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Depois de deixar a bancada dos telejornais, Carlos Nascimento passou a viver em fazenda no interior de São Paulo, onde cria gado, cultiva café, cuida de galinhas e participa hoje de ações para preservar a Serra de Torrinha contra incêndios

Depois de deixar a bancada dos telejornais, Carlos Nascimento passou a viver em fazenda no interior de São Paulo, onde cria gado, cultiva café, cuida de galinhas e participa hoje de ações para preservar a Serra de Torrinha contra incêndios

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Depois de deixar a bancada dos telejornais, Carlos Nascimento passou a viver em fazenda no interior de São Paulo, onde cria gado, cultiva café, cuida de galinhas e participa hoje de ações para preservar a Serra de Torrinha contra incêndios

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 14/08/2026 às 15:21

Atualizado em 14/08/2026 às 15:29

Agronegócio

Carlos Nascimento vive em fazenda em Torrinha, produz café, cria gado, cuida de galinhas e participa da preservação da Serra de Torrinha.

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Carlos Nascimento deixou a rotina diária da televisão e permaneceu definitivamente numa fazenda em Torrinha, no interior paulista, onde produz café, cria gado e cuida de galinhas. Ao lado da família, o jornalista também participa de iniciativas de preservação e combate ao fogo na Serra de Torrinha, região onde vive.

Carlos Nascimento trocou a rotina das redações e estúdios por uma fazenda em Torrinha, no interior de São Paulo. Depois de encerrar a fase diária na televisão, passou a viver definitivamente na propriedade, onde a produção de café, a criação de gado e os cuidados com galinhas entraram na agenda.

A mudança não significou apenas morar longe da capital. O jornalista passou a participar do trabalho rural ao lado da família e se envolveu com a preservação da Serra de Torrinha, região afetada pelo risco de incêndios. A antiga bancada foi substituída por uma rotina em que lavoura, animais e proteção ambiental ocupam o começo do dia.

Fazenda em Torrinha virou moradia definitiva depois da televisão

Carlos Nascimento vive em fazenda em Torrinha, produz café, cria gado, cuida de galinhas e participa da preservação da Serra de Torrinha.

A propriedade já fazia parte da vida familiar antes da saída definitiva da TV. Durante a pandemia, a fazenda em Torrinha funcionou como refúgio, enquanto a esposa de Carlos Nascimento já tinha papel importante na administração rural.

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Depois de não renovar o contrato diário com o SBT, o jornalista permaneceu no interior. A fazenda deixou de ser um endereço de descanso e passou a ser a casa onde Carlos Nascimento organiza a vida cotidiana e a produção.

Café ganhou espaço ao lado da criação de gado

O café se tornou uma das atividades mais visíveis da propriedade. Em 2024, reportagem do SBT Brasil voltou a Torrinha para mostrar a produção e apresentou Carlos Nascimento ao lado da esposa e do filho na rotina de cafeicultores.

A criação de gado continua dividindo espaço com o cafezal. O jornalista acompanha plantio, colheita, animais e tarefas que variam conforme a época do ano. O trabalho rural não aparece como cenário decorativo, mas como atividade econômica mantida pela família.

Galinhas e tarefas domésticas começam cedo na propriedade

A rotina descrita por Carlos Nascimento começa cedo. Ele prepara o próprio café e segue para atividades que incluem cuidar das galinhas, observar o gado e acompanhar o que está acontecendo nas áreas de café da fazenda.

Esse ritmo contrasta com décadas de telejornalismo, pautadas por horários de fechamento e transmissões. Em Torrinha, o relógio passou a ser marcado também pelo manejo dos animais e pelo ciclo das plantações.

Serra de Torrinha levou o jornalista para ações contra o fogo

A Serra de Torrinha adicionou outra frente à vida rural. Carlos Nascimento passou a aparecer em campanhas e ações ligadas à prevenção e combate a incêndios, assunto relevante para propriedades e áreas naturais da região durante períodos secos.

Em 2026, ele continuava sendo apresentado localmente como produtor de café e gado e participante de iniciativas de proteção da serra. A preservação deixou de ser apenas discurso sobre natureza e passou a envolver trabalho comunitário no território onde a família vive.

Vida no campo manteve Carlos Nascimento perto de trabalho e informação

A mudança para Torrinha não apagou a identidade profissional construída no jornalismo. Carlos Nascimento continua sendo convidado para entrevistas e eventos, mas a fazenda passou a ser a base da vida diária e a atividade rural ganhou centralidade.

Entre café, gado e preservação da Serra de Torrinha, a aposentadoria da bancada não significou uma rotina parada.

Para você, o que mais mudaria ao trocar uma carreira urbana de décadas por uma fazenda: horários, responsabilidade com os animais, relação com a natureza ou distância da cidade? Conte nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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