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Brasil envia 19 toneladas de arroz à Colômbia em um KC-390 da FAB após terremoto de magnitude 7,4 atingir o país, usa estoques públicos administrados pela Conab e afirma que a operação humanitária foi planejada para não comprometer o abastecimento de alimentos no mercado brasileiro

Brasil envia 19 toneladas de arroz à Colômbia em um KC-390 da FAB após terremoto de magnitude 7,4 atingir o país, usa estoques públicos administrados pela Conab e afirma que a operação humanitária foi planejada para não comprometer o abastecimento de alimentos no mercado brasileiro

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Brasil envia 19 toneladas de arroz à Colômbia em um KC-390 da FAB após terremoto de magnitude 7,4 atingir o país, usa estoques públicos administrados pela Conab e afirma que a operação humanitária foi planejada para não comprometer o abastecimento de alimentos no mercado brasileiro

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 21/08/2026 às 07:40

Atualizado em 21/08/2026 às 07:41

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Brasil envia 19 toneladas de arroz à Colômbia em KC-390 da FAB após terremoto de magnitude 7,4 e afirma que abastecimento nacional será preservado. (IMAGEM ILUSTRATIVA)

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Brasil enviou 19 toneladas de arroz à Colômbia em um KC-390 da FAB após terremoto de magnitude 7,4. A carga saiu de estoques públicos administrados pela Conab e deve chegar em 21 de agosto. O governo afirma que a operação foi planejada sem comprometer o abastecimento brasileiro de alimentos interno.

O Brasil enviou 19 toneladas de arroz à Colômbia em uma aeronave cargueira KC-390 da Força Aérea Brasileira (FAB) depois que um terremoto de magnitude 7,4 atingiu o país vizinho. A missão foi organizada em resposta ao pedido colombiano de ajuda humanitária após o desastre ocorrido em 10 de agosto.

As informações foram publicadas pela correio braziliense. O carregamento deve chegar à Colômbia nesta sexta-feira, 21 de agosto, e reúne alimentos provenientes de estoques públicos brasileiros, com a operação logística coordenada pelas autoridades responsáveis pela entrega da assistência.

Terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia em 10 de agosto

O envio brasileiro ocorre depois do terremoto de magnitude 7,4 registrado em 10 de agosto no território colombiano. Diante dos impactos provocados pelo desastre natural, o país pediu ajuda humanitária.

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O governo brasileiro respondeu ao chamado com o envio de suprimentos destinados às vítimas. O arroz transportado pela FAB integra essa assistência emergencial.

KC-390 da FAB transporta as 19 toneladas de arroz

A logística aérea ficou a cargo de um KC-390 da Força Aérea Brasileira, aeronave utilizada para transportar o carregamento até a Colômbia.

Ao todo, a missão leva 19 toneladas de arroz. As autoridades brasileiras organizaram o transporte com o objetivo de fazer com que os suprimentos chegassem rapidamente às pessoas afetadas pelo terremoto.

Carregamento deve chegar à Colômbia em 21 de agosto

A previsão informada é de que a doação brasileira chegue ao destino na sexta-feira, 21 de agosto.

A entrega representa a etapa final da operação de transporte preparada depois do pedido colombiano. O material deverá ser destinado à população atingida pela emergência.

Arroz saiu de estoques públicos do governo brasileiro

As 19 toneladas enviadas não foram adquiridas especificamente no mercado para a missão. O arroz pertence aos estoques públicos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Esses alimentos fazem parte das reservas mantidas sob responsabilidade pública e foram disponibilizados para a operação humanitária destinada à Colômbia.

Conab é responsável pela gestão dos alimentos utilizados na doação

A administração desses estoques cabe à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A participação da Conab está relacionada à gestão do arroz utilizado na ajuda. O transporte internacional, por sua vez, foi realizado com apoio da FAB e coordenado pelas autoridades brasileiras envolvidas na missão.

Governo diz que retirada foi planejada para preservar abastecimento brasileiro

O governo federal afirmou que a seleção e o envio das 19 toneladas de arroz foram planejados para que a ajuda internacional não prejudicasse a distribuição de alimentos dentro do Brasil.

A organização da doação levou em consideração a manutenção do abastecimento nacional. Segundo o governo, a intenção foi prestar assistência à Colômbia sem comprometer a segurança alimentar da população brasileira.

Operação combina ajuda externa com manutenção dos estoques internos

O planejamento buscou conciliar dois objetivos: disponibilizar alimentos para as vítimas do terremoto colombiano e manter a capacidade de atendimento do mercado interno brasileiro.

A posição apresentada pelo governo é de que a quantidade retirada dos estoques públicos permite realizar a missão humanitária sem provocar comprometimento do abastecimento nacional.

Brasil enquadra missão na cooperação com países parceiros

A operação faz parte das iniciativas brasileiras de cooperação com nações parceiras, especialmente na América do Sul.

O envio de alimentos após o pedido colombiano também é tratado pelo governo como uma demonstração de solidariedade diante de uma emergência que exige mobilização rápida de suprimentos.

Governo brasileiro diz estar disposto a continuar colaborando

O Brasil reiterou apoio ao governo e à população da Colômbia depois do terremoto. A disposição manifestada não ficou limitada ao carregamento transportado pelo KC-390.

Em comunicado, o governo brasileiro afirmou que está disponível para continuar colaborando com as autoridades colombianas nas ações de resposta ao terremoto, conforme suas capacidades.

Missão leva 19 toneladas sem previsão de impacto no mercado brasileiro

A ajuda humanitária à Colômbia segue com 19 toneladas de arroz provenientes dos estoques públicos administrados pela Conab e transportadas por um KC-390 da FAB. A previsão era de chegada ao país em 21 de agosto, depois do terremoto de magnitude 7,4 ocorrido no dia 10.

O governo sustenta que a operação foi estruturada para não comprometer o abastecimento interno e mantém aberta a possibilidade de novas formas de colaboração com as autoridades colombianas, desde que compatíveis com a capacidade brasileira.

Na sua opinião, o Brasil deve continuar utilizando parte de seus estoques públicos para prestar ajuda humanitária a países vizinhos em grandes desastres quando o abastecimento nacional estiver preservado? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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