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Casal de 66 e 60 anos abandona vida corrida da cidade, assume antigo convento do século 17 e passa a viver quase sozinho em ilha francesa cercada por javalis, flamingos e veados

Casal de 66 e 60 anos abandona vida corrida da cidade, assume antigo convento do século 17 e passa a viver quase sozinho em ilha francesa cercada por javalis, flamingos e veados

4 min de leitura

Casal de 66 e 60 anos abandona vida corrida da cidade, assume antigo convento do século 17 e passa a viver quase sozinho em ilha francesa cercada por javalis, flamingos e veados

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 11/08/2026 às 19:41

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Marc e Véronique administram um refúgio histórico em Sainte-Lucie, onde trocaram a rotina urbana por uma vida cercada pela natureza.

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Marc e Véronique Bernal trocaram o ritmo urbano pela tranquilidade de Sainte-Lucie, no sul da França, onde administram um refúgio histórico.

Uma mudança radical de estilo de vida levou Marc e Véronique Bernal para uma das áreas mais isoladas do sul da França.

Aos 66 e 60 anos, respectivamente, os dois deixaram a rotina urbana para administrar um refúgio instalado em uma propriedade histórica na ilha de Sainte-Lucie.

Desde 27 de março de 2025, o casal atua como responsável pelo Domaine de Sainte-Lucie, localizado em Port-la-Nouvelle, no departamento de Aude.

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A decisão ocorreu depois de anos convivendo com uma rotina mais acelerada.

Segundo relato publicado pelo jornal francês Midi Libre, os dois buscavam justamente mais tranquilidade.

“Já passamos estresse suficiente na vida. Viver em Sainte-Lucie é perfeito para nós”, afirmou o casal.

Ilha francesa reúne isolamento, natureza e construções do século 17

Sainte-Lucie apresenta uma paisagem formada por pinheiros, áreas áridas, canais e lagoas.

A região também integra áreas de proteção ambiental ligadas ao Parque Natural Regional da Narbonnaise, à reserva de Sainte-Lucie e ao Conservatório do Litoral.

O domínio onde funciona o refúgio começou a ser construído no século 17.

Com o passar do tempo, a propriedade já funcionou como convento, exploração agrícola e ponto de apoio para caçadores.

Atualmente, o local recebe turistas interessados em natureza, tranquilidade e hospedagem longe dos centros urbanos.

O acesso ao refúgio ocorre principalmente a pé ou de bicicleta, reforçando o isolamento da área.

Paisagem natural de Sainte-Lucie, no sul da França, reúne canais, vegetação preservada e áreas costeiras que cercam o refúgio administrado pelo casal.

Javalis e flamingos fazem parte da rotina

A presença de animais silvestres se tornou uma das principais características da vida do casal.

Veados, javalis, raposas e doninhas aparecem entre as espécies encontradas na região.

Flamingos, cegonhas, gaivotas e poupas também fazem parte da paisagem.

Véronique costuma caminhar pela área durante os passeios matinais com o cachorro.

Esses momentos permitem observar principalmente os veados e as aves.

“Cada vez que abrimos os olhos, é magnífico”, contou Véronique ao Midi Libre.

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Uma experiência vivida dentro…

Viviane Alves

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Experiência anterior ajudou casal na mudança

Marc e Véronique já tinham experiência no setor de hospedagem antes de chegar à ilha.

Os dois trabalhavam anteriormente em um centro com capacidade para receber 280 pessoas.

Naturais de Nice, eles sentiam falta da proximidade com o mar.

Uma sugestão feita por um amigo levou o casal até a região de Sigean.

A oportunidade de administrar o refúgio apareceu pouco depois.

A proposta imediatamente chamou atenção dos dois por combinar com o estilo de vida que procuravam.

Refúgio recebe até 30 visitantes por dia

Durante a temporada de funcionamento, o espaço pode receber até 30 visitantes diariamente.

O refúgio também conta com uma casa preparada para acomodar até seis hóspedes.

A hospedagem pode incluir jantar e café da manhã.

Véronique é responsável pela cozinha e prepara pratos como frango à provençal, lasanha, daube, legumes recheados e pissaladière.

Parte dos ingredientes utilizados nas refeições vem diretamente da horta cultivada na propriedade.

Marc, por sua vez, cuida principalmente da manutenção, dos reparos e de parte do café da manhã.

Pedidos especiais também são atendidos, incluindo bolos de aniversário e refeições para grupos.

Calor e risco de incêndio exigem cuidados

A localização isolada também apresenta desafios para moradores e visitantes.

Durante o verão, as temperaturas podem chegar perto dos 38 ºC.

O calor intenso torna as caminhadas pela ilha mais cansativas.

Períodos de risco elevado de incêndios também podem provocar restrições temporárias de acesso.

Abril, maio, setembro e outubro são apontados como os meses mais agradáveis para visitar Sainte-Lucie.

Vida longe da cidade virou nova rotina do casal

A mudança transformou completamente o cotidiano de Marc e Véronique.

O ritmo urbano foi substituído por natureza, visitantes, animais silvestres e manutenção diária de um imóvel histórico.

A ilha também passou a representar exatamente o que os dois procuravam após anos vivendo em ambientes mais movimentados.

Hoje, a rotina combina hospedagem, culinária, cuidados com a propriedade e contato constante com a natureza.

A experiência mostra como um antigo convento do século 17 acabou se tornando o centro de uma nova fase da vida do casal.

Você teria coragem de trocar a vida na cidade por uma ilha acessível principalmente a pé ou de bicicleta, cercada por javalis, flamingos e natureza preservada? Deixe sua opinião!


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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