizada com acompanhamento de um médico-veterinário qualificado.

A orientação profissional permite avaliar corretamente a condição do animal e a possibilidade de realização do procedimento.

Caso chama atenção pela localização extremamente incomum

O nascimento do bezerro ganhou destaque principalmente porque a terceira orelha não apareceu próxima às outras duas.

A estrutura surgiu nas costas, característica apontada pelo especialista como ainda mais rara.

Externamente, a orelha apresenta formação completa.

Internamente, entretanto, faltam as estruturas responsáveis pela audição.

A condição também não deve provocar prejuízos à qualidade de vida do bezerro, segundo a avaliação veterinária apresentada.

O que explica o nascimento do bezerro com três orelhas?

A explicação central está no desenvolvimento do animal ainda durante a gestação.

Segundo Enrico Ortolani, uma alteração ocorrida provavelmente nos primeiros 45 dias de desenvolvimento embrionário resultou na má-formação.

O animal nasceu, assim, com duas orelhas em suas posições habituais e uma estrutura adicional localizada nas costas.

Apesar da aparência incomum, a terceira orelha não possui função auditiva e não deve comprometer a vida do bezerro.

A possibilidade de transmissão da característica para descendentes também não é esperada, pois o caso não corresponde necessariamente a uma alteração genética hereditária.

A data exata do nascimento não foi informada no relato disponível.

O que você faria se encontrasse um bezerro com uma terceira orelha nas costas: manteria a estrutura ou buscaria orientação veterinária para retirá-la? Deixe sua opinião!


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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