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Custando menos de R$ 75 mil e equipado com motor 2.0 turbodiesel: Jeep Renegade Sport 2016 possui câmbio de 9 marchas, tração integral e consumo rodoviário de 11,5 km/l; saiba se vale a pena comprar esse carro usado
Escrito por Andriely Medeiros de Araújo
Publicado em 20/08/2026 às 10:41
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Jeep Renegade Sport 2016 aparece na Fipe por R$ 72.186, com motor diesel de 170 cv, tração 4×4 e câmbio automático de 9 marchas.
Por R$ 72.186 na Tabela Fipe de agosto de 2026, o Jeep Renegade Sport 2.0 TDi 4×4 2016 reúne uma combinação pouco comum entre SUVs usados dessa faixa de preço: motor turbodiesel, tração nas quatro rodas e transmissão automática de nove marchas. O conjunto produz 170 cv e coloca o modelo como alternativa para quem procura um carro usado com proposta diferente das versões compactas equipadas apenas com tração dianteira.
O preço, porém, conta apenas parte da história. Segundo o site ShopCar, o Jeep Renegade Sport dessa geração também oferece suspensão independente nos dois eixos, freios a disco nas quatro rodas e tanque de 60 litros. Em contrapartida, o porta-malas de 260 litros exige atenção de quem pretende utilizar o SUV com cinco ocupantes e muitas bagagens.
Tração 4×4 é um dos diferenciais do Jeep Renegade Sport
A configuração Sport utiliza o motor Multijet de 1.956 cm³, quatro cilindros e 16 válvulas, alimentado por injeção direta e movido exclusivamente a diesel. A potência máxima chega a 170 cv, enquanto o torque informado para a versão é de 13,7 kgf.m.
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A força é administrada por um câmbio automático/sequencial de nove velocidades, associado ao sistema de tração 4×4. Esse conjunto diferencia a versão de um SUV pensado somente para deslocamentos urbanos, principalmente para compradores que valorizam maior capacidade de tração em pisos de menor aderência.
O desempenho informado também mostra que o peso e a proposta do veículo não eliminaram respostas relativamente rápidas. O modelo completa a aceleração de zero a 100 km/h em 9,9 segundos e pode alcançar 190 km/h.
Consumo favorece mais o uso rodoviário
Quem procura um carro usado com motor diesel normalmente também observa autonomia e consumo. No caso do Renegade, os números apresentados mostram uma diferença perceptível entre cidade e estrada.
Em percurso urbano, o registro é de 9,4 km/l. Já em rodovia, a média indicada aumenta para 11,5 km/l. Com o tanque de 60 litros, o desempenho em viagens tende a aproveitar melhor a capacidade disponível.
Na prática, três características ajudam a definir o perfil dessa versão:
- trajetos rodoviários aproveitam o consumo de 11,5 km/l e a nona marcha da transmissão;
- pisos de menor aderência contam com o apoio da tração 4×4;
- uso com passageiros é favorecido pelas quatro portas e capacidade para cinco ocupantes.
Por outro lado, quem precisa transportar grande quantidade de malas deve considerar que o compartimento traseiro oferece somente 260 litros.
Suspensão independente aparece também na traseira
A arquitetura do Jeep Renegade Sport traz suspensão independente do tipo McPherson tanto na dianteira quanto na traseira. O conjunto trabalha com rodas de alumínio aro 16 e pneus 215/65 R16.
Na frenagem, os discos dianteiros são ventilados e os traseiros, sólidos, ambos associados ao ABS. A direção utiliza assistência elétrica.
Essas características formam um pacote mecânico mais elaborado que o encontrado em muitos modelos compactos de mesma época, principalmente pela combinação de tração integral, transmissão de nove marchas e suspensão independente atrás.
Dimensões priorizam cabine, mas porta-malas é limitado
Segundo o site ShopCar, o SUV mede 4.242 mm de comprimento, 1.798 mm de largura e 1.716 mm de altura. A distância entre os eixos chega a 2.570 mm, enquanto a carga útil informada é de 400 kg.
Essas medidas ajudam a compreender a proposta do veículo. O Renegade não é particularmente longo, mas apresenta carroceria alta e larga em relação ao comprimento total.
O porta-malas de 260 litros, no entanto, é um ponto que merece entrar na decisão de compra. Para quem viaja frequentemente com quatro ou cinco pessoas, a capacidade disponível pode exigir uma organização maior das bagagens.
Estado do conjunto 4×4 deve pesar na escolha de um carro usado
Um Jeep Renegade Sport fabricado em 2016 já acumula cerca de uma década de uso, e isso torna a condição individual de cada exemplar mais importante do que a ficha técnica isoladamente.
Antes da compra, vale conferir com atenção o funcionamento do câmbio automático, do sistema de tração, da direção, dos freios e da suspensão. O histórico de manutenção também ganha relevância em um veículo que combina turbodiesel, transmissão de nove velocidades e conjunto 4×4.
Pneus merecem a mesma atenção. Como o modelo utiliza quatro rodas motrizes, diferenças excessivas de desgaste entre os pneus podem ser um sinal importante a observar durante a avaliação.
Também é recomendável comparar o estado real do veículo com o valor de referência. Os R$ 72.186 da Fipe de agosto de 2026 não determinam que todo exemplar deva custar exatamente esse valor, já que conservação e manutenção podem alterar significativamente a atratividade de cada unidade.
Jeep Renegade Sport faz mais sentido para quem realmente aproveitará o conjunto diesel e 4×4
O principal argumento do Jeep Renegade Sport 2016 não está apenas nos 170 cv. É a reunião de motor turbodiesel, tração integral, câmbio automático de nove marchas e suspensão independente que define a personalidade dessa configuração.
Para o motorista interessado apenas em um veículo compacto para deslocamentos curtos, parte desse conjunto pode ter pouca utilidade prática. Já quem procura um carro usado para alternar cidade, estrada e trajetos nos quais a tração 4×4 seja valorizada encontra uma proposta mais coerente.
Com Fipe de R$ 72.186 em agosto de 2026, o Jeep Renegade Sport permanece como uma opção de usado que exige olhar além do preço. Estado de conservação, funcionamento dos componentes mecânicos e histórico de manutenção serão decisivos para definir se a combinação de diesel, nove marchas e 4×4 representa uma oportunidade interessante ou uma compra que exigirá gastos adicionais.
Fontes
ShopCar
FIPE
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Andriely Medeiros de Araújo.

