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Clientes dizem que não gostam quando entregadora anuncia a chegada dos pacotes gritando “Shopee” no portão, mas ela revela que encontrou quatro casas sem interfone em uma única rua, explica que o chamado serve para alcançar quem está no fundo da residência e sugere um aparelho de R$ 20 como solução

Clientes dizem que não gostam quando entregadora anuncia a chegada dos pacotes gritando “Shopee” no portão, mas ela revela que encontrou quatro casas sem interfone em uma única rua, explica que o chamado serve para alcançar quem está no fundo da residência e sugere um aparelho de R$ 20 como solução

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Clientes dizem que não gostam quando entregadora anuncia a chegada dos pacotes gritando “Shopee” no portão, mas ela revela que encontrou quatro casas sem interfone em uma única rua, explica que o chamado serve para alcançar quem está no fundo da residência e sugere um aparelho de R$ 20 como solução

Escrito por Carla Teles

Publicado em 20/08/2026 às 16:08

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Shopee: entregadora explica entregas de pacotes em casas sem interfone e relata dificuldade para localizar moradores. Imagem: Tiktok/@otonicamila

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A rotina de entregas da Shopee virou debate após Camila Otoni responder clientes incomodados com o chamado no portão; a entregadora relatou ter encontrado quatro casas sem interfone em uma única rua e afirmou que o equipamento, citado por ela por cerca de R$ 20, facilitaria o contato com moradores.

A Shopee entrou no centro de uma discussão sobre um problema simples da logística de última milha: como avisar que o pacote chegou quando a residência não possui interfone. A entregadora de compras online Camila Otoni contou que alguns clientes não gostam quando ela anuncia a chegada em voz alta no portão, mas explicou que o chamado é usado justamente para tentar localizar moradores que podem estar longe da entrada.

O relato foi repercutido pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) em 19 de agosto de 2026, a partir de uma publicação de Camila nas redes sociais. A fonte não informa a cidade ou o bairro onde a situação ocorreu, nem especifica vínculo empregatício da profissional com a Shopee ou regras oficiais da plataforma para esse tipo de entrega.

Clientes reclamaram do chamado de “Shopee” feito no portão

Segundo a reportagem, Camila relatou receber reclamações de pessoas que prefeririam que a chegada do pacote não fosse anunciada em voz alta. O incômodo estaria justamente no fato de a entregadora chamar pelo nome associado à encomenda enquanto aguarda atendimento diante da residência.

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A resposta da profissional trouxe o problema para o lado operacional. Para quem está fazendo diversas entregas ao longo de uma rota, conseguir avisar rapidamente que chegou ao endereço é parte importante do processo de concluir a entrega e seguir para o próximo destino.

Quatro casas sem interfone apareceram em uma única rua

Camila afirmou que, em uma das ruas por onde havia passado, encontrou quatro residências sem interfone. O número foi apresentado como uma experiência daquela rota específica e não como levantamento geral sobre as casas brasileiras.

Ainda assim, o exemplo mostra uma dificuldade concreta para quem trabalha com encomendas. Sem campainha ou interfone acessível, o entregador precisa encontrar outra forma de chamar a atenção de quem está dentro da residência, especialmente quando não consegue visualizar o morador.

Grito serviria para alcançar quem está no fundo da residência

A justificativa dada por Camila é que o chamado em voz alta pode ser ouvido até por quem está em uma parte mais distante da casa. Dessa forma, anunciar “Shopee” no portão funcionaria como uma tentativa direta de avisar que uma encomenda chegou.

Essa explicação ajuda a separar o comportamento de uma simples brincadeira nas redes sociais. No relato da entregadora, levantar a voz é uma solução improvisada para um problema de comunicação entre quem está na rua com o pacote e quem precisa recebê-lo dentro do imóvel.

Interfone de R$ 20 foi apresentado como alternativa pela entregadora

Ao responder às reclamações, Camila sugeriu a instalação de um interfone e citou a possibilidade de encontrar um equipamento por aproximadamente R$ 20. O valor aparece exclusivamente como uma referência feita por ela na publicação.

A PEGN não informa marca, modelo ou características técnicas do produto mencionado. Portanto, os R$ 20 não devem ser tratados como preço médio do mercado, mas como o valor citado pela própria entregadora ao defender uma alternativa ao chamado feito no portão.

Comunicação na porta vira parte da logística da última milha

A situação parece pequena, mas acontece justamente na etapa final da cadeia logística: o momento em que o pacote precisa sair das mãos do entregador e chegar ao destinatário. Uma dificuldade de comunicação pode transformar uma parada rápida em espera.

No caso descrito por Camila, a ausência de interfone desloca parte dessa comunicação para a voz do profissional, criando ao mesmo tempo uma solução prática para a entrega e um possível incômodo para moradores que não querem o nome associado à encomenda anunciado na rua.

Relato não representa uma regra oficial da Shopee

A publicação descreve a maneira encontrada por Camila para lidar com determinadas residências, mas não apresenta orientação oficial da Shopee determinando que entregadores devam anunciar o nome da empresa ao chegar.

Também não há, na fonte fornecida, informações sobre procedimentos obrigatórios em casas sem interfone, tempo máximo de espera ou protocolos específicos para pacotes que não podem ser entregues naquele momento. O caso deve ser entendido como experiência profissional relatada pela entregadora, e não como norma geral da plataforma.

Vídeo transformou dificuldade cotidiana de entrega em debate nas redes

A resposta de Camila ganhou repercussão justamente porque colocou dois interesses frente a frente: de um lado, moradores que preferem discrição; do outro, uma profissional tentando localizar rapidamente o destinatário para concluir sua rota.

A própria chamada da PEGN registra que outras entregadoras apoiaram a solução do interfone nos comentários. O episódio acabou mostrando como uma etapa aparentemente banal, chamar alguém no portão, pode interferir diretamente na rotina de quem trabalha entregando pacotes.

Entre silêncio e eficiência, último passo da entrega ainda depende da casa

O caso da Shopee exposto por Camila não envolve uma tecnologia complexa ou uma grande operação logística, mas um obstáculo encontrado justamente nos últimos metros da entrega. Sem um meio simples de comunicação no imóvel, o profissional precisa improvisar para avisar que chegou.

Para quem recebe, gritar o nome da plataforma pode parecer desnecessário; para quem entrega, pode ser a maneira mais rápida de conseguir resposta e seguir a rota. Na sua opinião, o entregador deveria chamar em voz alta quando não existe interfone ou o morador deveria oferecer outra forma de contato? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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