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Casal troca a cidade por ilha remota na Indonésia, constrói casa com energia solar e agora cria filha de 6 meses entre barcos, pesca, floresta e quase nenhum sinal de celular
Escrito por Viviane Alves
Publicado em 10/08/2026 às 11:58
Atualizado em 10/08/2026 às 11:59
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Marjolein e Adrianus vivem nas Ilhas Mentawai com a pequena Amelia e adaptaram moradia, alimentação, energia e deslocamentos à realidade de uma região distante dos grandes centros
Uma mudança radical de rotina levou Marjolein e Adrianus a trocar a vida urbana por uma ilha remota nas Ilhas Mentawai, na Indonésia.
A história começou em 2020, quando o casal decidiu iniciar uma nova etapa em uma região cercada pelo oceano e pela floresta.
Atualmente, essa experiência ganhou um novo capítulo com a chegada de Amelia, chamada carinhosamente de Amy.
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A bebê está com 6 meses e cresce em uma rotina marcada por barcos, pesca, animais, energia própria e pouco acesso à comunicação convencional.
A família também compartilha parte dessa experiência no projeto Our Island Life, mostrando como organizou o cotidiano longe dos grandes centros.
Mudança para as Ilhas Mentawai começou em 2020
Marjolein é belga, enquanto Adrianus, conhecido como An, é indonésio.
Os dois se conheceram durante o período em que trabalhavam em um resort de surfe.
A relação avançou e, em 2020, o casal decidiu abandonar a rotina que mantinha anteriormente para começar uma nova vida nas Ilhas Mentawai.
No ano seguinte, em 2021, teve início a construção da residência onde passariam a viver.
Desde então, a família mantém uma rotina praticamente desconectada da infraestrutura urbana convencional.
Parte dos alimentos também passou a ser obtida diretamente na região.
A chegada de Amelia, posteriormente, acrescentou novas necessidades à organização cotidiana da casa.
Casa foi construída pelo próprio casal
Adrianus trabalha como marceneiro e participou diretamente da construção da residência utilizada pela família.
A estrutura precisou ser adaptada às limitações encontradas na ilha.
O casal criou um sistema para captação de água e também instalou uma solução independente para fornecimento de energia.
A eletricidade utilizada na residência depende de painel solar, bateria e gerador.
Esse sistema permite que a família mantenha atividades básicas mesmo distante da infraestrutura encontrada normalmente nas cidades.
A autonomia, portanto, tornou-se uma parte importante da rotina construída desde a mudança para a ilha.
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Viviane Alves
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Barco se tornou essencial para os deslocamentos
A ausência de estradas e transporte convencional transformou o barco em um dos equipamentos mais importantes da família.
O veículo é utilizado nos deslocamentos necessários para chegar ao continente.
Produtos que não estão disponíveis na ilha precisam ser comprados fora da região onde o casal vive.
A comunicação também apresenta limitações.
O sinal de celular é escasso e não está disponível de forma constante.
Marjolein, por isso, procura pontos específicos onde consegue conexão quando precisa enviar mensagens ou realizar pedidos.
A rotina diária passou a depender de planejamento até mesmo para atividades simples.
Alimentação acompanha os recursos disponíveis na ilha
A alimentação da família também foi adaptada ao ambiente.
Frutas e vegetais entram no cardápio conforme a disponibilidade em determinadas épocas do ano.
Parte dos peixes consumidos vem diretamente do oceano.
O casal costuma pescar aproximadamente duas vezes por semana.
As técnicas utilizadas incluem arpão, rede de arremesso e linha de mão.
Esse modelo permite que parte da alimentação seja obtida diretamente dos recursos disponíveis ao redor da residência.
Falta de geladeira exige outra forma de conservação
A ausência de geladeira criou outra necessidade importante dentro da rotina.
Os peixes capturados passam por um processo de defumação, utilizado para aumentar o período de conservação.
A técnica permite armazenar parte da comida mesmo sem acesso à infraestrutura convencional de refrigeração.
Esse método passou a integrar a organização alimentar da família.
Cães e gatos também vivem junto ao casal e fazem parte do cotidiano na ilha.
A presença dos animais completa uma rotina marcada principalmente pelo contato constante com a natureza.
Energia solar e captação de água ajudam a manter a casa
A distância dos centros urbanos fez com que diferentes soluções fossem incorporadas à residência.
O painel solar auxilia no fornecimento de eletricidade.
A bateria permite armazenar parte da energia gerada.
O gerador atua como outro recurso disponível para atender às necessidades da casa.
A captação de água também faz parte da estrutura criada pelo casal.
Esses sistemas permitem que Marjolein e Adrianus mantenham a residência funcionando mesmo em uma região com pouca infraestrutura convencional.
Chegada de Amelia mudou novamente a rotina
Antes do nascimento da filha, Marjolein e Adrianus já consideravam a chegada de uma criança uma nova etapa da experiência iniciada nas Mentawai.
O nascimento de Amelia transformou essa expectativa em parte da rotina diária.
A bebê acompanha os pais nos ambientes onde a família vive.
Vídeos publicados pelo casal mostram Amy conhecendo gradualmente o espaço cercado pelo mar e pela floresta.
Os cuidados com a criança passaram a ocupar espaço dentro de uma organização que antes envolvia apenas os dois adultos.
Família passou de dois para três integrantes
A experiência iniciada em 2020 agora inclui uma criança de seis meses.
Amelia cresce em uma casa construída pelos próprios pais e cercada por uma paisagem predominantemente natural.
A rotina inclui deslocamentos de barco, pesca, animais, energia solar e pouco acesso ao sinal de celular.
A realidade também exige soluções específicas para alimentação, comunicação, energia e transporte.
Marjolein e Adrianus continuam registrando parte desse cotidiano no Our Island Life.
A história, atualmente, mostra principalmente como uma rotina planejada para duas pessoas precisou ser adaptada após a chegada de Amy.
Uma nova fase nas Ilhas Mentawai
A mudança iniciada anos atrás continua evoluindo conforme a família cresce.
A casa construída em 2021 permanece como centro da rotina estabelecida pelo casal.
O barco continua essencial para alcançar o continente.
A pesca ajuda a abastecer a alimentação, enquanto a energia solar contribui para o funcionamento da residência.
Amelia, por sua vez, passa os primeiros meses de vida inserida nesse ambiente.
A rotina da família reúne, assim, moradia própria, energia independente, alimentação obtida parcialmente na natureza e deslocamentos pelo mar.
A experiência mostra como Marjolein e Adrianus reorganizaram diferentes aspectos da vida cotidiana após a mudança para as Ilhas Mentawai.
Você conseguiria adaptar sua rotina para viver em uma ilha com barco como principal transporte, energia própria e pouco sinal de celular? Deixe sua opinião!
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

