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De uma loja de tecidos de apenas 45 m² em Brusque, Luciano Hang transformou a Havan em uma rede de megaloja espalhada pelo Brasil e, 40 anos depois, inaugurou um museu gratuito no centro administrativo da empresa para reunir documentos, objetos, campanhas e registros que contam a trajetória do negócio

De uma loja de tecidos de apenas 45 m² em Brusque, Luciano Hang transformou a Havan em uma rede de megaloja espalhada pelo Brasil e, 40 anos depois, inaugurou um museu gratuito no centro administrativo da empresa para reunir documentos, objetos, campanhas e registros que contam a trajetória do negócio

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De uma loja de tecidos de apenas 45 m² em Brusque, Luciano Hang transformou a Havan em uma rede de megaloja espalhada pelo Brasil e, 40 anos depois, inaugurou um museu gratuito no centro administrativo da empresa para reunir documentos, objetos, campanhas e registros que contam a trajetória do negócio

Escrito por Carla Teles

Publicado em 10/08/2026 às 15:30

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Havan: museu gratuito em Brusque reúne a história de Luciano Hang e da loja de tecidos que deu origem à rede. Imagem: Reprodução/Havan

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A Havan nasceu em uma loja de tecidos de apenas 45 m², em Brusque, Santa Catarina, e quatro décadas depois inaugurou um museu gratuito no Centro Administrativo da empresa, com fotografias, documentos, campanhas publicitárias, objetos, registros e recursos interativos dedicados à história do negócio e de Luciano Hang em Brusque.

A Havan começou em Brusque, em Santa Catarina, em uma loja de tecidos com apenas 45 metros quadrados e, quatro décadas depois, passou a reunir parte dessa trajetória em um museu criado dentro do próprio Centro Administrativo da empresa. O espaço apresenta registros da evolução do negócio, objetos, fotografias, documentos, campanhas publicitárias e materiais ligados também à história de Luciano Hang.

As informações foram divulgadas pela própria Havan em publicação de 1º de julho de 2026, ano em que a empresa completa 40 anos. O Museu Havan funciona ao lado da megaloja matriz, em Brusque, e tem visitação gratuita. Para grupos maiores, a empresa informa que é necessário realizar agendamento prévio.

História começou em uma loja de tecidos de 45 m²

Imagem: Reprodução Havan

A origem apresentada pela empresa remonta a uma pequena loja de tecidos com 45 metros quadrados em Brusque. A partir daquele espaço, a Havan iniciou uma trajetória que, segundo seu material institucional, levou à expansão do negócio para diferentes regiões do Brasil.

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A fonte não detalha, nessa publicação específica, todas as etapas de crescimento, datas de abertura de cada unidade ou números atuais da rede. O foco do material está em mostrar o contraste entre a pequena loja original e a estrutura alcançada ao longo de quatro décadas.

Museu foi criado para marcar os 40 anos da Havan

Imagem: Reprodução Havan

O Museu Havan foi desenvolvido como parte das comemorações pelos 40 anos da empresa em 2026. O espaço fica no Centro Administrativo da companhia, em Brusque, e foi organizado para concentrar diferentes registros da trajetória empresarial.

A proposta é preservar a memória construída desde a primeira loja de tecidos, reunindo documentos e objetos que representam fases distintas do negócio. O museu também inclui informações sobre decisões, desafios e momentos considerados importantes pela empresa ao longo desse período.

Luciano Hang ganhou espaço próprio na exposição

Imagem: Reprodução Havan

Parte do museu é dedicada à trajetória de Luciano Hang. A exposição apresenta elementos relacionados à infância, aos primeiros passos no empreendedorismo e ao processo que levou à criação e ao desenvolvimento da Havan.

Segundo a empresa, lembranças, objetos e registros ajudam a reconstruir aspectos pessoais e profissionais de Luciano Hang. A publicação não especifica todos os itens expostos nem apresenta um inventário completo do acervo dedicado ao empresário.

Fotografias documentam diferentes fases do negócio

Imagem: Reprodução Havan

O acervo histórico inclui fotografias produzidas em diferentes momentos da trajetória da empresa. Esses registros ajudam a mostrar transformações na identidade visual, nas lojas e na própria estrutura da operação ao longo dos anos.

As imagens também funcionam como referência para acompanhar a passagem de uma loja de tecidos de 45 m² para uma rede varejista de alcance nacional. A publicação, porém, não informa a quantidade total de fotografias preservadas ou expostas.

Documentos ajudam a preservar memória empresarial

Documentos históricos também fazem parte da coleção apresentada ao público. Eles são utilizados para contextualizar decisões e acontecimentos que marcaram diferentes períodos da Havan desde sua fundação.

A presença desses materiais transforma o museu em um arquivo físico da trajetória da empresa, permitindo que visitantes acompanhem parte do desenvolvimento do negócio por meio de registros produzidos ao longo das últimas quatro décadas.

Campanhas publicitárias integram o acervo

Outro conjunto preservado no Museu Havan reúne campanhas publicitárias utilizadas pela empresa ao longo de sua história. A comunicação sempre ocupou espaço importante na estratégia de expansão e construção da identidade da marca.

As campanhas expostas permitem observar como a forma de apresentar a Havan ao público mudou ao longo dos anos. A fonte não informa quais campanhas específicas estão disponíveis nem quantas peças fazem parte dessa seção.

Objetos marcantes ajudam a contar a trajetória

Além de fotografias e documentos, o museu reúne objetos considerados relevantes para diferentes fases da história empresarial. Essas peças complementam os registros escritos e visuais apresentados ao visitante.

A empresa não detalha todos os objetos presentes no acervo. Ainda assim, a proposta é utilizar itens físicos para aproximar o público de acontecimentos que marcaram a evolução da Havan, criando uma leitura mais concreta da passagem do tempo.

Recursos interativos ampliam experiência no museu

O espaço não foi estruturado apenas como uma sequência de vitrines. Segundo a Havan, recursos interativos foram incorporados para tornar a visita mais dinâmica e ajudar o público a percorrer diferentes momentos da trajetória da empresa.

Essas ferramentas permitem combinar acervo histórico e apresentação tecnológica. A publicação não especifica quais equipamentos ou recursos digitais são utilizados, mas destaca que a interatividade faz parte do conceito do museu.

Centro Administrativo passou a concentrar memória da empresa

A localização escolhida também tem relação direta com a história da companhia. O museu foi instalado dentro do Centro Administrativo da Havan, em Brusque, próximo à megaloja matriz.

Com isso, o local onde parte da operação atual da empresa é administrada passou também a guardar registros de sua origem. A proximidade entre museu, sede administrativa e matriz reforça a conexão entre o início do negócio e sua estrutura atual.

Visitação é gratuita em Brusque

O Museu Havan recebe visitantes gratuitamente no Centro Administrativo da empresa. A companhia informa que pessoas interessadas podem conhecer o espaço sem cobrança de ingresso.

Para grupos maiores, entretanto, é necessário fazer agendamento prévio. A fonte não apresenta na publicação fornecida horários detalhados de funcionamento, por isso essa informação deve ser confirmada diretamente nos canais da empresa antes da visita.

Quatro décadas passaram a ser contadas em um único espaço

A criação do museu reúne em um mesmo ambiente registros produzidos durante os 40 anos da Havan. O acervo procura reconstruir desde a pequena loja de tecidos de Brusque até as diferentes etapas de expansão apresentadas pela própria companhia.

Fotografias, documentos, campanhas, objetos e recursos interativos passaram a funcionar como uma linha do tempo física da empresa, preservando elementos que poderiam ficar dispersos em arquivos particulares ou administrativos.

Dos 45 m² ao museu que guarda a trajetória

A Havan completa quatro décadas em 2026 com uma história que, segundo a própria empresa, começou em apenas 45 metros quadrados. O novo museu transforma parte dessa memória empresarial em exposição aberta ao público dentro do Centro Administrativo em Brusque.

O contraste entre a pequena loja de tecidos e um espaço criado especificamente para preservar 40 anos de história resume a proposta do Museu Havan. Para você, o que mais chama atenção nessa trajetória: o início em apenas 45 m² ou a decisão de transformar documentos, objetos e campanhas da empresa em um museu gratuito? Conte sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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