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Depois de passar 50 anos acorrentado 24 horas por dia e espancado como animal de carga na Índia, elefante Raju chorou ao ser solto por uma equipe de 10 veterinários, 20 agentes florestais e dois policiais e foi levado a um centro de conservação de elefantes em Mathura

Depois de passar 50 anos acorrentado 24 horas por dia e espancado como animal de carga na Índia, elefante Raju chorou ao ser solto por uma equipe de 10 veterinários, 20 agentes florestais e dois policiais e foi levado a um centro de conservação de elefantes em Mathura

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Depois de passar 50 anos acorrentado 24 horas por dia e espancado como animal de carga na Índia, elefante Raju chorou ao ser solto por uma equipe de 10 veterinários, 20 agentes florestais e dois policiais e foi levado a um centro de conservação de elefantes em Mathura

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 24/08/2026 às 10:12

Atualizado em 24/08/2026 às 10:13

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Raju passou mais de 50 anos acorrentado na Índia, foi resgatado com graves feridas e fome e venceu na Justiça a tentativa dos antigos donos de recuperá-lo.

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Raju passou mais de 50 anos acorrentado e submetido a maus-tratos na Índia, onde era forçado a pedir moedas e sobrevivia comendo plástico e papel. Libertado em julho por uma equipe de resgate, chegou com feridas, abscessos e fome, foi transferido para um retiro e venceu disputa judicial pela liberdade.

O elefante Raju passou mais de 50 anos mantido em correntes e submetido a maus-tratos na Índia antes de ser retirado daquela situação por uma equipe formada por veterinários, especialistas em vida selvagem e policiais. No momento da libertação, suas lágrimas chamaram atenção e fizeram sua história repercutir internacionalmente.

Segundo publicação do GreenMe de 3 de dezembro de 2014, Raju foi libertado em julho e posteriormente enfrentou outra etapa decisiva: antigos proprietários recorreram à Justiça para tentar recuperar sua posse. A Wildlife SOS atuou na disputa, e o caso terminou favoravelmente à permanência do animal longe deles.

Raju passou mais de 50 anos preso em correntes

Raju passou mais de 50 anos acorrentado na Índia, foi resgatado com graves feridas e fome e venceu na Justiça a tentativa dos antigos donos de recuperá-lo.

O histórico apresentado pela publicação descreve mais de cinco décadas de maus-tratos e confinamento.

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Durante esse período, Raju era mantido acorrentado e submetido a uma rotina de exploração. A situação se prolongou até que uma operação de resgate fosse organizada para retirá-lo daquele ambiente.

Elefante era obrigado a pedir moedas a turistas e pedestres

Raju era utilizado para pedir dinheiro a pessoas que passavam pelo local, incluindo transeuntes e turistas.

A alimentação também estava longe das condições adequadas. Segundo o relato, o elefante chegava a comer plástico e papel para sobreviver.

Feridas tinham pus e patas apresentavam grandes abscessos

A condição física encontrada durante o resgate mostrou a extensão dos problemas acumulados.

Pus escorria de feridas, as patas apresentavam grandes abscessos e havia machucados espalhados pelo corpo. A publicação afirma ainda que Raju estava morrendo de fome quando foi retirado daquela situação.

Pelos do elefante eram arrancados para venda como amuletos

Outro tipo de exploração descrito envolvia os pelos de Raju.

Segundo a publicação, o antigo responsável pelo animal arrancava seus pelos para vendê-los como amuletos da sorte, acrescentando mais uma prática ao histórico de abusos relatado.

Equipe com veterinários, especialistas e policiais libertou Raju em julho

A retirada do elefante ocorreu em julho de 2014.

A operação reuniu veterinários, especialistas em vida selvagem e policiais, que atuaram para encerrar o longo período em que Raju permaneceu submetido àquelas condições.

Lágrimas durante a libertação fizeram história repercutir pelo mundo

Raju passou mais de 50 anos acorrentado na Índia, foi resgatado com graves feridas e fome e venceu na Justiça a tentativa dos antigos donos de recuperá-lo.

O momento em que Raju deixou as correntes ganhou repercussão internacional por causa das lágrimas registradas durante sua libertação.

A imagem do elefante naquele instante alcançou milhões de pessoas e transformou o caso em um dos episódios mais conhecidos envolvendo a retirada de um animal de uma situação prolongada de maus-tratos.

Novo lar permitiu caminhar, comer e receber tratamento médico

Depois do resgate, Raju foi transferido para um local onde sua rotina mudou completamente.

O elefante passou a ter condições para andar livremente, receber alimentação adequada e passar por tratamento médico para os problemas acumulados durante os anos anteriores.

Piscina e contato com outros elefantes entraram na nova rotina

O novo espaço também permitiu que Raju tivesse experiências que haviam sido negadas durante grande parte da vida.

Ele passou a poder mergulhar em uma piscina e socializar com outros elefantes, além de circular sem permanecer preso às antigas correntes.

Antigos proprietários foram à Justiça para recuperar o elefante

A libertação física não encerrou imediatamente a disputa.

Depois que Raju foi transferido, seus antigos proprietários recorreram à Justiça alegando ter direito legítimo sobre o animal e tentaram recuperá-lo.

O processo colocou em discussão quem poderia legalmente reivindicar a posse do elefante.

Wildlife SOS argumentou que elefantes pertencem ao governo na Índia

Os advogados da Wildlife SOS sustentaram no processo que, segundo a legislação indiana apresentada no caso, um elefante não poderia simplesmente ser propriedade de uma pessoa, pois esses animais pertenciam ao governo.

A organização argumentou ainda que seria necessário apresentar um certificado de posse capaz de comprovar legalmente o direito sobre Raju.

Antigos donos não tinham certificado e perderam a disputa

Os antigos proprietários não possuíam o documento exigido para comprovar a alegada propriedade.

Com esse argumento aceito, o processo foi encerrado, impedindo que Raju fosse devolvido à situação anterior depois de sua libertação.

Raju permaneceu livre após vencer batalha judicial

A decisão consolidou a mudança iniciada meses antes, quando o elefante foi retirado das correntes e levado para um local onde poderia receber alimentação, cuidados médicos e conviver com outros animais.

Depois de mais de 50 anos de maus-tratos descritos pela publicação, Raju permaneceu no novo lar após seus antigos proprietários fracassarem na tentativa de recuperá-lo judicialmente.

Para você, casos como o de Raju deveriam resultar também em proibição permanente de que antigos responsáveis mantenham outros animais sob sua posse? Deixe sua opinião nos comentários.

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elefante Raju


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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