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Celular cai de uma moto aquática, fica 24 horas submerso no fundo de um lago e é recuperado funcionando por mergulhadores

Celular cai de uma moto aquática, fica 24 horas submerso no fundo de um lago e é recuperado funcionando por mergulhadores

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3 min de leitura

Celular cai de uma moto aquática, fica 24 horas submerso no fundo de um lago e é recuperado funcionando por mergulhadores

Escrito por Andriely Medeiros de Araújo

Publicado em 29/08/2026 às 06:10

Atualizado em 29/08/2026 às 06:11

Curiosidades

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Mergulhadores localizaram um celular a quatro metros de profundidade no lago de Palmas após duas horas de buscas e cerca de 24 horas submerso. Foto: Rafael Menezes/Jalapão Dive Center

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Mergulhadores localizaram um celular a quatro metros de profundidade no lago de Palmas após duas horas de buscas e cerca de 24 horas submerso.

Um celular avaliado entre R$ 12,5 mil e R$ 18,5 mil foi recuperado funcionando após permanecer cerca de 24 horas submerso no lago de Palmas, no Tocantins. O aparelho estava a aproximadamente quatro metros de profundidade, nas proximidades da Ilha do Canela, e só apareceu depois de duas horas de trabalho dos mergulhadores João Sobota e Rafael Menezes, na segunda-feira (17).

O proprietário, Matheus Alves, havia praticamente desistido de reencontrar o telefone. Além do valor financeiro, o correspondente bancário guardava no aparelho fotografias, arquivos e outras informações consideradas importantes. Depois do resgate, ele mostrou o equipamento e afirmou que continuava “funcionando perfeitamente”.

Detector de metais ajudou nas áreas cobertas por algas

A maior dificuldade não estava apenas na profundidade. Os mergulhadores não receberam um ponto exato de queda e precisaram reconstruir uma área provável para iniciar a procura.

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Rafael Menezes explicou que a equipe adotou uma técnica de varredura durante aproximadamente duas horas. Nos trechos em que as algas prejudicavam a busca visual e manual, um detector de metais passou a auxiliar na localização.

O trabalho terminou quando o aparelho foi encontrado entre a vegetação submersa, a cerca de quatro metros abaixo da superfície. Menezes é tenente-coronel do Corpo de Bombeiros e atua como mergulhador há 15 anos.

Imagens divulgadas nas redes sociais registraram parte da operação, incluindo os equipamentos utilizados durante a procura no lago.

Celular caiu enquanto proprietário pilotava moto aquática

O telefone havia desaparecido no domingo (16), quando Matheus navegava de moto aquática próximo à Ilha do Canela. Em algum momento do percurso, o aparelho caiu na água e afundou.

Sem conseguir recuperá-lo por conta própria, o proprietário procurou profissionais especializados. O intervalo até o reencontro chegou a aproximadamente um dia.

Matheus descreveu o momento da recuperação como uma mistura de felicidade e alívio, principalmente porque já não esperava encontrar o objeto depois de tantas horas dentro d’água. Ele também destacou a dedicação da dupla responsável pela busca.

O episódio terminou de forma incomum: não apenas o celular foi localizado, como ainda apresentou funcionamento depois de ser retirado do fundo.

Busca por objetos submersos faz parte da rotina dos mergulhadores

Rafael mantém o Jalapão Dive Center, onde trabalha com cursos, mergulhos recreativos e operações de busca. Entre os pontos frequentados para atividades de lazer estão as regiões da Praia do Paredão e da Praia do Funil.

O resgate de equipamentos perdidos é um serviço pago, já que envolve tempo de trabalho e utilização de materiais específicos. O telefone de Matheus também não foi o primeiro objeto procurado pela equipe.

Ao longo dos anos, os mergulhadores já retiraram da água itens bastante diferentes, como varas e equipamentos de pesca, cadeiras, barcos, motores elétricos de canoa e até canoas inteiras.

No caso ocorrido perto da Ilha do Canela, o desafio estava em localizar um objeto pequeno em uma área sem coordenada precisa. Depois de duas horas de varredura, o celular reapareceu a quatro metros de profundidade e encerrou uma busca que seu dono já imaginava não ter solução.

Fonte

g1


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Andriely Medeiros de Araújo.

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