Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Cachorro passa quase duas semanas na porta de uma UPA de Goiânia após perder o tutor, conquista pacientes e funcionários, ganha o apelido de Dipirona e termina a história no sofá de uma nova família

Cachorro passa quase duas semanas na porta de uma UPA de Goiânia após perder o tutor, conquista pacientes e funcionários, ganha o apelido de Dipirona e termina a história no sofá de uma nova família

5 min de leitura

Cachorro passa quase duas semanas na porta de uma UPA de Goiânia após perder o tutor, conquista pacientes e funcionários, ganha o apelido de Dipirona e termina a história no sofá de uma nova família

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 08/08/2026 às 16:37

Curiosidades

Canal

Após permanecer por quase duas semanas próximo à UPA Jardim América, em Goiânia, Dipirona ganhou um novo lar e passou a viver com Tânia Vieira e sua família.

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Cão permaneceu na entrada da UPA Jardim América após a morte do antigo tutor, recebeu cuidados de pacientes e funcionários e acabou adotado por Tânia Vieira.

Um cachorro chamou atenção em Goiânia depois de permanecer durante quase duas semanas na entrada da UPA Jardim América.

O animal havia chegado ao local acompanhando seu antigo tutor, um idoso em situação de rua que passou mal e precisou de atendimento médico.

O homem foi levado de ambulância até a unidade de saúde, mas morreu após dar entrada no local.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

O cachorro permaneceu nas proximidades da UPA depois da morte do tutor e passou a fazer parte da rotina de funcionários e pacientes.

Comida, água e carinho começaram a ser oferecidos por pessoas que circulavam pela unidade.

O verdadeiro nome do animal era desconhecido. A convivência dentro da UPA acabou dando origem ao apelido que ganhou repercussão: Dipirona.

A história teve um novo capítulo em 22 de julho de 2026, quando Tânia Vieira decidiu acolher o cachorro e levá-lo para casa.

As informações sobre o caso foram divulgadas pelo Jornal Opção, Diário da Manhã, Portal 6 e pela ONG SOS Animal.

Cachorro chegou à UPA acompanhando o antigo tutor

A história começou quando o tutor de Dipirona passou mal e precisou receber atendimento médico em Goiânia.

O homem era idoso, vivia em situação de rua e foi transportado de ambulância até a UPA Jardim América.

O cachorro acompanhou o deslocamento e permaneceu próximo da unidade enquanto o tutor era atendido.

O idoso morreu depois de chegar à UPA, deixando o animal sem a companhia com a qual havia chegado ao local.

A rotina do cachorro mudou a partir daquele momento.

Dipirona passou a permanecer próximo da entrada da unidade durante o dia e também durante a noite.

Sandra Barbosa, paciente da UPA, contou que o homem não estava acompanhado por familiares.

Segundo o relato, o cachorro era a única companhia do idoso naquele momento.

A permanência do animal próximo à unidade se estendeu por aproximadamente duas semanas.

Apelido Dipirona surgiu dentro da própria unidade de saúde

O nome verdadeiro do cachorro não era conhecido por quem frequentava a UPA Jardim América.

Funcionários e pacientes decidiram, então, criar uma maneira carinhosa de identificá-lo durante sua permanência no local.

Dipirona passou a ser o apelido utilizado pelas pessoas que conviviam diariamente com o animal.

A escolha fazia referência ao ambiente da própria unidade de saúde.

Sandra Barbosa relatou que o cachorro permanecia na região durante praticamente todo o dia.

A paciente também descreveu Dipirona como um animal bastante carinhoso.

Funcionários e pacientes começaram a cuidar do cachorro

A presença constante de Dipirona começou a chamar atenção dentro e fora da unidade.

Pessoas que circulavam pela UPA passaram a oferecer comida, água e carinho ao animal.

O cachorro acabou conquistando funcionários e pacientes pela personalidade dócil apresentada durante sua permanência no local.

A rotina de cuidados ajudou Dipirona durante os dias em que permaneceu próximo à entrada da unidade de saúde.

A história também começou a ganhar repercussão entre pessoas que acompanhavam a situação.

O caso chegou posteriormente até pessoas interessadas em encontrar uma nova casa para o animal.

Recomendado para você

Curiosidades

Vagalumes estão desaparecendo diante dos nossos olhos: Brasil abriga cerca de 500 espécies, mas perda de habitat, agrotóxicos e luz artificial estão tornando cada vez mais raro o espetáculo natural que iluminou noites por gerações

Pesquisas científicas colocam perda de habitat, pesticidas e poluição luminosa entre as principais ameaças aos vagalumes e acendem alerta para centenas de espécies brasileiras.

Um dos espetáculos naturais mais conhecidos das…

Viviane Alves

0

ONG SOS Animal participa da mobilização

A repercussão da história ampliou a mobilização em torno do cachorro.

A ONG SOS Animal participou das ações relacionadas ao acolhimento de Dipirona.

O objetivo naquele momento era encontrar uma família disposta a oferecer um novo lar ao animal.

Uma pessoa interessada na adoção apareceu após a divulgação do caso.

Tânia Vieira decidiu abrir sua casa para Dipirona e assumiu os cuidados com o cachorro.

A adoção marcou o encerramento do período vivido pelo animal nas proximidades da UPA Jardim América.

Dipirona ganha uma nova família em julho de 2026

A mudança aconteceu em 22 de julho de 2026.

Tânia Vieira foi responsável por buscar Dipirona e levá-lo para sua nova casa.

O cachorro passou da entrada da UPA para a rotina de uma família.

A ONG SOS Animal comemorou publicamente o desfecho e informou que o animal havia encontrado um lar.

Imagens divulgadas posteriormente mostraram Dipirona dentro da residência.

O cachorro apareceu confortável no sofá e interagindo com Tânia e a filha dela.

A adaptação começou pouco depois da chegada à nova casa.

Do portão da UPA ao sofá de uma casa

A trajetória de Dipirona reuniu diferentes momentos ao longo de aproximadamente duas semanas.

O cachorro chegou à UPA acompanhando o tutor, permaneceu no local após a morte do idoso e recebeu cuidados de pessoas que frequentavam a unidade.

Pacientes e funcionários passaram a fazer parte da rotina do animal durante esse período.

O apelido Dipirona também nasceu dessa convivência dentro da UPA Jardim América.

A repercussão posteriormente permitiu que o cachorro chegasse até Tânia Vieira.

A nova família encerrou o período de permanência do animal próximo à unidade de saúde.

Uma história marcada pela ligação entre cachorro e tutor

O caso ganhou repercussão pela permanência de Dipirona no mesmo local onde havia acompanhado seu antigo tutor.

O comportamento chamou atenção de pacientes e funcionários da UPA Jardim América.

A mobilização criada ao redor do cachorro garantiu alimentação, água e carinho durante os dias seguintes.

A adoção por Tânia Vieira abriu uma nova etapa para Dipirona depois de quase duas semanas na unidade.

O cachorro passou a viver dentro de uma casa e começou uma nova rotina ao lado da família que decidiu acolhê-lo.

A história terminou de maneira diferente daquela iniciada na chegada à UPA: Dipirona saiu da porta de uma unidade de saúde para o sofá de um novo lar.

O que você faria ao encontrar um cachorro permanecendo durante dias no mesmo lugar após perder o tutor: tentaria adotá-lo ou ajudaria a encontrar uma nova família?


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

Sair da versão mobile