Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Canadá inicia obra de C$ 48 milhões para reconstruir infraestrutura subterrânea de campus, troca redes de energia, gás e água e leva investimentos no BCIT a C$ 751 milhões desde 2017

Canadá inicia obra de C$ 48 milhões para reconstruir infraestrutura subterrânea de campus, troca redes de energia, gás e água e leva investimentos no BCIT a C$ 751 milhões desde 2017

11 min de leitura

Canadá inicia obra de C$ 48 milhões para reconstruir infraestrutura subterrânea de campus, troca redes de energia, gás e água e leva investimentos no BCIT a C$ 751 milhões desde 2017

Escrito por Roberta Souza

Publicado em 31/08/2026 às 22:36

Atualizado em 31/08/2026 às 22:37

Curiosidades

Canal

Imagem: Reprodução BC Gov News

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Projeto no campus de Burnaby modernizará sistemas elétricos, gás, água, esgoto e drenagem, criará novos espaços públicos e ciclovias e deverá ficar pronto no início de 2029, enquanto a província amplia investimentos em educação técnica.

O governo da Colúmbia Britânica iniciou uma renovação de infraestrutura no campus do BCIT em Burnaby, no Canadá, com investimento provincial de C$ 48 milhões. A obra vai substituir e modernizar sistemas subterrâneos de eletricidade, gás, água, esgoto sanitário e drenagem pluvial, enquanto também redesenha caminhos, áreas verdes e conexões entre prédios. Segundo o anúncio oficial do governo provincial, publicado em 28 de agosto de 2026, a conclusão está prevista para o início de 2029.

O projeto faz parte de uma transformação muito maior.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

Desde 2017, a província afirma ter direcionado C$ 751 milhões a projetos de capital e infraestrutura no British Columbia Institute of Technology (BCIT).

Além disso, outros grandes empreendimentos já avançam no mesmo campus.

Portanto, a construção iniciada agora não representa apenas uma reforma paisagística.

Grande parte do investimento ficará literalmente escondida abaixo do solo.

C$ 48 milhões serão usados para renovar infraestrutura subterrânea do BCIT

O projeto recebe o nome de South Campus Infrastructure Renewal.

A intervenção começa pela infraestrutura que estudantes normalmente não conseguem enxergar.

Equipes vão modernizar redes elétricas, tubulações de gás, abastecimento de água, esgoto sanitário e sistemas de águas pluviais.

Imagem: Reprodução BCIT.

Essas redes sustentam a operação cotidiana do campus.

Por isso, problemas nesse tipo de estrutura podem atingir diversos edifícios simultaneamente.

Além disso, sistemas antigos podem limitar futuras ampliações.

O BCIT pretende resolver esses gargalos antes que eles comprometam o crescimento do campus.

Assim, a instituição aproveita a intervenção subterrânea para transformar também aquilo que ficará acima dela.

Obra começou em agosto de 2026 e deverá terminar no início de 2029

O governo anunciou formalmente o início da construção em 28 de agosto de 2026.

Entretanto, o cronograma se estende por vários anos.

A previsão atual aponta a conclusão do projeto para o início de 2029.

Portanto, os estudantes ainda conviverão com obras durante diferentes períodos letivos.

Esse prazo reflete a complexidade de renovar infraestrutura dentro de um campus que continua funcionando.

Equipes precisam acessar redes subterrâneas.

Ao mesmo tempo, precisam preservar circulação, segurança e acesso aos prédios.

Consequentemente, uma renovação desse tipo exige planejamento diferente daquele usado em um terreno vazio.

Energia, gás, água e drenagem passarão por modernização

Cinco grupos de infraestrutura aparecem diretamente no anúncio oficial.

O primeiro envolve eletricidade.

O segundo inclui gás.

Além disso, o projeto modernizará abastecimento de água, esgoto sanitário e drenagem de águas pluviais.

Essas redes exercem funções diferentes, porém compartilham o mesmo espaço subterrâneo.

Por isso, uma intervenção integrada pode reduzir a necessidade de abrir novamente as mesmas áreas em momentos diferentes.

Além disso, o governo afirma que a modernização deve apoiar operações mais confiáveis, eficientes e sustentáveis no campus.

A obra, portanto, combina manutenção com preparação para necessidades futuras.

Governo quer deixar infraestrutura mais resistente ao clima

O projeto também inclui infraestrutura modernizada e resiliente ao clima.

Esse ponto ganhou importância porque sistemas urbanos enfrentam chuvas intensas, calor, eventos extremos e outras pressões ambientais.

No caso do BCIT, a modernização da drenagem aparece diretamente ligada a esse desafio.

Sistemas de águas pluviais precisam conduzir volumes de água de maneira segura.

Além disso, áreas externas precisam controlar escoamento e preservar acessibilidade.

Assim, a obra tenta melhorar simultaneamente funcionamento e resiliência.

Projetos de infraestrutura cada vez mais adotam esse tipo de abordagem. Uma iniciativa recente mostrou como uma grande empresa de engenharia ampliou a atuação em energia, transmissão e infraestrutura após 20 anos no Brasil, evidenciando como modernização e resiliência passaram a ocupar espaço crescente em grandes investimentos.

Novos espaços públicos surgirão depois das obras subterrâneas

Quando as equipes terminarem parte das intervenções abaixo do solo, o campus ganhará mudanças visíveis.

O projeto prevê mais espaços abertos.

Além disso, a instituição pretende restaurar uma via verde urbana.

Novos caminhos também devem melhorar a circulação entre os edifícios.

Portanto, a transformação não termina quando os trabalhadores fecharem as valas e cobrirem as redes.

O BCIT pretende utilizar a obra para redesenhar o espaço público.

Essa estratégia busca criar locais destinados a estudo, convivência, eventos e encontros informais.

Student Commons ganhará espaços flexíveis de convivência

Entre as áreas que receberão atenção está o Student Commons.

A proposta cria espaços flexíveis para estudo, socialização, eventos e encontros informais.

Segundo o BCIT, o objetivo é ampliar a sensação de comunidade dentro do campus.

Assim, a infraestrutura física também entra na experiência educacional.

Uma universidade ou instituto tecnológico não funciona apenas dentro das salas de aula.

Estudantes circulam entre prédios.

Além disso, utilizam espaços externos para estudar, conversar e descansar.

Por isso, caminhos e áreas públicas podem influenciar diretamente a maneira como milhares de pessoas utilizam o campus.

Nova passarela ligará residência estudantil ao coração do campus

Outro elemento concreto será uma passarela conectando o Tall Timber Student Housing ao núcleo do campus.

A residência estudantil abriu em agosto de 2025.

Portanto, a nova infraestrutura melhora a integração de um prédio relativamente recente.

A conexão pode reduzir trajetos e facilitar a circulação diária dos moradores.

Além disso, o projeto atualizará sinalização e orientação nas áreas públicas.

Essa combinação tenta tornar o campus mais simples de navegar.

Para novos estudantes e visitantes, essa característica pode fazer diferença significativa.

Ciclovias e acessibilidade também entram no projeto

O South Campus Infrastructure Renewal também modernizará as redes para bicicletas.

Ao mesmo tempo, o projeto prevê melhorias de acessibilidade nas áreas públicas.

Assim, a obra amplia o foco para diferentes formas de deslocamento.

Pessoas que chegam de bicicleta poderão encontrar infraestrutura mais integrada.

Já estudantes e funcionários com mobilidade reduzida devem ganhar percursos mais acessíveis.

Além disso, o governo quer tornar o campus mais caminhável.

Portanto, as mudanças externas seguem três eixos: conectividade, mobilidade ativa e acessibilidade.

Campus recebe C$ 751 milhões em investimentos desde 2017

Os C$ 48 milhões representam apenas uma parte da transformação do BCIT.

Segundo o governo provincial, desde 2017 a Colúmbia Britânica investiu C$ 751 milhões em projetos de capital e infraestrutura no campus de Burnaby.

Esse total inclui outros empreendimentos recentes.

Entre eles aparece o Trades and Technology Complex, que continua em construção.

Além disso, o Tall Timber Student Housing já entrou em operação.

Assim, diferentes obras avançam em paralelo.

Uma cria moradia.

Outra amplia infraestrutura técnica.

Agora, a renovação do South Campus reconstrói parte das redes que sustentam todo esse crescimento.

Renovar o subsolo antes de expandir evita gargalos futuros

A sequência dos investimentos revela uma lógica de engenharia.

Construir novos edifícios aumenta a demanda sobre energia, água, drenagem e outras redes.

Por isso, ampliar apenas aquilo que aparece acima da superfície pode criar gargalos.

O BCIT decidiu modernizar a infraestrutura central enquanto o campus passa por uma expansão mais ampla.

Assim, novos prédios poderão operar sobre redes mais atualizadas.

Esse tipo de planejamento aparece em diferentes áreas da construção.

Mesmo descobertas inesperadas durante obras mostram quanto existe escondido sob as cidades. Recentemente, operários que preparavam apartamentos encontraram um castelo espanhol de quase 500 anos sob um terreno na Bélgica, reforçando como intervenções subterrâneas podem revelar ou atingir estruturas muito mais complexas do que a superfície sugere.

No BCIT, porém, o desafio é conhecido e planejado.

Província já destinou mais de C$ 4 bilhões à infraestrutura do ensino superior

O investimento no BCIT faz parte de uma política provincial maior.

Desde 2017, a Colúmbia Britânica afirma ter comprometido mais de C$ 4 bilhões com infraestrutura de instituições pós-secundárias.

Desse total, quase C$ 2 bilhões foram destinados a moradia estudantil.

Segundo o governo, esses recursos já ajudaram a criar mais de 7.600 novas vagas de moradia concluídas, enquanto milhares de outras continuam em desenvolvimento.

Além disso, mais de C$ 2 bilhões foram direcionados a outros tipos de infraestrutura universitária e técnica.

Esses investimentos incluem novos campi e edifícios especializados.

Portanto, a reforma de Burnaby se encaixa em um ciclo provincial de grandes obras educacionais.

Moradia estudantil virou uma das principais frentes de investimento

O volume destinado a residências ajuda a explicar outra prioridade da província.

A Colúmbia Britânica enfrenta forte pressão sobre custos habitacionais em várias cidades.

Consequentemente, construir residências dentro dos campi pode aliviar parte da procura no mercado convencional.

Além disso, estudantes ganham a possibilidade de morar mais perto das aulas.

O Tall Timber Student Housing representa justamente uma dessas iniciativas.

Agora, a nova passarela do South Campus aumentará sua integração com o restante do BCIT.

Assim, dois investimentos executados em momentos diferentes começam a funcionar como parte do mesmo sistema.

Campus técnico precisa acompanhar transformação do mercado de trabalho

O BCIT possui forte foco em formação técnica e tecnológica.

Por isso, o governo liga os investimentos ao desenvolvimento da força de trabalho da província.

Setores como construção, engenharia, tecnologia e indústria precisam de profissionais especializados.

Além disso, grandes transformações em energia e infraestrutura aumentam essa demanda.

A modernização do campus, portanto, não possui apenas um componente educacional.

Ela também integra uma estratégia econômica.

Quanto mais equipamentos, laboratórios e ambientes modernos uma instituição oferece, maior pode ser sua capacidade de preparar profissionais para setores técnicos.

Essa relação entre infraestrutura e desenvolvimento aparece também fora das instituições educacionais.

Uma descoberta de 29 enormes esferas de cobre durante a abertura da fundação de uma casa na Índia mostrou recentemente como até pequenas obras mobilizam engenheiros, arqueólogos e autoridades quando o subsolo apresenta condições inesperadas.

C$ 48 milhões irão principalmente para infraestrutura que estudantes não enxergam

Obras de grande impacto visual normalmente chamam mais atenção.

Prédios altos, pontes ou estádios aparecem facilmente em fotografias.

O projeto do BCIT funciona de maneira diferente.

Uma parte significativa dos C$ 48 milhões ficará debaixo da terra.

Tubulações e redes elétricas desaparecerão novamente depois da instalação.

Entretanto, justamente essas estruturas sustentam aquilo que estudantes utilizam todos os dias.

Água precisa chegar.

Esgoto precisa sair.

Energia precisa permanecer disponível.

Além disso, a drenagem precisa funcionar durante períodos de chuva.

Por isso, infraestrutura invisível pode ser tão importante quanto um novo edifício.

Governo combina modernização subterrânea com paisagismo

Outro diferencial aparece na coordenação das etapas.

Em vez de abrir o solo, substituir tubulações e simplesmente reconstruir exatamente aquilo que existia antes, o projeto aproveita a intervenção para redesenhar a superfície.

Assim, surgirão novos espaços abertos.

A via verde urbana passará por restauração.

Além disso, caminhos ganharão conexões melhores.

Essa estratégia reduz a separação entre obras técnicas e urbanismo.

Consequentemente, o mesmo investimento melhora tanto sistemas de engenharia quanto a experiência das pessoas.

Infraestrutura climática ganha peso em novos projetos

A inclusão explícita de resiliência climática também sinaliza uma mudança na engenharia pública.

Projetos antigos muitas vezes trabalhavam com padrões históricos de chuva e temperatura.

Entretanto, eventos climáticos extremos começaram a desafiar essas referências.

Por isso, governos e projetistas precisam considerar cenários mais severos.

Em um campus, isso pode significar aumentar capacidade de drenagem, preservar áreas verdes e criar superfícies que gerenciem melhor a água.

Além disso, árvores e espaços vegetados ajudam a reduzir ilhas de calor.

O comunicado não detalha cada especificação técnica dessas soluções.

Portanto, não seria correto atribuir capacidades específicas que o governo não divulgou.

Ainda assim, a classificação de infraestrutura modernizada e resiliente ao clima aparece expressamente entre as entregas previstas.

Construção precisa continuar sem paralisar atividades do campus

Uma renovação em ambiente operacional também exige uma logística delicada.

O BCIT continua recebendo estudantes, professores e funcionários.

Consequentemente, equipes não podem tratar toda a área como um canteiro isolado.

Os trabalhos precisam preservar acessos.

Além disso, precisam coordenar interrupções de sistemas essenciais.

Uma troca de rede de água ou energia, por exemplo, pode exigir planejamento para minimizar impactos.

Assim, o cronograma até 2029 não representa apenas o tamanho físico da intervenção.

Ele também reflete a necessidade de construir enquanto o campus continua funcionando.

Projeto integra uma transformação que já inclui novos edifícios

A modernização chega enquanto outras grandes obras redesenham Burnaby.

O Trades and Technology Complex permanece em construção.

Já o Tall Timber Student Housing abriu em agosto de 2025.

Agora, o South Campus Infrastructure Renewal conecta esses novos ativos a uma base renovada.

Portanto, o governo investe simultaneamente em três níveis.

Primeiro, cria novos espaços de ensino e tecnologia.

Depois, amplia moradia estudantil.

Finalmente, moderniza infraestrutura subterrânea e espaços públicos.

A combinação transforma o campus gradualmente em vez de concentrar tudo em uma única obra.

Investimento de C$ 48 milhões termina em 2029, mas efeito deverá durar décadas

A obra possui um prazo definido.

A previsão atual aponta conclusão no início de 2029.

Entretanto, redes de água, energia, gás e esgoto normalmente permanecem em operação por muitos anos.

Por isso, o impacto do projeto deverá ultrapassar o período da construção.

Além disso, novas áreas abertas, ciclovias e conexões entre prédios mudarão a forma como estudantes circulam pelo campus.

Assim, o investimento de C$ 48 milhões busca resolver necessidades atuais e criar capacidade para crescimento futuro.

Renovação de infraestrutura do campus do BCIT transforma o que existe acima e abaixo da terra

O projeto começou com uma necessidade pouco visível.

As redes subterrâneas do campus precisavam de modernização.

Então, a província destinou C$ 48 milhões para substituir e atualizar sistemas de eletricidade, gás, água, esgoto sanitário e drenagem.

Entretanto, a obra cresceu além das tubulações.

O BCIT também ganhará espaços abertos, uma via verde restaurada, nova conexão para a residência estudantil, ciclovias, sinalização e melhorias de acessibilidade.

A conclusão deve ocorrer no início de 2029.

Quando isso acontecer, grande parte dos novos sistemas voltará a desaparecer sob o solo.

Porém, o investimento fará parte de uma transformação muito maior: desde 2017, a Colúmbia Britânica afirma ter colocado C$ 751 milhões em infraestrutura e projetos de capital somente no campus de Burnaby.

Ao mesmo tempo, o governo provincial informa compromissos superiores a C$ 4 bilhões com infraestrutura pós-secundária em toda a província.

Assim, uma obra que começa trocando tubulações sob um campus revela uma estratégia de escala muito maior: usar infraestrutura educacional para preparar espaços, moradias e profissionais capazes de sustentar o crescimento econômico nas próximas décadas.

Você acredita que universidades e institutos brasileiros deveriam investir mais na modernização da infraestrutura e na resiliência climática antes de priorizar apenas novos prédios?

Fonte

BC Gov News


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

Sair da versão mobile